CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA A SUBSTITUIÇÃO DO TELHADO DO CENTRO PAROQUIAL. CONTRIBUA PARA ESTA CAUSA PEDINDO EM QUALQUER CENTRO DE CULTO OU NO CENTRO PAROQUIAL O ENVELOPE DISPONIBILIZADO PARA O EFEITO. PODE AINDA FAZER POR DONATIVO À PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO. IBAN PT50 0018 000010163256001 75 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso). OBRIGADO!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

 Próximo Sábado, dia 18, Eucaristia com a catequese!

Capela de S. Martinho às 16h00.

Dinamizada pelo 3.º ano.

Todos estão convidados!

domingo, 12 de fevereiro de 2023

CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

Sempre bela na Palavra e por ela enriquecidos. Atentos ao comovido testemunho de fé e amor que o Sr. Cravo Dias aqui deixou. Lavados pela unção, saciados pelo Pão da Vida, abençoados e bem-aventurados, porque irmanados em Cristo e no encontro com o PAI, todos de alma e coração cheio!🙏
Nos próximos dias publicaremos mais imagens. Deixamos, mais uma vez, os agradecimentos a todos os que se empenharam na realização deste dia.

CELEBRAR O NOSSO DEUS

A melhor forma de começar o 
DIA PAROQUIAL DO DOENTE 
🙏
"Em nome do Pai
Em nome do Filho
Em nome do Espírito Santo
Estamos aqui!"

DOMINGO, 12 DE FEVEREIRO

Dia em que a celebramos o Dia Paroquial do Doente, pelas 9h00 da manhã, o Centro Paroquial já se encontrava preparado para receber, pelas 12h30, todos os que puderam participar no almoço convívio.
O cuidado e atenção com os nossos irmãos mais frágeis pode ser feito de muitas formas. Hoje, esta, foi uma delas!
Agradecimentos de todo o coração aos voluntários que fizeram este bonito trabalho.

sábado, 11 de fevereiro de 2023

ENCONTRO DE FORMAÇÃO

Segunda-feira, dia 13, pelas 21h30, na Capela de S. Martinho
Com o Rev. Pe. Luís Castro (Smbn)

São convidados TODOS OS GRUPOS DA PASTORAL, e a COMUNIDADE EM GERAL, para este importante Encontro de Formação/Introdução ao estudo do Evangelho de S. Mateus (Ano A).

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

INTENÇÃO DO PAPA - Fevereiro

Pelas paróquias

Rezemos para que as paróquias, pondo no centro a comunhão, sejam cada vez mais comunidades de fé, de fraternidade e de acolhimento dos mais necessitados.
(...)
Oração

Vimos ao teu encontro, Senhor, como irmãos e irmãs
de uma comunidade paroquial.
Somos frágeis e nem sempre fazemos comunhão.
Precisamos de ser comunidade de comunidades
que ponha as pessoas sempre no centro,
acolhendo o que cada um é e tem.
Envia o teu Espírito sobre nós
para construirmos uma verdadeira comunidade cristã,
que nasça da partilha da fé, da fraternidade
e do acolhimento aos que mais precisam.
Ajuda-nos, Pai, a construir espaços de participação viva e comunhão,
cheios de espírito missionário.
Dá-nos a graça de ser uma comunidade paroquial
que evangeliza e se deixa evangelizar pelos mais pobres,
como sinal de que o todo o amor e esperança se encontram em Ti.
Ámen.

DOMINGO VI DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 118 (119), 1-2.4-5.17-18.33-34 (R. 1b)
Refrão: Ditoso o que anda na lei do Senhor.

Felizes os que seguem o caminho perfeito
e andam na lei do Senhor.
Felizes os que observam as suas ordens
e O procuram de todo o coração.

Promulgastes os vossos preceitos
para se cumprirem fielmente.
Oxalá meus caminhos sejam firmes
na observância dos vossos decretos.

