REZEMOS PARA QUE VISITA PASTORAL A VILAR DO PARAÍSO, DE 27 DE OUTUBRO A O1 DE NOVEMBRO, FORTALECA A NOSSA FÉ E NOS TRAGA CAMINHOS DE RENOVAÇÃO CRISTÃ PROPOSTA PELO SÍNODO DIOCESANO: "FORMAR-REFORMAR-TRANSFORMAR" E UNA EM ORAÇÃO DE ESPERANÇA E ALEGRIA A NOSSA COMUNIDADE PARA QUE DÊ FRUTO EM ABUNDÂNCIA
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sexta-feira, 11 de abril de 2025

3ª CATEQUESE QUARESMAL



Capela de S. Martinho, 9 de abril 2025

A última catequese Quaresmal na continuação do tema "para uma Igreja sinodal: Comunhão, Participação e Missão” - que em boa hora nos foi apresentado pelo Pe. Sérgio Leal - é de tal importância e significado que precisa de mais acompanhamento, estudo e participação de todos os cristãos pois implica um novo modo de ser igreja "em que o batismo é o que nos une e nos torna membros da Igreja, corresponsáveis pela sua ação, sem afastar o facto de que existem diferentes carismas, diferentes ministérios e funções."
Deixamos alguns pontos apresentados que precisamos de reflectir e discernir em permanente escuta e oração ao Espírito Santo.
- Caminho sinodal, caminho da Igreja.
- Escutar a voz de Deus e a voz do povo.
- Sinodalidade deve moldar as decisões eclesiais.
- Sinodalidade implica a prática do discernimento pessoal, eclesial e comunitário.
Por último o Pe. Sérgio referiu o importante papel de Maria, primeira discípula, na Igreja ao longo dos séculos, e com quem devemos continuar a contar neste novo caminho, olhando para o seu exemplo de fé, escuta, esperança, perseverança e, como ela, "guardar todas essas coisas no coração" até que um dia as possamos entender.
A Paróquia de Vilar do Paraíso e de Valadares agradecem a presença do Pe. Sérgio Leal por ter aceitado estar connosco.

quarta-feira, 9 de abril de 2025

4ª CATEQUESE QUARESMAL

Hoje, 9 de abril, 21h30, na Capela de São Martinho

CONVITE à presença de TODOS os Grupos da Pastoral e também a TODA a COMUNIDADE em geral.

quinta-feira, 27 de março de 2025

1ª CATEQUESE QUARESMAL

Realizou-se ontem, na Capela de São Martinho. a primeira das três catequeses quaresmais para ficarmos a conhecer mais sobre o tema da sinodalidade. 
"A Sinodalidade, sendo uma corresponsabilidade de todos os Batizados, sublinhando a fundamental igualdade de todos os Cristãos, Vocações e estados de vida, que vivem ou devem viver como povo unido e reunido à imagem da Santíssima Trindade. "  Pe. Sérgio Leal
A próxima catequese será no dia 4 de abril, pelas 21h30, em Valadares e todos estão convidados. 

sábado, 22 de março de 2025

CATEQUESES QUARESMAIS


CONVITE a todos os grupos da Pastoral e à comunidade em geral para participação nas Catequeses Quaresmais, com o Rev. Pe. Sérgio Leal e o tema sinodalidade. 

segunda-feira, 6 de março de 2023

CATEQUESES QUARESMAIS



Realiza-se hoje a segunda Catequese Quaresmal com o tema PERDOAR, pelo Pe. David Matamá e no Salão Paroquial de Valadares. 

O CONVITE é para toda a comunidade de Valadares e Vilar do Paraíso.
 

sábado, 25 de fevereiro de 2023

CATEQUESES QUARESMAIS

Estão de regresso as catequeses quaresmais e a primeira é já na próxima terça-feira, 28 de fevereiro, na Capela de S. Martinho.

