sábado, 13 de fevereiro de 2021
DOMINGO V DO TEMPO COMUM
DOMINGO VI DO TEMPO COMUM- Ano B
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2021

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
DIA MUNDIAL DO DOENTE

DIA MUNDIAL DO DOENTE - Stream em direto de Santuário de Fátima
DIA MUNDIAL DO DOENTE

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
CARTA AOS DOENTES E AOS QUE CUIDAM DELES

CATEQUESE EM CASA
QUARTA-FEIRA DA SEMANA V

https://www.liturgia.pt/liturgiadiaria/dia.php?data=2021-2-10
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
CATEQUISTAS EM ENCONTRO, FORMAÇÃO E PARTILHA
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA V DO TEMPO COMUM

domingo, 7 de fevereiro de 2021
FALTA DO LUTO PODE CRIAR "FERIDAS PROFUNDAS"

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O XXIX DIA MUNDIAL DO DOENTE
Queridos irmãos e irmãs!
A celebração do XXIX Dia Mundial do Doente que tem lugar a 11 de fevereiro de 2021, memória de Nossa Senhora de Lurdes, é momento propício para prestar uma atenção especial às pessoas doentes e a quantos as assistem quer nos centros sanitários quer no seio das famílias e comunidades. Penso de modo particular nas pessoas que sofrem em todo o mundo os efeitos da pandemia do coronavírus. A todos, especialmente aos mais pobres e marginalizados, expresso a minha proximidade espiritual, assegurando a solicitude e o afeto da Igreja.
1. O tema deste Dia inspira-se no trecho evangélico em que Jesus critica a hipocrisia de quantos dizem mas não fazem (cf. Mt 23, 1-12). Quando a fé fica reduzida a exercícios verbais estéreis, sem se envolver na história e nas necessidades do outro, então falha a coerência entre o credo professado e a vida real. O risco é grave; Jesus, para acautelar do perigo de derrapagem na idolatria de si mesmo, usa expressões fortes e afirma: «Um só é o vosso Mestre e vós sois todos irmãos» (23, 8).
Esta crítica feita por Jesus àqueles que «dizem e não fazem» (23, 3) é sempre salutar para todos, pois ninguém está imune do mal da hipocrisia, um mal muito grave, cujo efeito é impedir-nos de desabrochar como filhos do único Pai, chamados a viver uma fraternidade universal.
Como reação à necessidade em que versa o irmão e a irmã, Jesus apresenta um modelo de comportamento totalmente oposto à hipocrisia: propõe deter-se, escutar, estabelecer uma relação direta e pessoal, sentir empatia e enternecimento, deixar-se comover pelo seu sofrimento até lhe valer e servir (cf. Lc 10, 30-35).
2. A experiência da doença faz-nos sentir a nossa vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, a necessidade natural do outro. Torna ainda mais nítida a nossa condição de criaturas, experimentando de maneira evidente a nossa dependência de Deus. De facto, quando estamos doentes, a incerteza, o temor e, por vezes, o pavor impregnam a mente e o coração; encontramo-nos numa situação de impotência, porque a saúde não depende das nossas capacidades nem do nosso afã (cf. Mt 6, 27).
A doença obriga a questionar-se sobre o sentido da vida; uma pergunta que, na fé, se dirige a Deus. Nela, procura-se um significado novo e uma direção nova para a existência e, por vezes, pode não encontrar imediatamente uma resposta. Os próprios amigos e familiares nem sempre são capazes de nos ajudar nesta busca afanosa.

















