REZEMOS PARA QUE VISITA PASTORAL A VILAR DO PARAÍSO, DE 27 DE OUTUBRO A O1 DE NOVEMBRO, FORTALECA A NOSSA FÉ E NOS TRAGA CAMINHOS DE RENOVAÇÃO CRISTÃ PROPOSTA PELO SÍNODO DIOCESANO: "FORMAR-REFORMAR-TRANSFORMAR" E UNA EM ORAÇÃO DE ESPERANÇA E ALEGRIA A NOSSA COMUNIDADE PARA QUE DÊ FRUTO EM ABUNDÂNCIA
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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

SANTA CLARA (MEMÓRIA)

 Dt 34, 1-12 / Slm 65 (66), 1-3a.5.9.16-17 / Mt 18, 15-20

Aclamai o Senhor, terra inteira, cantai a glória do seu nome. (Salmo)

Tentemos pôr-nos em comunhão com tudo o que nos leva para Deus e elevemo-nos, também. «Tudo o que sobe converge» (Teilhard de Chardin, sj): uma ária de ópera, um caso amoroso, um carro bonito, um sacrifício por amor, a estética das palavras, uma piada subtil, um móvel bonito, um bom charuto, um concerto rock, a coragem, enfrentarmos alguém para defender outrem, a possibilidade de termos uma consulta médica, etc., etc., etc. Olhemos à nossa volta, apreciemos, contemplemos e glorifiquemos a Deus.

https://redemundialdeoracaodopapa.pt/meditacao-diaria/1401
Imagem: Internet

domingo, 13 de junho de 2021

DIA DE SANTO ANTÓNIO


ORAÇÃO COLECTA

Deus eterno e todo-poderoso,
que em Santo António destes ao vosso povo
um pregador insigne do Evangelho
e um poderoso intercessor junto de Vós,
concedei que, pelo seu auxílio,
sigamos fielmente os ensinamentos da vida cristã
e mereçamos a vossa protecção em todas as adversidades.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

S. FILIPE e S. TIAGO, Apóstolos

LEITURA I 1 Cor 15, 1-8

«O Senhor apareceu a Tiago e depois a todos os Apóstolos»

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Recordo-vos, irmãos, o Evangelho
que vos anunciei e que recebestes,
no qual permaneceis e pelo qual sereis salvos,
se o conservais como eu vo-lo anunciei;
aliás teríeis abraçado a fé em vão.
Transmiti-vos em primeiro lugar o que eu mesmo recebi:
Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras;
foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,
e apareceu a Pedro e depois aos Doze.
Em seguida apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez,
dos quais a maior parte ainda vive,
enquanto alguns já faleceram.
Posteriormente apareceu a Tiago e depois a todos os Apóstolos.
Em último lugar, apareceu-me também a mim,
como o abortivo.

Palavra do Senhor.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

S. TOMÁS DE AQUINO, presbítero e doutor da Igreja

Liturgia das Horas
Dos Comentários de São Tomás de Aquino, presbítero

(Collatio 6 super Credo in Deum) (Sec. XIII)

A cruz, exemplo de todas as virtudes


Que necessidade havia para que o Filho de Deus sofresse por nós? Uma necessidade grande e, por assim dizer, dupla: para remédio contra o pecado e para exemplo do que devemos fazer.

Foi em primeiro lugar um remédio, porque na paixão de Cristo encontramos remédio contra todos os males em que incorremos por causa dos nossos pecados.

Mas não é menor a utilidade que tem como exemplo. Na verdade, a paixão de Cristo é suficiente para orientar toda a nossa vida. Quem quiser viver em perfeição, basta que despreze o que Cristo desprezou na cruz e deseje o que Ele desejou. Nenhum exemplo de virtude está ausente da cruz.

Se queres um exemplo de caridade: Não há maior prova de amor do que dar a vida pelos seus amigos. Assim fez Cristo na cruz. E se Ele deu a vida por nós, não devemos considerar penoso qualquer mal que tenhamos de sofrer por Ele.

Se procuras um exemplo de paciência, encontras na cruz o mais excelente. Reconhece-se uma grande paciência em duas circunstâncias: quando alguém suporta com serenidade grandes sofrimentos, ou quando pode evitar os sofrimentos e não os evita. Ora Cristo suportou na cruz grandes sofrimentos, e com grande serenidade, porque sofrendo não ameaçava; e como ovelha levada ao matadouro, não abriu a boca. É grande portanto a paciência de Cristo na cruz: corramos com paciência a prova que nos é proposta, pondo os olhos em Jesus, autor e consumador da fé, que em lugar da alegria que lhe era proposta suportou a cruz, desprezando-lhe a ignomínia.

