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terça-feira, 26 de março de 2019

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE

A Diocese do Porto quer recolher 100 mil euros de ajuda à população de Moçambique atingida pelo ciclone Idai, a acrescentar aos 60 mil já disponibilizados, e lançou um apelo à solidariedade de todos dos cristãos.

“O sonho é chegarmos aos 100 mil. Precisamos do contributo dos nossos cristãos, individualmente ou por intermédio das suas paróquias e organismos”, escreveu D. Manuel Linda, bispo diocesano, numa mensagem enviada hoje à Agência ECCLESIA.

O bispo do Porto informa que a conta para a  recolha de donativos é a do Fundo Social Diocesano com o número PT50 0018 2194 01559041020 17, e a indicação “Moçambique”.

Neste contexto, lembra o “velho princípio da moral” que diz que para “o pobre se desenvolver, os ricos têm de se envolver” e, neste caso, para os pobres refazerem a sua vida, “é indispensável” que comprometimento.

D. Manuel Linda assinala que a sociedade portuguesa e internacional está “a responder razoavelmente às urgências” que a situação impõe e realça que a Diocese do Porto também já participou com os contributos da Irmandade dos Clérigos e do Fundo Diocesano que totaliza 60 mil euros para as dioceses moçambicanas “mais atingidas” pelo ciclone: Beira, Chimoio, Gurué, Quelimane e Tete.

A reflexão conta com uma pergunta: “Fomos nós quem contribuiu para o ciclone Idai e, consequentemente, para o rasto de morte e destruição que deixou no centro de Moçambique?”

“É óbvio que ninguém quer acarretar com as culpas. É óbvio que nenhum de nós se foi confessar, acusando-se de estar implicado no sumo mal das perdas de vidas e bens de primeira necessidade. É óbvio que nem sequer pensamos nisso e tomamos a culpa à natureza”, desenvolveu.

Neste contexto, o bispo do Porto assinala que é altura de todos se comprometerem com “a indigência dos necessitados”, tanto mais, porque o “estilo de vida «desarruma» põe em perigo a casa comum de toda a humanidade”.

A passagem do Ciclone Idai por África afetou pelo menos 2,8 milhões de pessoas, contabilizam as organizações internacionais, em três países – Zimbabwe, Malawi – e Moçambique onde o número de pessoas atingidas pela catástrofe natural subiu para 531.000, o número de mortos para 446.

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