O CONVITE a participar é para toda a COMUNIDADE. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

REFLEXÕES QUARESMAIS

 Tempo de formação e reflexão proposto pela Diocese, com D, Manuel Linda  e os senhores bispos auxiliares, que orientam as reflexões ao longo de toda a quaresma.

Hoje, às 21h30, é proposta a segunda reflexão e será transmitidas pelas redes sociais da Diocese (Youtube / Facebook).

Somos TODOS convidados por D. Manuel Linda,  "a unirmo-nos nesta formação da fé."

Siga em https://www.youtube.com/user/dioporto

segunda-feira, 23 de março de 2020

CATEQUESES QUARESMAIS 2020

Devido ao COVID-19, infelizmente não foi possível terminar este Ciclo. Mas é com gratidão que publicamos hoje o belo texto que nos foi enviado referente à Catequese do dia 10 de março, centrado na Samaritana, e nos liga já aos domingos seguintes... 
 " A ESPIRITUALIDADE QUARESMAL E PASCAL "
2.ª– 10.03 – Centro Paroquial de Vilar do Paraíso 
Nesta segunda catequese quaresmal a comunidade pôde contar, mais uma vez, com a disponibilidade e profundos conhecimentos do Sr. Pe. Luís de Castro, da SMBN, cuja vasta experiência e currículo são dignos de menção e ali foram dados a conhecer.
O Sr. Pe. Luís de Castro começou por dizer-nos que este encontro seria antes de tudo um tempo de oração, ao estilo Lectio Divina, centrado no texto bíblico do próximo domingo – o encontro de Jesus com a samaritana -, sendo já uma preparação para a liturgia do próximo domingo. E a reflexão, partindo do texto, centra-se em duas perguntas que temos de fazer, tal como Jesus fez. Consiste a primeira em saber o que está escrito no texto e a segunda em saber o que é que eu leio nesse texto ou, como é que o texto lê a minha pessoa. Cada uma dessas perguntas é para saber o que o texto me diz.
Deus quer falar a cada um de nós. Deus fala a todos. O que é que o texto me diz?
Antes de ler o texto o Pe. Luís de Castro fez uma pequena introdução à Quaresma.
 A liturgia do Ano A é principalmente uma liturgia batismal. É para preparar os catecúmenos.
O primeiro e segundo domingos são uma espécie de GPS. O primeiro diz qual o meu ponto de partida com o evangelho das tentações. Do ponto de vista bíblico, tentação significa prova. E é no momento de prova que sabemos o que temos no coração. É nesse momento que se manifesta. As tentações têm a ver com o mais profundo da nossa vida. São três os grandes âmbitos da nossa vida: ter, aparecer e poder.
Este é o ponto de partida. É a nossa realidade. A igreja convida-nos a olhar para nós tal qual somos. Se Jesus desce até ao nosso pecado, ele abraça toda a nossa vida.
Somos convidados, na quaresma, a partir exatamente do que somos, enquanto pessoas reais. E são essas pessoas reais que Deus ama e aceita incondicionalmente (há, contudo, uma diferença grande entre aceitar e aprovar. Aprovar tem a ver com o sentido ético ou moral das ações. Jesus não veio ensinar-nos uma moral. Veio ensinar-nos onde está o melhor bem. Um cristão não escolhe entre o bem e o mal, mas entre o bem e o bem maior).
 O primeiro domingo dá-nos, então, esse ponto de partida.
Do ponto de vista cristão só há conversão quando Deus nos toca com o seu amor.
O segundo domingo dá-nos o ponto de chegada, dizendo-nos para onde vamos ou aonde nos leva o caminho. A esperança cristã não é dizer que tudo vai correr bem - isso é otimismo.
Os três domingos a seguir são as etapas. É o encontro de Jesus com cada um de nós.
Depois da introdução, seguiu-se a leitura do texto bíblico” Jesus e a samaritana” (Jo 4,5-42)
A reflexão partiu da colocação dos personagens no cenário, para a melhor compreensão deste texto.