Fazei bem ao vosso servo:
viverei e cumprirei a vossa palavra.
Abri, Senhor, os meus olhos
para ver as maravilhas da vossa lei.

Ensinai-me, Senhor, o caminho dos vossos decretos,
para ser fiel até ao fim.
Dai-me entendimento para guardar a vossa lei
e para a cumprir de todo o coração.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

DIA MUNDIAL (PAROQUIAL) DO DOENTE

Celebramos domingo, 12 fevereiro, com os nossos doentes.
11h00: Eucaristia e Celebração da Santa Unção, na Capela de S. Martinho.
Depois da celebração segue-se almoço e animação durante a tarde no Centro Paroquial.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

RETIRO PARA CASAIS 🙏🙏

Uma oportunidade, em Tempo da Quaresma, para todos os que desejarem.

DIA MUNDIAL DO DOENTE

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O XXXI DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 de fevereiro de 2023)

«Trata bem dele!»
A compaixão como exercício sinodal de cura

Queridos irmãos e irmãs!

A doença faz parte da nossa experiência humana. Mas pode tornar-se desumana, se for vivida no isolamento e no abandono, se não for acompanhada pelo desvelo e a compaixão. Ao caminhar juntos, é normal que alguém se sinta mal, tenha de parar pelo cansaço ou por qualquer percalço no percurso. É em tais momentos que se vê como estamos a caminhar: se é verdadeiramente um caminhar juntos, ou se se vai na mesma estrada mas cada um por conta própria, cuidando dos próprios interesses e deixando que os outros «se arranjem». Por isso, neste XXXI Dia Mundial do Doente e em pleno percurso sinodal, convido-vos a refletir sobre o facto de podermos aprender, precisamente através da experiência da fragilidade e da doença, a caminhar juntos segundo o estilo de Deus, que é proximidade, compaixão e ternura.

O livro do profeta Ezequiel oferece-nos um grande oráculo, que constitui um dos pontos culminantes de toda a Revelação, e lá o Senhor fala assim: «Sou Eu que apascentarei as minhas ovelhas, sou Eu quem as fará descansar – oráculo do Senhor Deus. Procurarei aquela que se tinha perdido, reconduzirei a que se tinha tresmalhado; cuidarei a que está ferida e tratarei da que está doente (...). A todas apascentarei com justiça» (34, 15-16). Naturalmente as experiências do extravio, da doença e da fragilidade fazem parte do nosso caminho: não nos excluem do povo de Deus; pelo contrário, colocam-nos no centro da solicitude do Senhor, que é Pai e não quer perder pela estrada nem sequer um dos seus filhos. Trata-se, pois, de aprender com Ele a ser verdadeiramente uma comunidade que caminha em conjunto, capaz de não se deixar contagiar pela cultura do descarte.

Como sabeis, a encíclica Fratelli tutti propõe uma leitura atualizada da parábola do Bom Samaritano (cf. nº 56). Escolhi-a como charneira, como ponto de viragem para se poder sair das «sombras dum mundo fechado» (cap. I) e «pensar e gerar um mundo aberto» (cap. III). Com efeito, há uma profunda conexão entre esta parábola de Jesus e as múltiplas formas em que é negada hoje a fraternidade. De modo particular, no facto de a pessoa espancada e roubada acabar abandonada na estrada, podemos ver representada a condição em que são deixados tantos irmãos e irmãs nossos na hora em que mais precisam de ajuda. Não é fácil distinguir os atentados à vida e à sua dignidade que provêm de causas naturais e, ao invés, aqueles que são provocados por injustiças e violências. Na realidade, o nível das desigualdades e a prevalência dos interesses de poucos já incidem de tal modo sobre cada ambiente humano que é difícil considerar «natural» qualquer experiência. Cada doença realiza-se numa «cultura» por entre as suas contradições.

