sábado, 22 de fevereiro de 2020
AGRUPAMENTO DE ESCUTEIROS 321
22 e 23 de fevereiro
Vigília de Oração, 21h30, Igreja Paroquial
Promessas, 11h00, Capela de São Martinho
Lembramos o CONVITE.
DOMINGO VII DO TEMPO COMUM-Ano A
SALMO RESPONSORIAL Salmo 102 (103), 1-2.3-4.8.10.12-13 (R. 8a)
Refrão: Senhor, sois um Deus clemente,
Sois um Deus clemente e compassivo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e não esqueças nenhum dos seus benefícios.
Ele perdoa todos os teus pecados
e cura as tuas enfermidades;
salva da morte a tua vida
e coroa-te de graça e misericórdia.
O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade;
não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas.
Como o Oriente dista do Ocidente,
assim Ele afasta de nós os nossos pecados;
como um pai se compadece dos seus filhos,
assim o Senhor Se compadece dos que O temem.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS
Ensinai-nos, Pastorinhos,
Ensinais-nos a viver,
Ensinais-nos a viver,
Na escola de Maria, Maria, Maria!
Ensinai-nos, Pastorinhos,
Ensinai-nos a viver,
Ensinai-nos a viver,
Na escola de Maria,
Nós queremos aprender.
Nós queremos aprender.
João Paulo II incentivou-nos,
Frequentai a escola de Maria.
Com a Lúcia, Jacinta e o Francisco
Crescereis em graça e sabedoria.
A beleza de Deus vos deslumbrou
E dispôs a escutar e a cumprir.
Aprendestes de um Anjo e de Maria,
O caminho por onde temos de ir.
Com Francisco aprendamos a adorar
O Senhor em espírito e verdade.
Mergulhemos no amor de Deus imenso
E vivamos na sua intimidade.
A Igreja em Santa Comunhão,
Com o Papa, com a Virgem Maria
O seu Imaculado Coração,
Encontramos refúgio alegria.
A «LOUCURA DIVINA» DE SANTA JACINTA MARTO
(...)
«“A Jacinta possuía uma alma requintada, cheia de finíssimos sentimentos. Amava as ovelhas e designava a cada uma delas pelo seu nome, [...] e os cordeiritos brancos eram o seu enlevo. [...] Amava as flores [...] na serra que fartura, que riqueza, especialmente na primavera! [...] Era um alvoroço quando descobria as primeiras rosas albardeiras. [...] Amava as estrelas, a que chamava ‘as candeias dos Anjos’, e desafiava a prima e o irmão a que contassem maior número do que ela. Amava o Sol que doira a serra com os seus raios esplendorosos. Amava ainda mais a claridade da Lua, ‘a lâmpada de Nossa Senhora’, como ela também lhe chamava, porque, como dizia, a lua não faz mal ao olhar. Quando a lua era cheia corria a dar a boa nova. [...] Amava os montes e tudo o que de belo criou o Divino Artífice” (MARCHI, 2011:23-24). Mas qual é a razão profunda desta admiração sem limites por todos os seres vivos e criados? A Escritura explica-nos: “Com efeito, pela grandeza e beleza das criaturas, pode-se, por analogia, chegar ao conhecimento do seu Autor” (Sb 13, 5). Nesta linha, a Irmã Lúcia acrescenta: “Toda a natureza foi criada para nos falar de Deus e revelar-nos a grandeza do mistério de Deus.” E sublinha: “Se quisermos escutar, toda a obra criada nos fala de Deus criador” (LÚCIA, 2002: 118-119).»
PARA VOLTAR A LER: "Morreste-me"...
Textos compostos por António Filipe Barbosa, Fernando Rosas, João Duque, José Nuno Silva e José Pedro Angélico incluídos nas 65 páginas do livrinho serviram de base aos conteúdos do folheto.
(...)
Estranhamente, a luz ténue da esperança cristã apresenta duas facetas paradoxais, em relação à morte. Por um lado, surge como salvação da morte e, nesse sentido, como condenação da morte, enquanto o que de pior pode acontecer aos humanos – e que é experimentado, sobretudo, na morte do outro que amamos; por outro lado, o caminho da esperança cristã só é possível através da morte, isto é, depois de dita a penúltima palavra sobre nós, pois é essa palavra que coloca um ponto final na nossa vida terrena e, desse modo, torna essa vida completa – mesmo que, na nossa perspetiva, pareça estar sempre incompleta. Ou seja, cada um de nós só será ele mesmo, sem mais possibilidade de alterar a sua identidade, quando morrer, por mais breve que seja o seu tempo de vida. Assim, a morte é inevitável, não apenas de facto – todos sabemos que morreremos – mas, em certo sentido, de direito – somos seres biologicamente finitos e, para o «encerramento» do nosso processo de construção da identidade pessoal, temos que morrer.