Se queres um exemplo de humildade, olha para o crucifixo: Deus quis ser julgado sob Pôncio Pilatos e morrer.

Se procuras um exemplo de obediência, segue Aquele que Se fez obediente ao Pai até à morte: assim como pela desobediência de um só, isto é, Adão, muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um só muitos serão justificados.

Se queres um exemplo de desprezo pelas honras da terra, segue Aquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores, no qual se encontram todos os tesouros de sabedoria e de ciência e que na cruz está despojado dos seus vestidos, escarnecido, cuspido, espancado, coroado de espinhos e dessedentado com fel e vinagre.

Não te preocupes com trajes e riquezas, porque repartiram entre si as minhas vestes; nem com as honras, porque troçaram de Mim e Me bateram; nem com as dignidades, porque teceram uma coroa de espinhos e puseram-Ma sobre a cabeça; nem com os prazeres, porque para a minha sede Me deram vinagre.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

S. FRANCISCO XAVIER, Presbítero e Padroeiro das Missões

LEITURA I 1 Cor 9, 16-19.22-23
«Ai de mim se não evangelizar!»

Consciente de que o chamamento ao apostolado é um encargo confiado por Deus, S. Francisco Xavier viveu com inquebrantável fidelidade, total desinteresse e extraordinário zelo apostólico, a sua missão. A ordem do Senhor – «Proclamai a Boa Nova a todas as criaturas» (Mc. 16, 15) – fazia-lhe vencer todas as dificuldades. «Suportar todos estes trabalhos por amor d'Aquele por Quem os devemos suportar, eis a grande alegria» (Carta de 1542).

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Anunciar o Evangelho não é para mim um título de glória, é uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não anunciar o Evangelho! Se o fizesse por minha iniciativa, teria direito a recompensa. Mas, como não o faço por minha iniciativa, desempenho apenas um cargo que me está confiado. Em que consiste, então, a minha recompensa? Em anunciar gratuitamente o Evangelho, sem fazer valer os direitos que o Evangelho me confere. Livre como sou em relação a todos, de todos me fiz escravo, para ganhar o maior número possível. Com os fracos tornei-me fraco, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de ganhar alguns a todo o custo. E tudo faço por causa do Evangelho, para me tornar participante dos seus bens.

Palavra do Senhor.

Imagem: Internet 

terça-feira, 10 de novembro de 2020

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

S. TERESA DE JESUS, virgem e doutora da Igreja

SALMO RESPONSORIAL Salmo 18B (19B) 8.9.10.11 (R. cf. Jo 6, 63c)
Refrão: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida.

A lei do Senhor é perfeita,
ela reconforta a alma.
As ordens do Senhor são firmes
e dão sabedoria aos simples.

Os preceitos do Senhor são rectos
e alegram o coração.
Os mandamentos do Senhor são claros
e iluminam os olhos.

O temor do Senhor é puro
e permanece eternamente.
Os juízos do Senhor são verdadeiros,
todos eles são rectos.

São mais preciosos que o ouro,
o ouro mais fino;
são mais doces que o mel,
o puro mel dos favos.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

#SANTO DO DIA

Um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros séculos do Cristianismo, Agostinho foi bispo de Hipona, na Argélia, durante 34 anos. Nasceu em Tagaste, na Argélia, em 354. Converteu-se à fé cristã e foi batizado em Milão por Santo Ambrósio, em 387. É amplamente aceite como o mais importante dos Doutores da Igreja no Ocidente. Morreu em Hipona, em 430.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

S. BERNARDO, abade e doutor da Igreja

Liturgia das Horas
Dos Sermões de São Bernardo, abade,
sobre o Cântico dos Cânticos

(Sermão 83, 4-6: Opera Omnia, ed, Cisterc. 2 [l958], 300-302)
(Sec. XII)