Entretanto, o que importa aqui é reconhecer a condição de solidão, de abandono. Trata-se duma atrocidade que pode ser superada antes de qualquer outra injustiça, porque para a eliminar – como conta a parábola – basta um momento de atenção, o movimento interior da compaixão. Dois transeuntes, considerados religiosos, veem o ferido e não param. Mas o terceiro, um samaritano, alguém que é objeto de desprezo, deixa-se mover pela compaixão e cuida daquele estranho na estrada, tratando-o como irmão. Procedendo assim, sem pensar sequer, muda as coisas, gera um mundo mais fraterno.

Irmãos, irmãs, nunca estamos preparados para a doença; e muitas vezes nem sequer para admitir a idade avançada. Tememos a vulnerabilidade, e a invasiva cultura do mercado impele-nos a negá-la. Não há espaço para a fragilidade. E assim o mal, quando irrompe e nos ataca, deixa-nos por terra atordoados. Então pode acontecer que os outros nos abandonem, ou nos pareça que devemos abandoná-los a fim de não nos sentirem um peso para eles. Começa assim a solidão, e envenena-nos a sensação amarga duma injustiça, devido à qual até o Céu parece fechar-se-nos. Na realidade, sentimos dificuldade de permanecer em paz com Deus, quando se arruína a relação com os outros e com nós próprios. Por isso mesmo é tão importante, relativamente também à doença, que toda a Igreja se confronte com o exemplo evangélico do bom samaritano, para se tornar um válido «hospital de campanha»: com efeito a sua missão, especialmente nas circunstâncias históricas que atravessamos, exprime-se na prestação de cuidados. Todos somos frágeis e vulneráveis; todos precisamos daquela atenção compassiva que sabe deter-se, aproximar-se, cuidar e levantar. Assim, a condição dos enfermos é um apelo que interrompe a indiferença e abranda o passo de quem avança como se não tivesse irmãs e irmãos.

De facto, o Dia Mundial do Doente não convida apenas à oração e à proximidade com os que sofrem, mas visa ao mesmo tempo sensibilizar o povo de Deus, as instituições de saúde e a sociedade civil para uma nova forma de avançar juntos. A profecia de Ezequiel, já referida atrás, contém um juízo muito duro sobre as prioridades daqueles que exercem, sobre o povo, o poder económico, cultural e governamental: «Vós bebestes o leite, vestistes-vos com a sua lã, matastes as reses mais gordas e não apascentastes as ovelhas. Não tratastes das que eram fracas, não cuidastes da que estava doente, não curastes a que estava ferida; não reconduzistes a transviada; não procurastes a que se tinha perdido, mas a todas tratastes com violência e dureza» (34, 3-4). A Palavra de Deus – não só na denúncia, mas também na proposta – é sempre iluminadora e de hoje. Na realidade, a conclusão da parábola do Bom Samaritano sugere-nos como a prática da fraternidade, que começou por um encontro de indivíduo com indivíduo, se pode alargar para um tratamento organizado. A estalagem, o estalajadeiro, o dinheiro, a promessa de se manterem mutuamente informados (cf. Lc 10, 34-35)… tudo isto faz pensar no ministério de sacerdotes, no trabalho de operadores de saúde e agentes sociais, no empenho de familiares e voluntários, graças aos quais cada dia, em todo o mundo, o bem se opõe ao mal.

Os anos da pandemia aumentaram o nosso sentimento de gratidão por quem diariamente trabalha em prol da saúde e da investigação médica. Mas, ao sair duma tragédia coletiva assim tão grande, não é suficiente o prestar honras aos heróis. A covid-19 pôs à prova esta grande rede de competências e solidariedade e mostrou os limites estruturais dos sistemas de assistência social existentes. Por isso, é necessário que a gratidão seja acompanhada, em cada país, pela busca ativa de estratégias e recursos a fim de serem garantidos a todo o ser humano o acesso aos cuidados médicos e o direito fundamental à saúde.