(...)
Estranhamente, a luz ténue da esperança cristã apresenta duas facetas paradoxais, em relação à morte. Por um lado, surge como salvação da morte e, nesse sentido, como condenação da morte, enquanto o que de pior pode acontecer aos humanos – e que é experimentado, sobretudo, na morte do outro que amamos; por outro lado, o caminho da esperança cristã só é possível através da morte, isto é, depois de dita a penúltima palavra sobre nós, pois é essa palavra que coloca um ponto final na nossa vida terrena e, desse modo, torna essa vida completa – mesmo que, na nossa perspetiva, pareça estar sempre incompleta. Ou seja, cada um de nós só será ele mesmo, sem mais possibilidade de alterar a sua identidade, quando morrer, por mais breve que seja o seu tempo de vida. Assim, a morte é inevitável, não apenas de facto – todos sabemos que morreremos – mas, em certo sentido, de direito – somos seres biologicamente finitos e, para o «encerramento» do nosso processo de construção da identidade pessoal, temos que morrer.
(...)
A impossibilidade dessa esperança apenas nos conduz ao absurdo, ao sem-sentido completo de todos os nossos desejos e aspirações, assim como das nossas realizações. Nesse sentido, poderíamos dizer que é mais humanizante esperar para além da morte do que desesperar com a morte. E é essa esperança que nos dará coragem para acreditarmos no ser humano, apesar de tudo – apesar da morte.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
FESTA LITÚRGICA DOS SANTOS FRANCISCO E JACINTA
Celebra-se amanhã, 20 de Fevereiro. Francisco e Jacinta são Padroeiros da Infância Missionária,
No Santuário de Fátima já decorre desde o dia 16 o programa celebrativo, que assinala a efeméride do centenário da morte de Santa Jacinta Marto.
PROGRAMA a 20 de fevereiro de 2020 - quinta-feira
10h00 – Rosário Solene | Capelinha das Aparições
10h45 – Procissão com os ícones dos Santos Francisco e Jacinta
11h00 – Missa | Basílica da Santíssima Trindade
14h00-16h00 – Atividade com crianças | Basílica da Santíssima Trindade
17h30 – Vésperas Solenes | Basílica de Nossa Senhora do Rosário
18h30 – Rosário | Capelinha das Aparições
21h30 – Rosário | Capelinha das Aparições
Siga em directo do Santuário
https://www.fatima.pt/pt/pages/transmissoes-online
No Santuário de Fátima já decorre desde o dia 16 o programa celebrativo, que assinala a efeméride do centenário da morte de Santa Jacinta Marto.
PROGRAMA a 20 de fevereiro de 2020 - quinta-feira
10h00 – Rosário Solene | Capelinha das Aparições
10h45 – Procissão com os ícones dos Santos Francisco e Jacinta
11h00 – Missa | Basílica da Santíssima Trindade
14h00-16h00 – Atividade com crianças | Basílica da Santíssima Trindade
17h30 – Vésperas Solenes | Basílica de Nossa Senhora do Rosário
18h30 – Rosário | Capelinha das Aparições
21h30 – Rosário | Capelinha das Aparições
Siga em directo do Santuário
https://www.fatima.pt/pt/pages/transmissoes-online
QUARTA-FEIRA DA SEMANA VI DO TEMPO COMUM
EVANGELHO Mc 8, 22-26
«O cego ficou restabelecido e via tudo claramente»
Rezar a palavra
Que eu veja, Senhor, que eu veja. Toca-me com teu olhar e faz luz em mim. Toca-me com o teu amor e faz que entenda. Toca-me com o teu sopro de vida e faz-me viver de novo.
Compromisso
Hoje vou rezar por todos quantos, como eu, sentem dificuldade em viver na luz de Jesus. Por eles e por mim vou dizer muitas vezes: “Que eu veja, Senhor”.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
AJUDAR A MORRER OU APRENDER A VIVER
Volta a abrir-se o debate sobre o carácter ético e legal de uma opção extrema como nenhuma outra, que interpela a sociedade nos domínios do religioso, filosófico, social, civil, legislativo e mesmo económico.
A primeira coisa a tomar consciência é de que, quer se goste quer não, vivemos numa sociedade pluralista, na qual se confrontam visões de vida diferentes, por vezes muito distantes e, algumas vezes, contrapostas.
Simplifico, para ir direto à questão: uma coisa é pensar que o ser humano é a casual e imprevisível combinação de um conjunto de células, outra é acreditar que, em princípio, há um Deus criador que infunde o seu sopro vital no ser humano. E ainda: uma perspetiva é considerar que, depois da morte, seremos apenas pasto para os vermes ou cinzas a espalhar pelos montes ou no mar, outra é afirmar que a morte é «entregar a alma a Deus».
