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segunda-feira, 4 de setembro de 2023

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 2023-2024

Pelas vias da alegria e da esperança
Toda a Sagrada Escritura é a história de um povo, embrião de uma nova humanidade, criado por Deus para a felicidade e para a consolação que lhe advêm da experiência do convívio entre Criador e criatura, que O aceita pela fé. Mas é no Novo Testamento que mais se ressalta esse dom do contentamento e da felicidade. Aliás, a palavra “Evangelho” quer dizer, precisamente, anúncio de uma alegre notícia, boa nova de alegria. Por isso, S. Paulo viria a sintetizar as atitudes que nascem das palavras e das atitudes de Jesus na conhecida expressão: “Sede alegres na esperança” (Rm 12,12).

Que é a alegria, esse imenso valor não disponível no comércio? É um estado de alma em que a pessoa se sente bem, entusiasmada, bem-disposta, íntegra, não dividida contra si mesma ou contra os outros. É um sentimento no qual a vida resulta menos amarga e como que se não dá conta da dureza do solo que trilhamos.  É a grande vacina contra aquele pessimismo que nos leva a considerar o tempo que nos é dado viver como um dos mais difíceis da história. O que é mentira e só gera sentimentos de angústia, dúvida e desespero. Na vida pessoal e na vida da Igreja.

A tristeza é sempre paralisante: não entusiasma, não comove, não move. Encerra-nos numa concha que é o contrário da fermentação do mundo. É ficarmos fechados no Cenáculo, quando os homens e as mulheres “provenientes de todas as nações que há debaixo do céu” (At 2,5) reclamam uma Palavra de salvação.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 2022|2023

ABRAÇA O PRESENTE!
JUNTOS POR UM CAMINHO NOVO.

NO ÂMBITO DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

12. Preparar e celebrar a JMJ 2023, de modo que esta iniciativa promova, em meio escolar ou em meio eclesial, a evangelização dos jovens, a resposta vocacional e o rejuvenescimento das comunidades cristãs.

13. Dar justo protagonismo aos jovens e tornar efetiva a sua participação ativa nos lugares de ação pastoral, não apenas no plano da execução, mas também nos processos de planeamento, discernimento, elaboração e tomada de decisão.

14. Acentuar a dimensão da alegria, na proposta, formação, celebração e vivência da fé, como antídoto e vacina contra o individualismo radical.

15. Realizar encontros vicariais de adolescentes para motivar os mesmos a acolherem as propostas da JMJ e acompanharem, nas vigararias, a sua realização.

16. Preparar a passagem do processo catequético da Adolescência para a sucessiva integração nos âmbitos da Pastoral da Juventude.

17. Promover o contributo da mundividência cristã no meio escolar.

18. Cuidar da relação entre a fé e a cultura, valorizando a via da beleza

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 2021/2022


"III. O LEMA: LEVANTA-TE! JUNTOS POR UM CAMINHO NOVO.

Em sintonia com o lema da JMJ de 2023 “Maria levantou-se apressadamente” (Lc 1,39), percebe-se a nossa escolha do imperativo evangélico “Levanta-te”, cujo verbo tem o movimento e a ressonância de uma verdadeira ressurreição, de um novo ânimo, de uma nova vida, de uma renovada juventude da alma.

É a palavra de ordem de Jesus ao filho da viúva de Naim: “Jovem, eu te digo: levanta-te” (Lc 7,14) e o imperativo do Ressuscitado a Paulo, segundo o relato do próprio Apóstolo: “Levanta-te! Eu te constituo apóstolo e testemunha” (At 26,16).

É uma bela expressão evangélica, que precisamos de escutar e de repropor continuamente, depois destes dois anos pastorais marcados pela pandemia. O próprio Papa Francisco resumia numa palavra o programa para depois da pandemia: ressurgir.

Em tempos de pós-pandemia é sentida por toda a Diocese do Porto esta necessidade de nos levantarmos do chão, de repartirmos, de partirmos de novo e de sairmos ao encontro do próximo, como o fez Maria. Fazemo-lo todos juntos, em família, como família de irmãos, com as famílias, sempre com Cristo, no meio, à frente e sem nunca deixar ninguém para trás."

