INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 5 de fevereiro de 2022

V DOMINGO DO TEMPO COMUM (Ano C)

Is 6,1-2a.3-8
Sl 137(138)
1Cor 15,1-11
Lc 5,1-11

VOCAÇÃO PROFÉTICA E APOSTÓLICA NO ESPÍRITO DO SENHOR

O que fazer diante da invasão da graça? No Evangelho deste domingo há uma multidão que se junta para ouvir Jesus, vemos pescadores a lavar as redes – sinal de que o seu dia acabou -, e temos Jesus a entrar no barco de Pedro sem pedir licença, pedindo-lhe para se afastar um pouco da terra. Pedro está fora do barco a lavar as redes, pelo que tem de se levantar, ir para o barco e remar.

Ao entrar no barco de Pedro, Jesus entra na vida de Pedro, pois o barco de Pedro é muito mais que um instrumento de trabalho ou fonte de sustento. Como pescador, o barco define o seu estilo de vida: as horas que trabalha, as pessoas com quem fala, as suas alegria e os seus cansaços. Enquanto ele limpa as rede, preparando o amanhã da sua rotina, Jesus entra na sua vida e interrompe-a. É assim que a graça entra nas nossas vidas: sem avisar, pedindo-nos que deixemos o que estamos a fazer. A graça entra pedindo que assumamos a nossa vida inteira, tal qual é – o barco -, e que nos afastemos um pouco de terra firme, para que Jesus se faça ouvir.

Quando deixa de falar à multidão, Jesus lança um desafio a Pedro, um desafio que soa insensato aos ouvidos de um pescador experimentado: “vai até águas profundas e lança as redes”. Depois do fracasso da noite anterior, voltar a lançar as redes? E, para mais, durante o dia? Pedro, com as suas legítimas dúvidas, confia. E o resultado vai contra todas as expectativas: a pesca é tão abundante que tem de pedir a outros que se juntem e ajudem.

Diante do extraordinário, Pedro diz “Senhor”, sinal de que reconhece que está diante de um enviado de Deus, talvez até o Messias esperado por Israel. E o sentimento de que é indigno, de que não merece esta visita, de que é pecador, invade-o. É o mesmo sentimento que encontramos em Isaías, na 1ª leitura, e em Paulo na 2ª leitura: a surpresa de, na sua vida, serem escolhidos pela graça. Isaías, Paulo e Pedro, todos escolhidos por Deus para o anunciar.

A graça invade-nos de maneira inesperada, entra sem pedir licença e lança o convite: “arriscas ir mais longe, mais fundo, com as tuas dúvidas, mas alem delas? Arriscas?” Poderá parecer insensato. Jesus tem somente duas palavras para nós: “nada temas”.

Pe. Carlos Correia
Imagem: Internet 

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO V DO TEMPO COMUM - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 137 (138), 1-2a.2bc-3.4-5.7c-8 (R. 1c)
Refrão: Na presença dos Anjos, eu Vos louvarei, Senhor. 

De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças,
porque ouvistes as palavras da minha boca.
Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar
e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo. 

Hei-de louvar o vosso nome
pela vossa bondade e fidelidade,
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome
e a vossa promessa.
Quando Vos invoquei, me respondestes,
aumentastes a fortaleza da minha alma. 

Todos os reis da terra Vos hão-de louvar, Senhor,
quando ouvirem as palavras da vossa boca.
Celebrarão os caminhos do Senhor,
porque é grande a glória do Senhor. 

A vossa mão direita me salvará,
o Senhor completará o que em meu auxílio começou.
Senhor, a vossa bondade é eterna,
não abandoneis a obra das vossas mãos. 

GRUPO DE JOVENS DE VILAR DO PARAÍSO - PÉRIPLO DA FÉ

Ontem o Grupo de Jovens reflectiu com as palavras do Papa Francisco, sobre OUVIR, TOMAR A PALAVRA e DIALOGAR. Momento onde se aproveitou para responder a um questionário onde nos levou a avaliar o estado e presença da nossa comunidade e da nossa igreja em relação a estas palavras e acções.

Será que a paróquia/Igreja está aberta a escutar todos aqueles que precisam, sem renúncia ou preconceito?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

CELEBRAÇÃO COM A CATEQUESE DA ADOLESCÊNCIA

Amanhã, sábado, 05 de fevereiro, 16h00, na Capela de São Martinho, Celebração da Eucaristia para toda a catequese da adolescência, desde o 7º ano até aos crismandos.

