REZEMOS PARA QUE VISITA PASTORAL A VILAR DO PARAÍSO, DE 27 DE OUTUBRO A O1 DE NOVEMBRO, FORTALECA A NOSSA FÉ E NOS TRAGA CAMINHOS DE RENOVAÇÃO CRISTÃ PROPOSTA PELO SÍNODO DIOCESANO: "FORMAR-REFORMAR-TRANSFORMAR" E UNA EM ORAÇÃO DE ESPERANÇA E ALEGRIA A NOSSA COMUNIDADE PARA QUE DÊ FRUTO EM ABUNDÂNCIA
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terça-feira, 14 de dezembro de 2021

III DOMINGO DO ADEVENTO (Ano C)


Sf 3,14-18a
Sl: Is 12,2-16
Fl 4,4-7
Lc 3,10-18

EVANGELHO: ANÚNCIO DA ALEGRIA!...

Neste terceiro domingo do Advento somos convidados a redescobrir a alegria da fé, a alegria de quem faz a experiência de que Deus está presente, de que Ele habita este mundo em que vivemos. É desta alegria que as leituras que antecedem o Evangelho estão cheias, ganhando um sabor particular em Paulo, ao apelar-nos, na segunda leitura, a que esta alegria se transforme em testemunho da bondade de Deus para com todos. Este ponto particular é algo que o Evangelho de hoje sublinha na perfeição: a nossa alegria com a presença de Deus no meio de nós implica ação, implica uma mudança de vida.

A multidão de pessoas que acorriam a João Batista no deserto, conscientes da necessária mudança de vida que vem com fé no Deus-connosco, apresenta-lhe a questão que também nós, tantas vezes, nos colocamos e colocamos a Deus: “reconhecendo a bondade de Deus, reconhecendo que Deus está comigo e com os meus irmãos, alegrando-me com isso, de que forma devo viver?” – João Batista é claro na sua resposta: apela a que a multidão partilhe os seus bens com quem nada tem, incentiva os cobradores de impostos a não enriquecerem à custa dos outros e , aos soldados, pede-lhes que não abusem do seu poder. Essencialmente, João Batista diz-lhe que pautem as suas obras pela justiça e pela solidariedade, sendo generoso e honestos no seu serviço aos outros.

Num convite à alegria, tão pertinente hoje como então, podemos atentar nas palavras que brotam da boca de João Batista e escorrem da pena de Paulo, e examinar os nossos dias e as nossas acções. Então, desde a experiência da vida vivida, podemos traçar um plano de santidade, perguntando-nos: “na partilha daquilo que tenho, na forma como sirvo, em casa e no trabalho, de que forma sou testemunha de um Deus que é bom, que se faz presente e que está connosco?”

Pe. Carlos Correia

terça-feira, 26 de novembro de 2019

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

Com a solenidade da festa de Cristo Rei do Universo, encerramos o ano litúrgico e iniciamos um novo ano. Podemos dizer que fechamos o ano com “chave de ouro”, tendo diante de nós o Cristo Rei. Esta expressão suscita muitas imagens, e uma boa parte delas, para não dizer a maioria, não corresponde ao verdadeiro significado do Rei que é Cristo.

Em primeiro lugar, a expressão “Rei do Universo” já nos mostra que Ele não é um rei dentro das concepções humanas, ou seja, da história, dos sistemas monárquicos, cuja a obediência manifesta-se pelo medo. Alguns chegam a construir uma imagem de Cristo com uma coroa similar à dos reis, mas seu reinado nada tem de semelhante aos reinos deste mundo. Ele mesmo deixou claro que o seu Reino não é deste mundo. Mas nós insistimos em comparar Jesus aos reis deste mundo porque não temos, ou não queremos ter, outra imagem de rei. Quando agimos assim assemelhamo-nos aos que o crucificaram e zombaram dele, pois nenhum rei deste mundo teve a humildade de Jesus, ao ponte de entregar-se à morte mais humilhante ou servindo como Ele serviu.

No entanto, basta que conheçamos um pouco da história da salvação e dos evangelhos, para entendermos que o Cristo Rei que celebramos neste dia não se assemelha a nenhum rei deste mundo.
Contemplemos, portanto, nesta liturgia, a realeza e a divindade de Cristo, o Rei da paz, do amor, da justiça e da santidade. E aprendamos a seguir o seu exemplo, pois, pelo batismo, todos participamos neste reinado.

Pe. Carlos Correia

domingo, 6 de outubro de 2019

DOMINGO XXVII DO TEMPO COMUM

Neste Domingo, o tema da fé é medular na liturgia da Palavra. Sem fé, nada podemos e nada somos. É a fé que nos move, nos dá esperança, nos faz seguir na missão sem desanimar, pois são tantos os desafios, os obstáculos, as coisas que nos desagradam e que também desagradam a Deus. Se não for pela fé, desistiremos dos nossos empreendimentos missionários, desistiremos de muitas coisas na vida, pois parece que, apesar da fé em Deus e num mundo melhor, vemos tantas coisas ruins acontecendo. É disto que trata a liturgia de hoje, fortalecendo a nossa fé em meio às dificuldades e sofrimentos desta vida.
Pe. Carlos Correia