Começa o texto por dizer (numa tradução rigorosa) que 4Era preciso passar pela Samaria. 5Chegou então a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto da região que Jacob tinha dado a seu filho José. 6Ali estava o poço de Jacob. Cansado, Jesus sentava-se junto do poço. Era por volta da hora sexta. 7Veio uma mulher da Samaria para tirar água.
Ora, pese embora a Samaria ficar, geograficamente, entre a Judeia e a Galileia, o caminho normal não era pela Samaria, por causa da morfologia do terreno, muito acidentado, mas era feito por um desvio, passando junto ao rio Jordão. Logo, não se tratava de uma necessidade geográfica. Era preciso, porque esse era o Plano de Deus.
Jesus sentava-se ( a maioria das traduções não tem o verbo traduzido neste tempo verbal, porque na nossa língua o tempo do verbo tem a função de dizer quando se passou a ação, mas na língua hebraica e aramaica o tempo do verbo tem por função dizer como se passou a ação. O tempo em que a ação decorre é indicado por um advérbio no início da frase, como, por exemplo, ontem para indicar o tempo passado ou amanhã o tempo futuro). O tempo verbal em que está indica que era um ato mais demorado, sem pressa, um tempo de espera.
·         A Quaresma é o tempo de dar-se conta que Deus quer encontrar-se connosco. Ao lermos este texto devemos sentir-nos procurados por Deus. Não é possível ler este texto sem o ligar com a Paixão de Jesus. Também na cruz Ele fez o mesmo pedido “Tenho sede”. Por outro lado, a hora sexta é a hora do máximo calor e da luz (S. João usa uma linguagem simbólica entre a luz e as trevas. A noite no evangelho de S. João é quando Jesus não está e a hora sexta é quando Jesus está. No texto bíblico do Livro do Gn 24,11-15 a hora em que as mulheres saem para ir buscar a água não é ao meio dia, mas à tarde, à hora de menos calor.
De seguida, a reflexão incidiu sobre o diálogo entre Jesus e a mulher samaritana
Jesus disse-lhe:1.  Dá-me de beber!
·         Com este pedido Jesus quer saber que disponibilidade existe nesta mulher. Como dizia Santo Agostinho, Jesus tinha sede da fé daquela mulher.
2. De onde vais tirar a água viva?
·         A expressão “de onde” remete-nos para uma origem.
A água que eu lhe darei tornar-se-á nele um poço de água a saltar para a vida eterna.
·         A vida eterna tem aqui o sentido de uma forma nova de viver.
Este é um pobre resumo de quanta reflexão/oração feita naquela noite. O coração de cada um, presente no encontro daquela noite, terá guardado muito mais do que nos é possível expressar aqui.
O encontro terminou com algumas perguntas deixadas como pistas para a oração pessoal de cada um, para me interrogar sobre o que me diz este texto ou como é que este texto lê a minha pessoa, a minha vida. Este é um exercício de reflexão individual que cada um e cada uma poderá fazer nesta quaresma.
Aqui ficam as pistas:
1.      Tento fazer memória da minha história e entregá-la nas mãos do Senhor.
2.      Quais são os meus poços, de onde bebo água que não sacia? Apresento ao Senhor aquilo que me falta para uma vida plena.
3.      Quais são os meus cântaros, isto é, os pesos, que o Senhor me pede que eu deponha aos seus pés?
4.      Tento definir a minha relação com Jesus: como a definirei? Com que adjectivos?
5.      Quais as resistências que apresento dentro de mim perante as declarações de Jesus?
CR

terça-feira, 10 de março de 2020

CONVITE: CATEQUESES QUARESMAIS

Em Tempo de Quaresma, a 2ª catequese acontece hoje, às 21h30, no Centro Paroquial de Vilar do Paraíso, em que vamos escutar e reflectir com o Pe. Luís Castro.
O CONVITE é para todos! 