«Trata bem dele!» (Lc 10, 35): é a recomendação do samaritano ao estalajadeiro. Mas Jesus repete-a igualmente a cada um de nós na exortação conclusiva: «Vai e faz tu também o mesmo». Como evidenciei na encíclica Fratelli tutti, «a parábola mostra-nos as iniciativas com que se pode refazer uma comunidade a partir de homens e mulheres que assumem como própria a fragilidade dos outros, não deixam constituir-se uma sociedade de exclusão, mas fazem-se próximos, levantam e reabilitam o caído, para que o bem seja comum» (nº 67). Efetivamente «fomos criados para a plenitude que só se alcança no amor. Viver indiferentes à dor não é uma opção possível» (nº 68).

E, no dia 11 de fevereiro de 2023, também o Santuário de Lurdes aparece ao nosso olhar como uma profecia, uma lição confiada à Igreja no coração da modernidade. Não tem valor só o que funciona, nem conta só quem produz. As pessoas doentes estão no âmago do povo de Deus, que avança juntamente com eles como profecia duma humanidade onde cada qual é precioso e ninguém deve ser descartado.

À intercessão de Maria, Saúde dos enfermos, confio cada um de vós que estais doentes; vós que cuidais deles em família, com o trabalho, a investigação e o voluntariado; e vós que vos esforçais por tecer laços pessoais, eclesiais e civis de fraternidade. A todos envio de coração a Bênção Apostólica.

Roma – São João de Latrão, 10 de janeiro de 2023.

FRANCISCO
https://www.vatican.va/content/francesco/pt/messages/sick/documents/20230110-giornata-malato.html

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

VÍDEO DO PAPA - PELAS PARÓQUIAS

"As paróquias não são um clube para poucos, que dão um certo tipo de pertença social." Esta é a visão de Francisco para as paróquias, que ele explica em seu vídeo de fevereiro, produzido pela Rede Mundial de Oração do Papa. Não é uma visão nova, mas sim a mesma que o cristianismo tem tido desde suas origens. O Papa diz-nos que as paróquias «têm de voltar a tornar-se escolas de serviço e de generosidade, com as portas sempre abertas aos excluídos. E aos incluídos. A todos." Devem ser "comunidades unidas, sem burocracia, centradas nas pessoas". E termina a sua mensagem pedindo-nos que "sejamos ousados" para que as paróquias voltem a ser assim.

"Às vezes penso que devemos colocar uma placa na porta das paróquias que diz: 'Entrada gratuita'.
As paróquias devem ser comunidades muito unidas, sem burocracia, centradas nas pessoas – um lugar onde o dom dos sacramentos pode ser encontrado.
Têm de se tornar de novo escolas de serviço e de generosidade, com as suas portas sempre abertas aos excluídos. E aos incluídos. A todos.
As freguesias não são um clube para poucos, que dão um certo tipo de pertença social.
Por favor, sejamos ousados.
Repensemos todos o estilo das nossas comunidades paroquiais.
Rezemos para que as paróquias, colocando no centro a comunhão – comunhão das pessoas, comunhão eclesial – se tornem cada vez mais comunidades de fé, de fraternidade e de acolhimento dos mais necessitados".

domingo, 5 de fevereiro de 2023

«VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO»

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra. Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa. Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».  Mt 5, 13-16
🙏
A nossa oração e muitos parabéns aos meninos e meninas que hoje receberam a Bíblia Sagrada. Que a Palavra do Senhor seja sempre a Luz dos seus caminhos.

24 HORAS DE ORAÇÃO - Rumo às JMJ 23 ❤️💛💚

Das 12h às 14h do dia 04 de Fevereiro os nossos jovens em conjunto com a paróquia de Valadares participaram na Oração de 24h pelas JMJ. Pedindo que com os exemplos dos diferentes patronos, a experiência nas JMJ seja um momento de igreja, fé, união e vivência da comunidade cristã.

sábado, 4 de fevereiro de 2023

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO V DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 111 (112), 4-5.6-7.8a e 9
Refrão: Para o homem recto nascerá uma luz no meio das trevas.

