Gritos de angustia e desespero desesperados dos cristãos em Pemba, que o mundo teima em não escutar.
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domingo, 19 de julho de 2020
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
COM MOÇAMBIQUE NO CORAÇÃO
Vamos ajudar a reconstruir PEMBA.
A Caminhada Solidária é já no próximo domingo. Quem desejar contribuir pode ainda fazê-lo porque todas as ajudas são sempre bem-vindas.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
ÁFRICA: PAPA ENCERRA QUARTA VIAGEM AO CONTINENTE em defesa de novo modelo de desenvolvimento
Após seis dias em países marcados pela pobreza ou pela crise climática, Francisco condenou o denominou como “modelo económico idolátrico”, defendendo uma maior proteção dos mais desfavorecidos e da natureza, além de desafiar a Igreja Católica a confiar nos “descartados”, apresentando como exemplo o missionário francês Jacques-Désiré Laval, do século XIX, que dedicou a sua vida aos antigos escravos na Maurícia.
Antes, em Madagáscar, Francisco elogiou a proximidade da Igreja Católica com o povo, desejando que “nunca se afaste” das pessoas que serve e que saiba levantar a sua voz contra “todas as formas de pobreza”
Em Antananarivo, o Papa criticou a corrupção e as desigualdades sociais que provocam situações de “pobreza desumana” no país, onde visitou a ‘Cidade da Amizade’, do projeto humanitário ‘Akamasoa’, iniciativa do padre vicentino Pedro Opeka, que realojou populações de lixeiras a céu aberto.
“Cada recanto destes bairros, cada escola ou dispensário é um cântico de esperança que recusa e faz calar toda a fatalidade. Digamo-lo com força: a pobreza não é uma fatalidade”, sustentou.
Num dos momentos altos da festa, o missionário argentino, antigo aluno de Jorge Mario Bergoglio, em Buenos Aires, acolheu Francisco no auditório de Manantenasoa, onde se reuniram cerca de 8 mil crianças e jovens, num clima de grande entusiasmo.
O Papa sustentou que só o “espírito de fraternidade” pode superar a miséria, a corrupção e o extremismo”, que ameaçam a dignidade humana e a natureza; junto de cerca de 100 mil jovens, que participaram numa vigília, alertou para ilusões de felicidade e falsos “caminhos fáceis” para a vida.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
PAPA FRANCISCO VISITA MOÇAMBIQUE
Com o lema ‘Esperança. Paz. Reconciliação’.
O Papa enviou uma mensagem em português ao povo de Moçambique, antecipando a viagem que vai fazer ao país lusófono, de 4 a 6 de setembro, para sublinhar a importância da “reconciliação”.
“Que o Deus e Pai de todos consolide a reconciliação, reconciliação fraterna em Moçambique e na África inteira, única esperança para uma paz firme e duradoura”, deseja Francisco, numa intervenção, em vídeo, divulgada pelo Vaticano.
A 1 de agosto, o presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Ossufo Momade, assinaram um acordo de cessação das hostilidades, para o fim formal dos confrontos entre as forças governamentais e o braço armado do principal partido da oposição.
O Papa dirige-se ao “querido povo de Moçambique”, sublinhando que, apesar de não se deslocar a outras cidades além da capital, deseja dirigir-se a toda a população, em particular os que vivem momentos mais difíceis.
“O meu coração alcança e abraça a todos vós, com um lugar especial para quantos vivem atribulados. Desde já vos queria deixar esta certeza: estais todos na minha oração. Anseio pelo momento de vos encontrar”, refere.
Francisco convida todos a rezar pela paz, evocando a vista de São João Paulo II a Moçambique, até hoje o único pontífice a visitar o país lusófono – de 16 a 19 de setembro de 1988, no contexto de uma viagem alargada a África.
Terei a alegria de partilhar diretamente convosco estas convicções e também de verificar como cresce a sementeira feita pelo meu antecessor São João Paulo II. Esta viagem permitir-me-á encontrar a comunidade católica e confirmá-la no seu testemunho do Evangelho, que ensina a dignidade de cada homem e mulher e exige que abramos os nossos corações aos outros, especialmente aos pobres e necessitados”.
A intervenção conclui-se com um agradecimento a todos os que estão envolvidos na preparação da viagem e uma bênção, com a invocação da Virgem Maria.