sexta-feira, 6 de março de 2020

CATEQUESES QUARESMAIS 2020

1.ª– 4.03 – Centro Paroquial de Valadares

Nesta quaresma as duas Paróquias vizinhas, de Vilar do Paraíso e Valadares, por força da circunstância de serem conduzidas pelo mesmo pastor, podem usufruir das catequeses quaresmais que, na paróquia de Vilar do Paraíso já fazem, há algum tempo, parte da agenda da vida da Paróquia no período quaresmal. É uma oportunidade local de formação e reflexão que podemos e devemos aproveitar. Acrescendo, ainda, o facto de permitir compartilhar recursos e alargar a convivência e melhor conhecimento intercomunitário.
A primeira aconteceu no p.p dia 5 e teve lugar no Centro Paroquial de Valadares (a 2.ª acontecerá no Centro paroquial de Vilar do Paraíso e a 3.ª será no Seminário da Boa Nova).
O tema foi a morte e o morrer, cultura e sociedade, pastoralmente. É um tema que, a priori, não seria apelativo para ir ouvir na noite de um dia que se tinha apresentado chuvoso, frio e de neblina.
Mas, pelo emolduramento humano da sala, naquela noite, cremos que o orador não terá ficado dececionado com a audiência.
O Pe José Nuno, nesta matéria tão difícil de abordar tem já créditos firmados e audiência assegurada. É um estudioso do tema e tem uma vasta e intensa experiência de observar bem de perto a fase do fim da vida de muitos e a envolvência, ou falta dela, familiar. Pois foi capelão do Hospital de S. João durante largo período, estando atualmente ligado à Pastoral da Fragilidade, no Santuário de Fátima e sendo assessor diocesano para a Pastoral da Saúde. Também a morte foi o tema da sua tese de doutoramento e, ainda, ministra a disciplina de Antropologia Médica na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, entre outras funções por si desempenhadas relacionadas com este seu profundo conhecimento.
E naquela noite falou-nos e pôs em evidência aquilo que não tínhamos ainda dado conta com tal crueza e clareza, porque é tema que gostamos de manter à distância.
Então dizia-nos que, atualmente, estamos a assistir e a viver a primeira era pós-mortal da História. 
Isto é, na evolução do homem, que levou milénios, sempre a morte foi integrada na vida, através de variados modos como se relacionou com a morte e o morrer. Sempre houve lugar para morrer e o lugar para morrer sempre foi nas mãos dos seus, na casa onde nasceram e onde viveram.
Dizem os mapas das estatísticas que em 1970 mais de 60/% morriam em casa. E a partir de 2010 mais de 60/% morrem nos hospitais. No espaço de uma geração perdeu-se a integração do luto na vida.
Os hospitais tornaram-se lugares de morrer, mas não têm lugar para morrer.
Porém, a morte é a questão mais determinante da vida. É a forma como eu vejo a morte que dá sentido à minha vida. 
A morte não é um acidente biológico, é antes o complemento da vida. A morte é o chegar ao fim de si mesmo. Nós fomos expropriados da nossa morte.
E nós, cristãos, estamos a falhar a História, porque não estamos a ver este fenómeno de inversão das práticas da morte na sociedade. O facto de termos transferido a morte das mãos das famílias para as instituições manifesta uma grande incapacidade de olhar para a morte e de estar com os mortos. Houve transferência do local da morte e simultaneamente a negação do lugar de morrer.
Esta transferência deu-se também porque com a criação do SNS muito mais pessoas passaram a ter acesso a cuidados de saúde no final das suas vidas, mas não tivemos ainda a capacidade para descobrir uma nova sabedoria para integrar e humanizar a morte.
Hoje há filhos que acham que acompanhar um familiar na morte é trabalho para os profissionais da instituição, e reivindicam tal como um direito, adveniente do pagamento de impostos ao Estado. E quando um filho não consegue perceber que o acompanhamento na morte dos pais é diferente do acompanhamento dos profissionais da saúde está consumada a perversão da morte e do morrer.
Esta é a sociedade pós mortal. Saíram da nossa relação as pessoas que morrem. A morte está apagada da sociedade e o principal fator de desumanização da pessoa é a negação da morte.
Apagámos a sabedoria do acompanhamento dos que morrem. Estamos sem palavras, sem rituais. Estamos de costas para a morte. Mas para dar sentido à minha morte tenho que pensar nela. Tenho que lhe dar sentido. Ou consideramos a morte no horizonte da vida ou nos iludimos sobre a vida.
Se a morte está longe de mim, afastada da minha consciência, eu não me sinto mortal. Só na medida em que me sinto mortal Cristo me interessa. Cristo é único, porque com a Sua morte abriu um Caminho para a Ressurreição.
CR