Brilha aos homens rectos, como luz nas trevas,
o homem misericordioso, compassivo e justo.
Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça.

Este jamais será abalado;
o justo deixará memória eterna.
Ele não receia más notícias:
seu coração está firme, confiado no Senhor.

O seu coração é inabalável, nada teme;
reparte com largueza pelos pobres,
a sua generosidade permanece para sempre
e pode levantar a cabeça com altivez.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

1ª sexta -feira, 3 de Fevereiro, às 18h00,
na Capela S. Martinho

APRESENTAÇÃO DO SENHOR

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 23 (24), 7.8.9.10 (R. 10b)
Refrão: O Senhor do Universo é o Rei da glória.

Levantai, ó portas, os vossos umbrais,
alteai-vos, pórticos antigos,
e entrará o Rei da glória.

Quem é esse Rei da glória?
O Senhor forte e poderoso,
o Senhor poderoso nas batalhas.

Levantai, ó portas, os vossos umbrais,
alteai-vos, pórticos antigos,
e entrará o Rei da glória.

Quem é esse Rei da glória?
O Senhor dos Exércitos,
é Ele o Rei da glória.

DIA DOS CONSAGRADOS

"Bem-aventurados seremos nós, consagrados, se nos esforçarmos por semear a paz com as nossas ações diárias, com atitudes e gestos de serviço, de fraternidade, de diálogo e de misericórdia; e se na oração invocarmos incessantemente o dom da paz de Jesus Cristo 'nossa paz' (Ef  2, 14). Assim, a vida consagrada pode tornar-se uma profecia deste dom, se os consagrados aprenderem a ser seus artífices, começando pelas próprias comunidades, construindo pontes e não muros dentro da comunidade e fora dela. Quando cada um contribui, cumprindo o próprio dever com caridade, há paz na comunidade. O mundo precisa de nós, consagrados, também como artesãos de paz!" 

Papa Francisco | Assembleia da União de Superiores Gerais | 26 novembro 2022
#DiadosConsagrados #PapaFrancisco

APRESENTAÇÃO DO SENHOR

EVANGELHO Lc 2, 22-40
Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, para O apresentarem ao Senhor, como está escrito na Lei do Senhor: «Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor», e para oferecerem em sacrifício um par de rolas ou duas pombinhas, como se diz na Lei do Senhor. Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão, homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava nele. O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria antes de ver o Messias do Senhor; e veio ao templo, movido pelo Espírito. Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito, Simeão recebeu-O em seus braços e bendisse a Deus, exclamando: «Agora, Senhor, segundo a vossa palavra, deixareis ir em paz o vosso servo, porque os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados com o que d’Ele se dizia. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição; – e uma espada trespassará a tua alma – assim se revelarão os pensamentos de todos os corações». Havia também uma profetiza, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Estando presente na mesma ocasião, começou também a louvar a Deus e a falar acerca do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele.

rezar a palavra
As vozes do mundo não me deixam escutar-te, Senhor. Muitas vezes dou conta que ando embrulhado em imensas confusões e quero retirar-me, estar a sós contigo, mas não consigo. Muitas vezes quero subir ao templo para escutar-te, mas agarram-se a mim todas as coisas do mundo que me rodeia e não chego a encontrar-me. Muitas vezes quero tomar-te nos braços, mas não chego a ter braços para ti. Muitas vezes a minha vida fica feita numa manta de desejos que nunca chego a realizar. Conduz-me pelo teu Espírito, Senhor, para que não gaste a minha vida em nada e termine na desilusão dos dias mal vividos que já não voltam.

compromisso
Vou acender uma vela com a consciência de que é Jesus quem me ilumina o coração e a alma.