AMANHÃ VENHA TOMAR UM CAFÉ

E adoce ainda mais o seu dia comendo também um bolo.
Sábado de manhã, na barraquinha de cafés e bolos à entrada do Centro Paroquial, no horário das 9h30 às 12h00.
Uma boa forma de ajudar o Grupo de Jovens Períplo da Fé para para que possam participar nas Jornadas Mundiais da Juventude.

DIA MUNDIAL DO DOENTE

Este ano a propósito do XXX Dia Mundial do Doente, o Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde (SDPS) organiza uma webinar no próximo dia 11 de fevereiro de 2022 pelas 21h15. 

Devido à situação pandémica o Dia do Doente será assinalado através de participações online de vários intervenientes convidados que abordarão diferentes perspetivas à luz da mensagem do Papa Francisco para o XXX Dia Mundial do Doente.  (https://us02web.zoom.us/j/4297289008)

Os intervenientes confirmados são os seguintes: 

Maria do Rosário Rodrigues, presidente do SDPS, padre Albino Reis, pároco de Vilar de Andorinho e Capelão do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia|Espinho, Nelson Pereira, médico Diretor da UAG da Urgência e Medicina Intensiva do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), Marlene Teixeira, enfermeira Gestora do Serviço de Doenças Infeciosas do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), Mariana Abranches Pinto do Grupo ao 3º dia, Adosinda Leitão, voluntária no Serviço de Assistência Espiritual e Religiosa (SAER) no CHUSJ e da Paróquia de Santo António das Antas. As intervenções contarão com a moderação de Américo Azevedo, vice-presidente do SDPS

O Dia Mundial do Doente é celebrado anualmente a 11 de fevereiro. O Papa Francisco quis neste ano dedica-lo ao tema «“Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6, 36). Colocar-se ao lado de quem sofre num caminho de caridade». 

https://www.diocese-porto.pt/pt/noticias/secretariados/xxx-dia-mundial-do-doente-assinalado-atrav%C3%A9s-de-participa%C3%A7%C3%B5es-online/

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

O BATISMO

"Com o batismo pertencemos a Cristo. Somos fundados em uma comunhão eterna com Deus e entre nós. É o batismo a fonte de toda forma de consagração e também a força para nos separar do mundanismo."

Papa Francisco

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

SENHOR, TU ÉS A LUZ

Memória da Festa da Apresentação do Senhor em 2015.
Homenagem a todos os que participaram neste dia e já se encontram na Luz eterna de Deus.🙏

ORAÇÃO PARA A SEMANA DO CONSAGRADO

Deus, nosso Pai,
que fazes de nós teus filhos,
membros da fraternidade universal que Tu criaste,
dá-nos a tua graça para que possamos viver fielmente
como filhos muitos amados,
amando cada Irmão e Irmã como Tu os amas.

Jesus Cristo, nosso Irmão,
vem em auxílio de todos os consagrados e consagradas.
Que, como Tu, possamos ter um coração grande e aberto,
capaz de ultrapassar fronteiras, diferenças e línguas,
acolhendo a todos como irmãos e irmãs,
independentemente da cultura, fé ou religião.

Espírito Santo,
Tu que atuas na vida e no coração de cada ser humano,
faz crescer em cada coração o desejo de uma fraternidade mundial.
Inspira nos consagrados e consagradas
o desejo de uma vida mais fraterna, pobre e humilde,
capaz de se colocar junto dos mais necessitados,
para aí ser presença do Deus vivo que ama e acolhe cada um.

Maria, Mãe do Verbo encarnado e nossa Mãe,
vela pelos consagrados e consagradas,
para que, como Tu, saibam viver em fidelidade a Deus
e ao dom da vocação que receberam
e saibam acolher e dizer sim aos desafios do mundo de hoje.
Amém.

Imagem de 2015
Dom João Lavrador, actual bispo de Viana do Castelo.
Pe. Zé Manel, em serviço pastoral na paróquia de Oliveira de Azeméis (São Miguel).

PELAS RELIGIOSAS E CONSAGRADAS

Será que sabemos realmente tudo o que as religiosas e leigas consagradas fazem na Igreja? Como diz o Papa Francisco, “não se pode compreender a Igreja sem elas”. Elas não são apenas catequistas, teólogas e diretoras espirituais, mas também “trabalham especialmente junto dos pobres, dos marginalizados, de todos os que estão escravizados pelos traficantes”. 

