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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

#SANTO DO DIA

Um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros séculos do Cristianismo, Agostinho foi bispo de Hipona, na Argélia, durante 34 anos. Nasceu em Tagaste, na Argélia, em 354. Converteu-se à fé cristã e foi batizado em Milão por Santo Ambrósio, em 387. É amplamente aceite como o mais importante dos Doutores da Igreja no Ocidente. Morreu em Hipona, em 430.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

S. AGOSTINHO, bispo e doutor da Igreja

EVANGELHO Mt 23, 8-12 
«Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo» 
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não vos deixeis tratar por ‘Mestres’, porque um só é o vosso Mestre e vós sois todos irmãos. Na terra não chameis a ninguém vosso ‘Pai’, porque um só é o vosso pai, o Pai celeste. Nem vos deixeis tratar por ‘Doutores’, porque um só é o vosso doutor, o Messias. Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo. Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado». 
Palavra da salvação. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

QUARESMA


Do sermão 206 de Santo Agostinho:
«Voltou o tempo aniversário da Quaresma, no qual tenho a obrigação de vos dirigir uma exortação, porque tendes o dever de oferecer a Deus obras que estejam de acordo com estes dias do calendário. Tais obras, porém, não são úteis para o Senhor, mas para vós. Também nas outras épocas do ano o cristão se deve entregar com ardor à oração, ao jejum e à esmola; mas esta solenidade deve estimular inclusive aqueles que habitualmente são preguiçosos; e aqueles que já se entregam com esmero a tais ocupações devem realizá-las ainda com maior intensidade... A repetição anual da solenidade equivale a uma repetição do que Cristo Senhor sofreu por nós na sua única morte. O que teve lugar uma só vez na história para a renovação da nossa vida, celebra-se todos os anos para perpetuar a sua memória... Depois dos dias do nosso abatimento, chegará o tempo da nossa exaltação, não ainda no repouso da visão, mas na satisfação de o contemplar nas celebrações que o simbolizam...» (Antologia Litúrgica, 3774)

Secretariado Nacional da Liturgia