Naturalmente, entre dois extremos, há toda uma série de crenças, sensibilidades e modos de situar-se perante a vida e a morte.
Visões tão diferentes poderão conviver num quadro legislativo que satisfaça todos, ou pelo menos o maior número de cidadãos? As pressões para o reconhecimento de muitos direitos “individuais” são ou não contrabalançadas com uma série de deveres que dizem respeito ao cidadão individual e a toda a comunidade?
É suficiente, à luz não de uma fé religiosa, mas da Constituição, assegurar a alguns um percurso de “boa morte” (à letra: eutanásia), sem primeiro fazer com que cada vida, inclusive a mais atingida por malformações e enfermidades, seja vivível? O que pode/deve fazer o Estado para remover os obstáculos que impedem o pleno desenvolvimento da personalidade de todos os cidadãos, a começar pelos mais necessitados de cuidados?
Digamo-lo sem rodeios: a opção de decisões extremas, quanta despesa evita à finança pública? E depois: de que modo se decidirá pela “boa morte” de quem não está (ou já não está) capacitado para compreender e querer?
Concluo citando, em vez do Evangelho, dois autores importantes da literatura contemporânea, Cesare Pavese e Giuseppe Ungaretti. Um, no dia antes de se suicidar, deixa escrito «ó Tu, tem piedade». O outro, imerso na carnificina da primeira guerra mundial, confia a um verso o pensamento de que «a morte desconta-se vivendo».
O Tu indeterminado de Pavese refere-se, como se lo queira entender, a Alguém para além de si; para Ungaretti, para beneficiar da morte é preciso viver. E, acrescento eu, viver bem, isto é, não só para si, mas para os outros, sobretudo para quem está pior que nós.
Pedido de piedade e sentido de solidariedade perante a morte não poderiam ser a difícil, mas possível, via que junta cristãos, crentes de outras fés e não crentes, a fim de que a morte não deixe de nos tornar mais humanos?
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL QUERIDA AMAZÓNIA - DO SANTO PADRE FRANCISCO
AO POVO DE DEUS E A TODAS AS PESSOAS DE BOA VONTADE
5. A Amazónia é um todo plurinacional interligado, um grande bioma partilhado por nove países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Perú, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa. Todavia dirijo esta Exortação ao mundo inteiro. Faço-o, por um lado, para ajudar a despertar a estima e solicitude por esta terra, que também é «nossa», convidando-o a admirá-la e reconhecê-la como um mistério sagrado; e, por outro, porque a atenção da Igreja às problemáticas deste território obriga-nos a retomar brevemente algumas questões que não devemos esquecer e que podem servir de inspiração para outras regiões da terra enfrentarem os seus próprios desafios.
6. Tudo o que a Igreja oferece deve encarnar-se de maneira original em cada lugar do mundo, para que a Esposa de Cristo adquira rostos multiformes que manifestem melhor a riqueza inesgotável da graça. Deve encarnar-se a pregação, deve encarnar-se a espiritualidade, devem encarnar-se as estruturas da Igreja. Por isso, nesta breve Exortação, ouso humildemente formular quatro grandes sonhos que a Amazónia me inspira:
7. Sonho com uma Amazónia que lute pelos direitos dos mais pobres, dos povos nativos, dos últimos, de modo que a sua voz seja ouvida e sua dignidade promovida.
Sonho com uma Amazónia que preserve a riqueza cultural que a carateriza e na qual brilha de maneira tão variada a beleza humana.
Sonho com uma Amazónia que guarde zelosamente a sedutora beleza natural que a adorna, a vida transbordante que enche os seus rios e as suas florestas.
Sonho com comunidades cristãs capazes de se devotar e encarnar de tal modo na Amazónia, que deem à Igreja rostos novos com traços amazónicos.
NÃO MATARÁS!
Ensina-me, Senhor, a subir mais alto,
Como os lírios do campo,
Como os passarinhos.
Ensina-me a ser santo
Como os pequeninos.
Só sendo assim me posso sentar à tua mesa,
Onde se come e se reza,
E o ambiente é familiar e quente
Como uma lareira acesa.
Até as aves do céu vêm abrigar-se em tua casa,
Comer à tua mesa.
Aqui fazem os passarinhos os seus ninhos,
E até os bandos de estorninhos
Encontram aqui o seu descanso.
Dá-nos, Senhor,
Em cada dia
Da nossa vida
Às vezes escura,
A água pura da tua luz e alegria,
Que nos enche de paz e nos sacia.
D. António Couto
Subscrever:
Mensagens (Atom)