Documentos e Recursos em 

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O MEU PAI É O AGRICULTOR

O Antigo Testamento está cheio de alusões ao povo de Israel como “vinha eleita”, “vinha do Senhor”, “vinha destinada a produzir bons frutos”, não obstante as frequentes infidelidades. Jesus, porém, sem desprezar este sentido coletivo, parece insistir mais na dignidade e responsabilidade individuais de estar inserido n’Ele como o ramo na videira: só desta unidade vital pode circular uma seiva nova, cheia de vida e capacidades, aptar a dar “muitos frutos”.
Porém, quem faz o trabalho e toma a iniciativa desta ação é o Pai. É Ele quem, como “agricultor” bom e zeloso, “corta o ramo que não dá fruto”, “limpa o que dá fruto, para que dê mais fruto ainda”, faz depender a sua glorificação da qualidade do fruto e da íntima condição de discípulos dos que estão unidos a Seu Filho, enfim, coloca-Se como protótipo do amor que deve unir todos os que estão inseridos na videira.
O Pai que enviou o Seu Filho à Terra como Salvador e Redentor preocupa-Se com cada um de nós. Não é um Deus abstrato, longínquo, insensível, um «deus dos filósofos» que «nem aquece nem arrefece», como diz o nosso povo. Pelo contrário, é um Deus operante, sensível, fonte de vida e felicidade, misericordioso, preocupado com cada um e com todos. Um Deus tão próximo que nos comunica a Sua vida, tal como a videira transmite aos ramos a qualidade da sua seiva. Por isso, a «condição cristã» não é nada de difícil compreensão: é, ao fim e ao cabo, não colocar barreira para que Deus exerça em nós a Sua obra, é fazer com que as artérias e veias não se tornem esclerosadas e impeçam a passagem dessa seiva que, em linguagem de fé, chamamos graça e filiação divinas.
Convido, por conseguinte, os agentes pastorais a terem como referência, neste ano pastoral de 2019/2020, a Pessoa divina do Pai e a ajudar a todos a redescobrirem este Deus, fonte de beleza e de vida, Criador, origem e fim do Universo e instaurador de um específico «plano», isto é, uma moral, um comportamento. Para isso, podem ser úteis as parábolas do amigo impertinente (Lc 11,5-8), do bom servidor (Lc 17,7-10), dos dez talentos (Mt 25,14-30) dos dois devedores (Lc 7,41-42), do filho pródigo (Lc 15,11-32), da dracma perdida (Lc 15,8-10), do fermento (Mt 13,32 ss), da figueira estéril (Mc 11,12-26), do filho obediente (Mt 21,28-32), do grão que germina (Mc 4,26-29), do pai de família (Mt 13,51 ss), do rico e de Lázaro (Lc 16,19-31), do semeador (Mc 4,3-9), etc.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

"Todos Discípulos MISSIONÁRIOS"

O nosso mundo tem sede de Deus. E muita! Se até a «detestável» Nínive se abriu a Deus e à sua graça, muito mais o nosso tempo, caracterizado porum renascer religioso, muitas vezes «selvagem». Não podemos «fugir» desta obrigação, como Jonas: temos antes de proceder como Jesus junto ao poço de Jacob: esperar que a samaritana chegue e saciar-lhe a sede da “água viva”. Claro que este «esperar», hoje, não é passividade, mas enorme atividade. Nesta disposição é que começa a conversão missionária das estruturas da nossa Igreja. E até a sua santidade, a qual, como refere o Papa Francisco na sua mais recente Exortação Apostólica, a “Alegrai-vos e Exultai” (Gaudete et exultate), passa pela persistência, paciência, mansidão, alegria, sentido de humor, ousadia e ardor. Sempre em comunidade e em oração contante (n. 112-157). 

Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Diocese do Porto, nos ajude a sermos membros vivos da Igreja da qual ela é Mãe e modelo. Participemos do espírito destemido de D. António Barroso, de quem celebramos o centenário da sua morte. E identifiquemo-nos completamente com a missão, a exemplo do P. Américo, ordenado Presbítero há noventa anos.

Porto, junho de 2018
O vosso bispo e irmão,
+ Manuel Linda

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=3733:plano-diocesano-de-pastoral-2018-2019&catid=76:noticias

sábado, 7 de julho de 2018

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL

Foi apresentado ontem, 6 de julho, na Casa Diocesana de Vilar, o Plano Diocesano de Pastoral para o ano 2018/2019. O tema deste ano é “Todos discípulos Missionários”, que vem - por feliz coincidência, de encontro ao "Ano Missionário" aprovado pelos Bispos de Portugal, que se inicia em outubro de 2018 e culmina em outubro de 2019, «Mês Missionário Extraordinário», assim declarado pelo Papa Francisco para assinalar o centenário de um importantíssimo documento pontifício que muito contribuiu para relançar a moderna perspetiva de missão.

Este Plano Diocesano de Pastoral destina-se a todas as paróquias e a todos os grupos nelas inseridos. Para a nossa Paróquia fica desde já a recomendação do Rev. Pe. Jerónimo: "Boa leitura e boa prática para atingirmos esses objectivos."

Descarregar todos os documentos em 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

"MOVIDOS PELO AMOR DE DEUS"


Plano Diocesano de Pastoral para o ano 2017-2018, integrado na planificação diocesana para o quinquénio 2015-2020.
Será apresentado nesta sexta feira, 7 de julho, às 21h30 na Casa Diocesana de Vilar.

Aberta à participação de toda a Igreja Diocesana e dos seu agentes de pastoral este convite destina-se a todos os sacerdotes, diáconos, consagrados(as) e leigos.

A vossa presença é um testemunho e um estímulo para percorrermos com alegria o caminho sinodal que a todos nos motiva e mobiliza para fazermos da “Alegria do Evangelho é a nossa Missão / Movidos pelo amor de Deus” a marca de Deus na Diocese do Porto.