quinta-feira, 5 de março de 2020

1ª CATEQUESE QUARESMAL

Um ENCONTRO, como lhe chamou o Pe. José Nuno, aconteceu ontem à noite na Paróquia de Valadares, e o Salão Paroquial encheu-se para o ouvir falar da morte, das mudanças ocorridas na sociedade sobre a forma como se encara e a urgência de a humanizar: "porque a morte é, neste momento, uma realidade desumana."
Bem-haja ao Pe. José Nuno pela partilha que aqui nos trouxe, bem como a todos os que intervieram nesta conversa, e sobre a qual muito mais havia a dizer.

quarta-feira, 4 de março de 2020

CATEQUESES QUARESMAIS

É hoje o primeiro encontro na Paróquia de Valadares, às 21h30, mas o CONVITE é também para a nossa comunidade e todos os que desejem escutar o Pe. José Nuno, num tema que a todos interpela.
Se puder participe,  e desde já obrigada por partilhar a informação.

quinta-feira, 15 de março de 2018

VIDA(S) DEPOIS DE MORTES

Na passada quarta-feira, 14 de Março, encerrou-se o Ciclo de Catequeses Quaresmais, em 4 sessões apresentadas pelo Dr. Jorge Vilaça.
Depois de um dia de temporal a noite deu algumas tréguas, permitindo assim a todos os que desejaram estarem presentes no centro paroquial, para escutarem a última parte do tema: “Vida(s) depois de Mortes - Liturgia exequial cristã".
Mais uma excelente noite de formação em que muito mais se queria escutar, mas o tempo pareceu correr depressa demais e não o permitiu. 
No entanto, estamos em crer, que estas catequeses chamaram a atenção para uma realidade de que há muito se vem falando, e é fundamental que os conhecimentos agora adquiridos sejam postos ao serviço da comunidade.
Como dizia o Pe. Jerónimo no início desta última catequese: “O trabalho de casa que fica depois de ouvir os temas é pensar como podemos dar continuidade a tudo isto… É preciso reflectir em conjunto com a Pastoral da Família e da Saúde que quiseram aprender mais sobre esta temática, mas é importante incluir outras pessoas e pensar em ter um grupo em cada Capela e na Igreja, porque cada uma delas tem funerais, doentes, traumatizados, gente que sofre e precisa de uma palavra de esperança…”
Podemos então dizer que a Pastoral da Esperança deve nascer da interpelação que estas catequeses colocaram no coração de cada um, unir esforços e dar início a uma nova missão, que nos é proposta pelas palavras do Dr. Jorge Vilaça: “ Depois de tudo o que nos foi dado aprender o mais importante agora é que todos estejamos cientes de que existe um campo todo ele por fazer e não podemos ficar parados… e não é preciso pensar em coisas grandiosas mas começar com coisas pequeninas… porque a missão hoje já não se faz em grandes grupos, mas “do coração ao coração”.
 
Agradecimentos ao Pe. Jorge Vilaça, a quem desejamos as maiores felicidades na continuação da sua missão.