Em seu vídeo para este mês, o Papa faz um pedido para que elas continuem encontrando novas respostas para os desafios do tempo atual e lhes agradece por quem são, pelo que fazem e pelo modo como o fazem.

"Este mês, rezaremos de maneira especial pelas mulheres religiosas e as mulheres consagradas.

O que seria da Igreja sem as religiosas e as leigas consagradas? Não se pode compreender a Igreja sem elas.

Encorajo todas as consagradas a discernir e a escolher o que convém para a sua missão diante dos desafios do mundo em que vivemos.

Exorto-as a continuar trabalhando especialmente junto dos pobres, dos marginalizados, de todos os que estão escravizados pelos traficantes; peço-vos especificamente que atuem sobre estes problemas.

E rezemos para que mostrem a beleza do amor e da compaixão de Deus como catequistas, teólogas, acompanhantes espirituais.

Convido-as a lutar quando, em alguns casos, são tratadas injustamente, mesmo dentro da Igreja; quando o seu serviço, que é tão grande, é reduzido à servidão. E às vezes por homens da Igreja.

Não desanimem. Continuem dando a conhecer a bondade de Deus através das obras apostólicas que fazem. Mas sobretudo, através do testemunho da consagração.

Rezemos pelas mulheres religiosas e consagradas, agradecendo-lhes a sua missão e a sua coragem, para que continuem a encontrar novas respostas aos desafios do nosso tempo. Obrigado por quem são, pelo que fazem e pelo modo como o fazem."

APRESENTAÇÃO DO SENHOR

EVANGELHO Lc 2, 22-40
Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, para O apresentarem ao Senhor, como está escrito na Lei do Senhor: «Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor», e para oferecerem em sacrifício um par de rolas ou duas pombinhas, como se diz na Lei do Senhor. Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão, homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava nele. O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria antes de ver o Messias do Senhor; e veio ao templo, movido pelo Espírito. Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito, Simeão recebeu-O em seus braços e bendisse a Deus, exclamando: «Agora, Senhor, segundo a vossa palavra, deixareis ir em paz o vosso servo, porque os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados com o que d’Ele se dizia. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição; – e uma espada trespassará a tua alma – assim se revelarão os pensamentos de todos os corações». Havia também uma profetiza, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Estando presente na mesma ocasião, começou também a louvar a Deus e a falar acerca do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele.
(...)
Rezar a palavra
As vozes do mundo não me deixam escutar-te, Senhor. Muitas vezes dou conta que ando embrulhado em imensas confusões e quero retirar-me, estar a sós contigo, mas não consigo. Muitas vezes quero subir ao templo para escutar-te, mas agarram-se a mim todas as coisas do mundo que me rodeia e não chego a encontrar-me. Muitas vezes quero tomar-te nos braços, mas não chego a ter braços para ti. Muitas vezes a minha vida fica feita numa manta de desejos que nunca chego a realizar. Conduz-me pelo teu Espírito, Senhor, para que não gaste a minha vida em nada e termine na desilusão dos dias mal vividos que já não voltam.
Imagem: Internet 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

REDE MUNDIAL DE ORAÇÃO DO PAPA

Intenção
Pelas religiosas e consagradas

Rezemos pelas religiosas e consagradas, agradecendo-lhes a sua missão e a sua coragem, para que continuem a encontrar novas respostas diante dos desafios do nosso tempo.
(...)
Oração
Senhor Jesus,
Tu chamas a tua Igreja a ser sinal no mundo
da presença do teu amor e da ternura do Pai
num mundo tão necessitado como aquele em que vivemos.
Pedimos-Te que toques o coração das mulheres
que consagram as suas vidas ao serviço do Evangelho,
para que o teu Espírito as anime e as inspire
nos caminhos que são chamadas a percorrer
nos desafios do nosso tempo.
Por intercessão de Maria, tua e nossa mãe,
pedimos-Te que as abençoes e recompenses
com as graças do entusiasmo e da caridade.
Avé, Maria...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

ORAÇÃO PELO SÍNODO: Adsumus Sancte Spiritus

Eis-nos aqui, diante de Vós, Espírito Santo!
Eis-nos aqui, reunidos em vosso nome!
Só a Vós temos por Guia:
vinde a nós, ficai connosco,
e dignai-vos habitar em nossos corações.
Ensinai-nos o rumo a seguir
e como caminhar juntos até à meta.
Nós somos débeis e pecadores:
não permitais que sejamos causadores da desordem;
que a ignorância não nos desvie do caminho,
nem as simpatias humanas ou o preconceito nos tornem parciais.
Que sejamos um em Vós,
caminhando juntos para a vida eterna,
sem jamais nos afastarmos da verdade e da justiça.
Nós vo-lo pedimos
a Vós, que agis sempre em toda a parte,
em comunhão com o Pai e o Filho,
pelos séculos dos séculos.
Amen.

