Em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde, a Conferência Episcopal Portuguesa determina que os sacerdotes suspendam a celebração comunitária da Santa Missa até ser superada a atual situação de emergência.
Também devem seguir-se as indicações diocesanas referentes a outros sacramentos e atos de culto, bem como à suspensão de catequeses e reuniões.
Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas na televisão, rádio e internet.
Permaneçamos em oração pessoal e familiar, biblicamente alimentada, confiados na graça divina e na boa vontade de todos.
Lisboa, 13 de março de 2020
https://www.diocese-porto.pt/pt/documentos/outros-documentos/notas-pastorais/lista-de-artigos/dados/nota-da-confer%C3%AAncia-episcopal-portuguesa/?fbclid=IwAR2vCTdIhKX8inOjak209LuMZpf117o2kIs1TK1ReGB3PrLwMrzkDOIknDE
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sexta-feira, 13 de março de 2020
segunda-feira, 2 de março de 2020
CORONAVÍRUS: Conferência Episcopal divulga nota com indicações para prevenir contágios
O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) divulgou hoje uma nota com medidas de “prudência” para prevenir contágios com o novo coronavírus.
“Como em situações semelhantes e em sintonia com outras conferências episcopais e dioceses, e para evitar situações de risco, recomendamos algumas medidas de prudência nas celebrações e espaços litúrgicos, como, por exemplo, a Comunhão na mão, a Comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta”, refere o documento, enviado à Agência ECCLESIA.
Após a reunião desta tarde, que decorreu em Fátima, o organismo dos bispos católicos destacou o impacto da epidemia do Covid-19 em todo o mundo, apelando “à serenidade e ao incremento da prevenção nos cuidados de higiene”.
“Nesse sentido, convidamos a seguir estritamente as indicações e normas da Direção Geral de Saúde”, acrescenta a nota.
A DGS confirmou hoje os dois primeiros casos de infeção em Portugal, um homem de 66 anos e outro de 33, internados em hospitais do Porto.
O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou mais de 3000 mortos e infetou quase 90 mil pessoas em 67 países.
sábado, 27 de maio de 2017
CARTA PASTORAL DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA
NO CORAÇÃO DA CATEQUESE
(...)Se “a finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade, com Jesus Cristo”[41]; e se, como acabamos de ver, “o anúncio, a transmissão e a experiência vivida no Evangelho se realizam na Igreja” – então “a comunidade cristã é a origem, o lugar e a meta da catequese”[42]. É nesse sentido que a catequese é comunitária: porque vive da comunidade e para a comunidade.
Que a catequese tem de levar os catequizandos a integrarem-se na comunidade cristã é a conclusão óbvia da reflexão anterior: é sobretudo lá, na Igreja, que podem encontrar-se com Jesus Cristo Senhor, presente ao vivo na Palavra, na Liturgia, em especial na Eucaristia e nos sacramentos, e na prática da caridade.
(...) que a catequese se não pode reduzir à transmissão de conteúdos doutrinais, como no modelo escolar. A transmissão tem de fazer-se de modo vivenciado, inserida no encontro com Jesus Cristo. De resto, todo o encontro de catequese tem de ser encontro com Ele. Porque é Ele quem, vindo ao nosso encontro, nos pode despertar para a fé, uma fé que atinja todo o nosso ser: a cabeça, o coração e as mãos, que, segundo o Papa Francisco, necessariamente se correlacionam: a cabeça para “pensar o que se sente e o que se faz”; o coração para “sentir o que se pensa e o que se faz”; e as mãos para “fazer o que se sente e se pensa”[15].
(...)
O catequista é figura chave na catequese. E disso têm consciência os responsáveis diocesanos, pelos testemunhos e sugestões que nos transmitiram. O catequista é figura chave, desde logo por aquilo que ele é intrinsecamente: “um mediador que facilita a comunicação entre as pessoas e o mistério de Deus, dos sujeitos entre si e com a comunidade”[51]. É o rosto da comunidade, seu mediador e porta-voz, o que exige dele a devida integração, aceitação e credibilidade na comunidade. E torna-se, para os catequizandos, a referência concreta e próxima do Evangelho que lhes transmite, para os conduzir à comunhão e intimidade com Jesus Cristo.
(...)
A família é “insubstituível”[56] na catequese da infância e, ainda que de modo diferente, da adolescência; isto é, nas fases etárias em que os catequizandos mais dependem dos pais ou outros responsáveis pela sua educação. Ora, se o encontro com Cristo deve atingir a totalidade do ser humano, de modo algum se podem dispensar dele as pessoas que fazem parte da vida dos que com Ele se encontram.
E não há dúvida de que uma das maiores causas do abandono precoce de crianças e adolescentes está na falta de envolvimento dos pais e outros familiares na formação cristã que a comunidade oferece aos filhos. Como podemos querer que o filho reze diariamente e participe regularmente nos atos da vida da comunidade, especialmente na Eucaristia dominical, se o não vê fazer os pais, a que está particularmente ligado?
terça-feira, 3 de maio de 2011
D. José Policarpo regressa à presidência da Conferência Episcopal
Cardeal-patriarca de Lisboa eleito em Fátima. D. Manuel Clemente é o novo vice-presidente
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=85528
O cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, foi hoje eleito "por uma maioria clara" como novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), regressando a um cargo que ocupou entre 1999 e 2005, anunciou o secretário do organismo.
O cardeal, de 75 anos de idade, sucede a D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, que terminou dois mandatos consecutivos, o máximo permitido pelos estatutos da entidade representativa da Igreja Católica em Portugal.
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=85528
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