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terça-feira, 2 de maio de 2017

MAIO, MÊS DE MARIA - Recitação do Terço

Começamos na Capela de S. Martinho,
com o Terço das Famílias, rezando a
Oração da Famílias
Ó Jesus, Maria e José,
Abri os nossos corações
para escutarmos a palavra de Deus,
e vivermos em tudo a sua vontade.
Querida Mãe de Jesus
enchei o coração da mãe e do pai
com vosso amor generoso e livre
para ensinarem os filhos
a querer o que Deus quer
e a fazer tudo o que Jesus lhes disser.
E vós, justo São José,
mostrai-lhes a alegria de saberem
que os filhos são de Deus,
e só n’Ele podem ser felizes.
Jesus,
dai aos filhos
um coração grande e uma vontade livre,
para crescerem em sabedoria, idade e graça,
e acolherem o dom da vocação divina.
E quando quiserdes escolher algum de nós
para consagrar no sacerdócio,
na vida religiosa ou apostólica ou no amor matrimonial,
ensinai a nossa família
a responder com alegria e generosidade.
E dai sempre à Igreja e ao mundo
muitas novas e santas vocações.
Ámen.
No final: 
Oração Jublilar de Consagração
Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.
Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.
Mostra-nos a força do teu manto protetor.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.
Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.
E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.
Ámen.

PEREGRINAÇÃO DE ACÓLITOS

Realizou-se ontem, 1 de Maio, em Fátima, a Peregrinação Anual de Acólitos, em que 10 acólitos estiveram a representar a nossa paróquia entre 4500 acólitos de diferentes locais a nível nacional.
Dia de celebração, oração, alegria e muita emoção!
 
 
 
 
 
 
 
Agradecimentos aos acólitos pela partilha, 
em especial à Gisela Silva 

25 ANOS DE DIÁCONO PERMANENTE

25 imagens de um dia único e memorável!
 “25 anos depois, aqui, damos graças ao Senhor, 
que na sua misericórdia contempla este diácono 
com esta vivência jubilar.” Diac. Celestino
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradecimentos a todos os que organizaram, 
 e trabalharam para a comemoração deste dia.

Imagens: sementesdeesperança e Foto Martinho

segunda-feira, 1 de maio de 2017

MAIO, MÊS DE MARIA - Inicio da Oração do Terço

Terço das Famílias

Hoje, segunda-feira, 1 de Maio, às 21h00, rezamos juntos na capela de S. Martinho. 
A partir de amanhã, 2 de Maio, será também às 21h00, em todos os centros de culto.

Lembramos que este ano a Procissão de Velas, este ano será a 13 de Maio, 21h00.

S. JOSÉ OPERÁRIO

Nota Histórica

O primeiro de Maio, considerado hoje na Europa o dia da «Festa do trabalho», foi, durante muitos anos, nos fins do século XIX e princípios do século XX, um dia de reivindicações e mesmo de lutas violentas pela promoção da classe operária. 
A Igreja que se mostrou sempre sensível aos problemas do mundo do trabalho, quis dar uma dimensão cristã a este dia. Nesse sentido, Pio XII, em 1955, colocava a «Festa do trabalho» sob a protecção de S. José, na certeza de que ninguém melhor do que este trabalhador poderia ensinar aos outros trabalhadores a dignidade sublime do trabalho. 
Operário durante toda a sua vida, S. José teve como companheiro de trabalho, na oficina de Nazaré, o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. 
E foi, na verdade, Jesus que lhe ensinou que o trabalho nos associa ao Criador, dando-nos a possibilidade de aperfeiçoar a natureza, de acabar a criação divina. O trabalho é um serviço prestado aos irmãos. O trabalho é um meio de nos associarmos à obra redentora de Cristo. (Gaudium et Spes, 67).

1.º DE MAIO: Organizações católicas unem-se em defesa da dignidade laboral

A Plataforma ‘Compromisso Social Cristão’, que congrega sete instituições da Igreja Católica em Portugal, acaba de lançar uma proposta de reflexão para a celebração o 1.º de maio, sublinhando a “dignidade” de quem trabalha ou procura emprego.

“Queremos em conjunto procurar ações concretas que nos façam ser parte ativa neste olhar de uma ecologia integral que crie a mudança, promova a criação de valor para todos, promova uma cultura de inclusão, em vez de exclusão, promova a dignidade de todos e de cada um dos trabalhadores, em vez de uma cultura utilitarista e de descarte”, explica o documento, intitulado ‘Ser Cristão no Trabalho: um desafio’.

MÃE DE MAIO

Mãe de Maio
Senhora da alegria
Mãe igual ao dia
Ave-maria

Canto para ti
Ao correr da pena
A tinta é de açucena
A minha mão pequena

Pega em mim ao colo
Minha mãe de Maio
Olha que desmaio
Pega em mim ao colo

Pega em mim ao colo
O meu rosto afaga
Depois apaga a luz
Sou eu ou jesus?

D. António Couto

Papa pede aos católicos «participação no confronto cultural» sem medo do diálogo com quem pensa diferente

«Senti fortemente dentro de vós a responsabilidade de lançar a boa semente do Evangelho na vida do mundo, através do serviço da caridade, o empenho político - metei-vos na política, mas por favor, na grande política, na Política com maiúscula -, através também da paixão educativa e a participação no confronto cultural»

«Convido-vos a levar por diante a vossa experiência apostólica radicados na paróquia, que não é uma estrutura caduca - entendeis bem? A paróquia não é uma estrutura caduca»,

«Alargai o vosso coração para alargar o coração das vossas paróquias. Sede viandantes da fé, para encontrar todos, escutar todos, abraçar todos. Cada vida é vida amada pelo Senhor, cada rosto mostra-nos o rosto de Cristo, especialmente o do pobre, de quem está ferido pela vida e de quem se sente abandonado, de quem foge da morte e procura refúgio entre as nossas casas, nas nossas cidades»,

«Procurai sem temor o diálogo com quem vive junto a vós, inclusive com quem a pensa diferentemente mas como vós procura a paz, a justiça, a fraternidade. É no diálogo que se pode projetar um futuro partilhar. É através do diálogo que construímos a paz, assumindo o cuidado de todos e dialogando com todos».