Amo porque amo, amo para amar

O amor subsiste por si mesmo, agrada por si mesmo e por causa de si mesmo. Ele próprio é para si mesmo o mérito e o prémio. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. Grande coisa é o amor, desde que remonte ao seu princípio, que volte à sua origem, que torne para a sua fonte, que se alimente sempre da nascente donde possa brotar incessantemente. Entre todas as moções, sentimentos e afectos da alma, o amor é o único em que a criatura pode corresponder ao Criador, se não em igual medida, ao menos de modo semelhante. Com efeito, Deus, quando ama, não quer outra coisa senão ser amado: isto é, não ama por outro motivo senão para ser amado, sabendo que o próprio amor torna felizes os que se amam entre si.
O amor do Esposo, ou antes o Amor Esposo, não pede senão correspondência e fidelidade. A amada deve, portanto, retribuir com amor. Como pode a esposa não amar, sobretudo se é a esposa do Amor? Como pode o Amor não ser amado?
Com razão renuncia a qualquer outro afecto e se entrega total e exclusivamente ao Amor a alma consciente de que o modo de corresponder ao amor é retribuir com amor. Na verdade, mesmo quando toda ela se transforma em amor, que é isso em comparação com a torrente perene que brota daquela fonte? Evidentemente, não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, da criatura e do Criador; há entre eles a mesma diferença que entre a fonte e quem dela bebe.
Sendo assim, ficará sem qualquer valor e eficácia o desejo da noiva, o anseio de quem suspira, a paixão de quem ama, a esperança de quem confia, porque não pode acompanhar a corrida do gigante, igualar a doçura do mel, a mansidão do cordeiro, a beleza do lírio, o esplendor do sol, a caridade d’Aquele que é a caridade? Não. Porque embora a criatura ame menos, porque é menor, se todavia ela ama com todo o seu ser, nada fica por acrescentar. Nada falta onde está tudo. Por isso, este amor total equivale ao desposório, porque é impossível amar assim sem ser amado, e neste mútuo consentimento de amor consiste o autêntico e perfeito matrimónio. Quem pode duvidar de que a alma é amada pelo Verbo, antes dela e mais intensamente?

Imagem: Internet 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

SANTA CLARA

Quando situamos a vida de Santa Clara no contexto histórico do século XIII, somos lembrados de como eram turbulentos os tempos na Igreja, quando grupos como os cátaros e albigenses desafiaram a riqueza de bispos e restante clero com o seu próprio testemunho de maior austeridade.

As novas ordens mendicantes organizadas por S. Francisco e S. Domingos distinguiram-se daqueles grupos, considerados heréticos, ao serem aprovadas pelo papa, colocando-se sob a autoridade de Roma. Quando S. Francisco acolheu no seu grupo Clara, de 18 anos, teve de a colocar, e às suas seguidoras, em mosteiros beneditinos, para proteger o seu estatuto de religiosas. Santa Clara de Assis viveu enclaustrada, sobrevivendo 27 anos a Francisco, até à sua morte, em 1253.

Apesar dos esforços hagiográficos para romantizar esse período, o extremo sacrifício pessoal de Clara e Francisco para afirmar a pobreza de Cristo mostra o quão urgente era a necessidade de reforma para restaurar a autêntica missão evangélica da Igreja. Como profetas, concretizaram a obediência exibida por Ezequiel na primeira leitura de hoje (2,8-3,4), ao consumirem um manuscrito que declararam doce como o mel, e que, na realidade, confrontou a Igreja com as suas falhas e a necessidade de conversão.

No Evangelho de hoje (Mateus 18,1-5,10,12-14), ao colocar uma criança no meio dos seus discípulos, Jesus também confrontou os seus sucessores, papas e bispos, com Clara e Francisco enquanto modelos do verdadeiro espírito cristão. A sua santidade simples revelou o rosto do Pai dos Céus em contraste com os valores distorcidos que tinham infetado a Igreja oficial do tempo.

O preço do discipulado não diminuiu. Tempos perversos requerem coragem heroica para conter os efeitos da riqueza e da corrupção em culturas e sistemas inteiros, que causam grande dano e sofrimento a tantas pessoas. Exemplos de sacrifício e serviço na oposição à guerra, ao racismo e à pobreza são necessários para confrontar os falhanços institucionais e a cumplicidade que alimenta. Honramos os santos ao rezar para que os imitemos.

Quando Jesus viu que os seus discípulos precisavam de renovar a sua esperança no poder de Deus para que fizessem o impossível, colocou uma criança no meio deles e disse: aqui está o vosso modelo e a vossa motivação. Quem recupera em si a maravilha e a inocência de uma criança encontrará o Espírito de Deus. Quem quer que acolha e cuide daqueles que são vulneráveis como crianças, conhecerá o poder de Deus para criar um mundo digno delas.

Santa Clara de Assis, ora por nós.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS

Ensinai-nos, Pastorinhos, 
Ensinais-nos a viver,
Na escola de Maria, Maria, Maria!
Ensinai-nos, Pastorinhos, 
Ensinai-nos a viver,
Na escola de Maria, 
Nós queremos aprender.