“Até breve”, diz o Papa.
Francisco chega à capital moçambicana pelas 18h30 (menos uma em Lisboa) de 4 de setembro, após um voo de 10 horas e meia desde Roma, sendo acolhido no aeroporto de Maputo.
O programa oficial inicia-se a 5 de setembro, com a visita ao Palácio da Ponta Vermelha, para um encontro com o presidente moçambicano, Filipe Nyusi, seguindo-se a primeira das cinco intervenções pontifícias programadas, um discurso a representantes da sociedade civil e do corpo diplomático.
Ainda nesse dia, Francisco preside a um encontro inter-religioso de jovens, no Pavilhão de Maxaquene; à tarde, o Papa encontra-se com membros do clero, de institutos religiosos católicos, animadores e catequistas, na Catedral da Imaculada Conceição.
A agenda de 6 de setembro começa com uma visita ao hospital do Zimpeto, onde o pontífice fará uma saudação; o momento conclusivo da viagem é a Missa no Estádio do Zimpeto, inaugurado em 2011; Francisco parte depois do aeroporto de Maputo, rumo a Antananarivo (Madagáscar), visitando ainda o território malgaxe e a Maurícia, até 10 de setembro.
A viagem a Moçambique, a convite das autoridades políticas e da Conferência Episcopal, tem o lema ‘Esperança. Paz. Reconciliação’.
Esta será a quarta viagem do atual pontífice a África, após as visitas ao Quénia, Uganda e República Centro-Africana, em 2015; ao Egito, em 2017; e a Marrocos, que decorreu entre 30 e 31 de março deste ano.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
terça-feira, 26 de março de 2019
CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE
A Diocese do Porto quer recolher 100 mil euros de ajuda à população de Moçambique atingida pelo ciclone Idai, a acrescentar aos 60 mil já disponibilizados, e lançou um apelo à solidariedade de todos dos cristãos.
“O sonho é chegarmos aos 100 mil. Precisamos do contributo dos nossos cristãos, individualmente ou por intermédio das suas paróquias e organismos”, escreveu D. Manuel Linda, bispo diocesano, numa mensagem enviada hoje à Agência ECCLESIA.
O bispo do Porto informa que a conta para a recolha de donativos é a do Fundo Social Diocesano com o número PT50 0018 2194 01559041020 17, e a indicação “Moçambique”.
Neste contexto, lembra o “velho princípio da moral” que diz que para “o pobre se desenvolver, os ricos têm de se envolver” e, neste caso, para os pobres refazerem a sua vida, “é indispensável” que comprometimento.
D. Manuel Linda assinala que a sociedade portuguesa e internacional está “a responder razoavelmente às urgências” que a situação impõe e realça que a Diocese do Porto também já participou com os contributos da Irmandade dos Clérigos e do Fundo Diocesano que totaliza 60 mil euros para as dioceses moçambicanas “mais atingidas” pelo ciclone: Beira, Chimoio, Gurué, Quelimane e Tete.
A reflexão conta com uma pergunta: “Fomos nós quem contribuiu para o ciclone Idai e, consequentemente, para o rasto de morte e destruição que deixou no centro de Moçambique?”
“É óbvio que ninguém quer acarretar com as culpas. É óbvio que nenhum de nós se foi confessar, acusando-se de estar implicado no sumo mal das perdas de vidas e bens de primeira necessidade. É óbvio que nem sequer pensamos nisso e tomamos a culpa à natureza”, desenvolveu.
Neste contexto, o bispo do Porto assinala que é altura de todos se comprometerem com “a indigência dos necessitados”, tanto mais, porque o “estilo de vida «desarruma» põe em perigo a casa comum de toda a humanidade”.