S. JOÃO BOSCO, presbítero

São João Bosco (1815-1888) foi um sacerdote italiano, fundador da Sociedade de S. Francisco de Sales, congregação religiosa vocacionada para a educação de jovens órfãos e necessitados.
(...)
Com uma profunda vida interior, D. Bosco ensinou-nos a amar a Eucaristia, Maria e o Papa, colocando sempre a santidade como meta. Ao longo de toda a sua vida foi corajoso, otimista, capaz de contagiar e de envolver muitos na sua obra educativa e pastoral.

IV DOMINGO DO TEMPO COMUM (Ano C)

Jer 1,4-5.17-19
Sl 70(71)
1Cor 12,31-13,13
Lc 4,21-30

SOMOS PROFETAS DE DEUS NO NOSSO HOJE

O texto do evangelho deste domingo ainda é a continuação do evangelho do domingo da semana passada.

Quando termina de falar na sinagoga de Nazaré, é unânime o clamor em favor de Jesus. Contudo, o Evangelho de hoje culmina na sua expulsão da cidade. Como puderam os ventos mudar tão facilmente? A popularidade, quer ontem quer entre os nossos contemporâneos, não é difícil de atingir: basta repetir o que é agradável aos nossos interlocutores. Mas como ouvimos Deus dizer a Jeremias na primeira leitura, ao arriscarmos ser profetas, ao arriscarmos expor verdades incómodas, encontraremos oposição. E não devemos vacilar.

Ser câmara de repetição das opiniões que agradam pode garantir-nos muita coisa, mas nunca paz de espírito, pois esse caminho pode levar-nos a faltar à verdade e à justiça. A caridade de que São Paulo nos fala na 2ª Leitura, a que não se irrita nem guarda ressentimento, é também uma caridade metediça. O amor, esse desejar que o outro seja a melhor versão de si mesmo, leva-nos a ter conversas em que somos confrontados com as nossas fragilidades e em que temos de confrontar outros, em que temos de intervir.

Jesus não se contenta com os muitos aplausos. Ele olha à sua volta e reconhece o entusiasmo reinante que tinha começado com a sua presença entre eles, passou para o facto de que este Jesus era filho de José, um dos seus e, portanto, Jesus é um deles. E é com destreza e rapidez que Jesus os faz sair desta espécie de autocomprazimento, apontando singelamente o critério de Deus: mais que buscar “os seus”, Deus vai ao encontro daqueles que têm um coração sincero. Por isso enviou Elias até à viúva de Sarepta e Eliseu a curar o sírio Naamã, dois episódios em que Deus privilegia estrangeiros. Por quebrar a cadeia do autocontentamento, Jesus é expulso. Diante da rejeição e estado de excitação da multidão, que faz Jesus? Passa no meio deles e segue caminho.

Tenhamos caridade nas nossas palavras, mas aquela caridade profunda que não sacrifica nem a verdade, nem a justiça. Arrisquemos ser expulsos das nossas “cidades”, confiantes em Deus e fiando-nos pouco nos aplausos.

Pe. Carlos Correia

domingo, 30 de janeiro de 2022

CANÇÃO DA CARIDADE

Ainda que eu fale a língua dos anjos
Se não amo os meus irmãos
Sou como um sino a ressoar
Se não tiver em mim a caridade.

Se eu conhecer todos os mistérios
Mas não amo os meus irmãos
Sou um metal a ressoar
Se não tiver em mim a caridade.

Se a minha fé transpuser montanhas
Mas esqueço os meus irmãos
Nada me vale, eu nada sou
Se não tiver em mim a caridade.

A caridade tudo sofre e crê
Tudo espera, tudo suporta
Não pensa mal, nunca se irrita.
Se não tiver amor eu não sou nada.

Agora vemos como num espelho
Mas depois vemos face a face.
Agora a fé, agora a esperança
Mas maior é sempre a caridade!