O estado de degradação da nossa casa comum merece a mesma atenção que outros desafios globais, como as graves crises sanitárias e os conflitos bélicos. #WorldOzoneDay #TempodaCriação
Naquele tempo, estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Ao ver sua Mãe e o discípulo predileto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.
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rezar a palavra
Nas minhas lágrimas te recebo como mãe, Maria, Senhora de ao pé da cruz. Na minha cruz oiço as palavras do teu filho: “eis a tua mãe”. Na minha vida entendo o mistério guardado nas palavras: “Eis o teu filho”. Sou teu filho, Senhora, na dor das tuas e das minhas lágrimas, sou teu filho, minha mãe.
A partir da Cruz de Cristo, aprendemos o amor, não o ódio; aprendemos a compaixão, não a indiferença; aprendemos o perdão, não a vingança. #ExaltaçãodaSantaCruz #ViagemApostólica
"Há muitas razões para dizer "NÃO" à pena de morte. Não é justa, pois "não oferece justiça às vítimas, mas incentiva a vingança". E "evita qualquer possibilidade de se desfazer um possível erro judicial". É moralmente inadequada, pois "destrói o dom mais importante que recebemos: a vida". E, como nos recorda Francisco, "à luz do Evangelho, a pena de morte é inadmissível". Não fiquemos indiferentes às leis que, em algumas partes do mundo, ainda permitem a pena de morte. Juntemo-nos ao apelo do Santo Padre, compartilhando este vídeo.
"Cada dia mais pessoas em todo o mundo estão a dizer NÃO à pena de morte. Para a Igreja, isso é um sinal de esperança.
De um ponto de vista jurídico, [a pena de morte] já não é necessária.
A sociedade pode reprimir eficazmente o crime sem privar definitivamente o infrator da possibilidade de redimir-se.
Sempre, em toda condenação, deve haver uma janela de esperança. Caso contrário, não tem sentido.
A pena de morte não oferece justiça às vítimas, mas encoraja a vingança. Uma condenação sem janela de esperança.
E evita qualquer possibilidade de se desfazer um possível erro judicial.
Por outro lado, moralmente a pena de morte é inadequada; ela destrói o dom mais importante que recebemos: a vida. Não esqueçamos que, até ao último momento, uma pessoa pode se converter e pode mudar.
E, à luz do Evangelho, a pena de morte é inadmissível. O mandamento "não matarás" refere-se tanto ao inocente como ao culpado.
Apelo, pois, a todas as pessoas de boa vontade para que se mobilizem pela abolição da pena de morte em todo o mundo.
Rezemos para que a pena de morte, que atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa humana, seja abolida nas leis de todos os países do mundo."
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Ninguém subiu ao Céu senão Aquele que desceu do Céu: o Filho do homem. Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna. Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele».
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rezar a palavra
Tu vieste para mim, Senhor, por amor, para minha salvação. Olhar para ti, contemplar-te suspenso na cruz, em tantas imagens, nas mais diversas expressões, é oportunidade para prender o coração no teu olhar e deixar o meu olhar preso ao teu coração. Purifica o meu olhar para que veja o teu amor e cura o meu coração para que te ame com o mesmo amor.
compromisso
Ao longo do dia vou deixar o meu coração prender-se a Jesus crucificado. Se me for possível vou fazer um momento de adoração da cruz e se tiver oportunidade vou aliviar o sofrimento de alguém que sofre como Cristo na cruz da sua vida.
Ensina-me, Senhor, a dizer aos meus irmãos “não chores”. Ensina-me a enxugar as lágrimas dos que carregam vidas pesadas com cheiro a morte. Ensina-me e tocar nos sepulcros de tantos irmãos que vivem sem esperança. Ensina-me a dizer com todas as forças “levanta-te” e a transformar com gestos e palavras a sorte dos mais infelizes como manifestação da tua misericórdia e da tua presença no meio de nós.
O Papa Francisco pediu, este sábado, numa audiência com os catequistas que participam no congresso mundial para “não darem a lição” da catequese.
“Por favor, nunca se cansem de ser catequistas. Não “dar a lição” da catequese. A catequese não pode ser como uma hora escolar, mas é uma experiência viva de fé que cada um de nós sente o desejo de transmitir às novas gerações”, disse o Papa Francisco.
A audiência com Francisco encerrou as atividades do III Congresso Internacional de Catequistas que começou no dia 08 de setembro com o tema «O Catequista, testemunha da Vida Nova em Cristo».
A iniciativa foi promovida pelo Dicastério para a Evangelização e teve participantes de 81 países, dos 5 continentes.
Na audiência, o Papa Francisco sublinhou que se deve “encontrar os melhores meios para que a comunicação da fé seja adequada à idade e à preparação das pessoas que nos ouvem; no entanto, o encontro pessoal que temos com cada um deles é decisivo”.
“Só o encontro interpessoal abre o coração para acolher o primeiro anúncio e desejar crescer na vida cristã com o próprio dinamismo que a catequese nos permite realizar”, acentuou
O evento começou no dia 08 de setembro com o objetivo de analisar a “vocação do catequista” a partir do ministério recém-criado na Igreja, além de apresentar as boas práticas de evangelização.
No dia de abertura do evento, os catequistas portugueses celebraram a eucaristia na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma.
O bispo de Aveiro e presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé, D. António Moiteiro, disse que a vocação do catequista exige “um sim diário, a exemplo de Maria”.
Na eucaristia a que presidiu, D. António Moiteiro afirmou ainda que “não se nasce catequista, vamos nos tornando catequistas. O nosso ‘sim’ diário transforma-nos”.