João Paulo II incentivou-nos,
Frequentai a escola de Maria.
Com a Lúcia, Jacinta e o Francisco
Crescereis em graça e sabedoria. 

A beleza de Deus vos deslumbrou
E dispôs a escutar e a cumprir.
Aprendestes de um Anjo e de Maria,
O caminho por onde temos de ir.

Com Francisco aprendamos a adorar
O Senhor em espírito e verdade.
Mergulhemos no amor de Deus imenso
E vivamos na sua intimidade.

A Igreja em Santa Comunhão,
Com o Papa, com a Virgem Maria
O seu Imaculado Coração,
Encontramos refúgio alegria.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

FESTA LITÚRGICA DOS SANTOS FRANCISCO E JACINTA

Celebra-se amanhã, 20 de Fevereiro. Francisco e Jacinta são Padroeiros da Infância Missionária,

No Santuário de Fátima já decorre desde o dia 16 o programa celebrativo, que assinala a efeméride do centenário da morte de Santa Jacinta Marto.

PROGRAMA a 20 de fevereiro de 2020 - quinta-feira
10h00 – Rosário Solene | Capelinha das Aparições
10h45 – Procissão com os ícones dos Santos Francisco e Jacinta
11h00 – Missa | Basílica da Santíssima Trindade
14h00-16h00 – Atividade com crianças | Basílica da Santíssima Trindade
17h30 – Vésperas Solenes | Basílica de Nossa Senhora do Rosário
18h30 – Rosário | Capelinha das Aparições
21h30 – Rosário | Capelinha das Aparições

Siga em directo do Santuário
https://www.fatima.pt/pt/pages/transmissoes-online

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

DIA DE SÃO FRANCISCO XAVIER

ORAÇÃO
"Senhor, que, pela pregação de São Francisco Xavier, chamastes muitos povos ao conhecimento do vosso nome, concedei a todos os cristãos o mesmo zelo pela propagação da fé, para que, em toda a terra, a santa Igreja se alegre com novos filhos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amém."

São Francisco Xavier, rogai por nós!

domingo, 10 de novembro de 2019

FESTA DE SÃO MARTINHO

MISSA SOLENE
11 de Novembro, 19h00, na Capela de S. Martinho.

ALMOÇO CONVÍVIO
Domingo, 17 de Novembro, na Escola EB 2/3, Preparatória de Valadares.

Quem desejar ainda se pode inscrever.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

EM DIA DE S. JERÓNIMO EMILIANO e de SANTA JOSEFINA BAKHITA

Bem-aventurados os pobres em espírito, 
porque deles é o reino dos Céus. 
Bem-aventurados os humildes, 
porque possuirão a terra prometida.
Mt 5, 3-4 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

sábado, 10 de novembro de 2018

SÃO MARTINHO - 11 de Novembro

Memória de São Martinho, bispo, no dia do seu sepultamento. Nascido de pais gentios na Panónia, no território da hodierna Hungria, e chamado ao serviço militar na Gália, quando era ainda catecúmeno, cobriu com o seu manto a Cristo na pessoa de um pobre. Depois de receber o Baptismo, renunciou à carreira militar, fundou um mosteiro em Ligugé, onde levou vida monástica sob a direcção de Santo Hilário de Poitiers. Depois, ordenado sacerdote e, mais tarde, eleito bispo de Tours, teve sempre em vista o exemplo do bom pastor, fundando em várias localidades outros mosteiros e paróquias, dedicando-se à formação e reconciliação do clero e à evangelização dos rurais, até que, em Candes, foi ao encontro do Senhor.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

SEGUNDA-FEIRA da semana XXVIII

S. TERESA DE JESUS, virgem e doutora da Igreja
SALMO RESPONSORIAL Salmo 18B (19B) 8.9.10.11 (R. cf. Jo 6, 63c) 
Refrão: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida.

A lei do Senhor é perfeita, 
ela reconforta a alma. 
As ordens do Senhor são firmes 
e dão sabedoria aos simples.

Os preceitos do Senhor são rectos 
e alegram o coração. 
Os mandamentos do Senhor são claros 
e iluminam os olhos.

O temor do Senhor é puro 
e permanece eternamente. 
Os juízos do Senhor são verdadeiros, 
todos eles são rectos.

São mais preciosos que o ouro, 
o ouro mais fino; 
são mais doces que o mel, 
o puro mel dos favos.