A passagem do Ciclone Idai por África afetou pelo menos 2,8 milhões de pessoas, contabilizam as organizações internacionais, em três países – Zimbabwe, Malawi – e Moçambique onde o número de pessoas atingidas pela catástrofe natural subiu para 531.000, o número de mortos para 446.
quarta-feira, 20 de março de 2019
CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE
Em Moçambique, particularmente na Beira, a passagem do ciclone Idai deixou destruição, morte e sofrimento. Estima-se que 1,7 milhões foram afectados pelo ciclone e pelas cheias. Mais de 500 mil pessoas precisam de ajuda imediata, nomeadamente de alimentos e medicamentos. Casas, hospitais, escolas e igrejas foram devastadas pela tempestade, o que agrava a situação e impossibilita a assistência às vítimas. Os Missionários Combonianos unem-se aos portugueses e organizam uma campanha de solidariedade com este povo irmão. Os donativos podem ser feitos através da conta bancária: PT50 0010 0000 3633 3430 0021 3.
http://www.combonianos.pt/cgi-bin/getfromdb.pl?nid=EVVFpZApZEZMKQkCot
http://www.combonianos.pt/cgi-bin/getfromdb.pl?nid=EVVFpZApZEZMKQkCot
EM ORAÇÃO COM O POVO DE MOÇAMBIQUE
Que a força da nossa oração possa ajudar de alguma forma as vítimas do ciclone que passou na Beira, Sofala e Zimbábue e fez milhares de vítimas e afectou 1,5 milhões de pessoas.
Vamos também mobilizar-nos e contribuir para as várias instituições que já estão no terreno e precisam de recursos para ajudar.
sexta-feira, 4 de março de 2011
VOLUNTARIADO EM MOÇAMBIQUE
Testemunho

Nós somos seres que sentimos muito, de muitas maneiras e intensidades diferentes. E não há mal em sentirmos, é algo que não controlamos. O que fazemos com o que sentimos, isso sim, podemos controlar. Somos nós que decidimos e escolhemos! E eu finalmente percebi o que fazer com o que sentia e escolhi... “Coloco a minha vida em Tuas mãos. Faça-se em mim segundo a Tua vontade…”. Desde há muito tempo que sinto este chamamento de me dar de uma forma diferente, de partir em missão. De deixar tudo para trás e dar ao mundo mais justiça, desenvolvimento e vida, bem ao jeito de JC. E aqui estou em Moçambique, para uma missão por um ano, através da ONGD AdGentes, dos Leigos Missionários da Consolata. Cada um de nós tem uma missão, que pode ser semelhante ao que estou a fazer ou não, um caminho nosso que melhor servirá a Deus e que ao mesmo tempo é o nosso caminho de felicidade. Só temos de saber escutar esse chamamento escutando o que JC tem para nos dizer e tentado ser como ele. Escutem o vosso chamamento! Coloquem-se nas mãos d’Ele, mantenham a chama de JC sempre acesa no vosso coração e escolham o vosso caminho!
Inês Faustino
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
MISSÃO EM MOÇAMBIQUE, MECANHELAS, PROVÍNCIA DO NIASSA
Depois de ontem se assinalar no mundo inteiro o dia do Voluntariado, não podia vir mais a propósito para o nosso blogue, esta notícia. A Inês não pertence à comunidade de Vilar do Paraíso, mas é minha sobrinha e afilhada e uma jovem de muita sensibilidade e grandes qualidades humanas. A sua partida é para nós motivo de orgulho, mas também preocupação, pois um ano em Moçambique, tão longe... vai deixar-nos a todos com uma saudade infinita. Mas é o sonho da Inês e, por ele, está a deixar tudo! Por isso, a nossa missão aqui e agora é ajuda-la, ajudando aqueles com quem ela vai estar, a partir de Janeiro. Deixo aqui o pedido que ela nos faz, na certeza de que a vossa colaboração será uma realidade. Desde já, muito obrigada!
Vou finalmente partir numa missão humanitária. O sonho de uma vida! O destino será Mecanhelas na província do Niassa em Moçambique, já no próximo mês de Janeiro. Aproveitando esta quadra festiva, em que cada vez mais nos sensibilizamos com quem realmente precisa, queria partilhar com todos vocês uma forma credível de o fazer! No site www.presentessolidarios.pt, que muitos já devem conhecer, existem vários presentes em forma de postal, que ajudarão vários projectos missionários humanitários que estão no terreno. O presente “Maleta de Medicamentos” para Moçambique dos Missionários da Consolata, será um dos projectos onde irei trabalhar! Todos os presentes são uma boa ajuda, mas se quiserem participar num projecto com um rosto de alguém que conhecem, não hesitem em escolher a Maleta de Medicamentos e tornar o meu trabalho e o dos que me acompanharão, mais efectivo e eficaz.
Bem-hajam!
Um Feliz e Santo Natal
Inês Faustino
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