“O silêncio vive numa casa onde a música entra quase sem pedir licença“, escreve João Pedro Mésseder.
O silêncio que hoje ocupa o lugar da voz da d. Alzira Pereira rapidamente se dissipa ao entrarem na nossa memória as suas palavras doces, as suas orações, o seu cantar.
A par do Sr. Albino e da D. Lurdes, a Zirinha era um dos membros mais antigos do nosso Coro, o de São Caetano. Com ela, são muitas as histórias que se escreveram nesta comunidade e muitas as lembranças que ficarão para sempre no nosso coração.
Durante muito tempo, mesmo faltando-lhe a força física, a força do Espírito Santo permitiu-lhe ainda participar na Eucaristia dominical, inclusivamente nos dias da Festa ao Bom Jesus do Monte e em honra de S. Caetano, onde ficava junto ao andor de Nossa Senhora, de quem era muito devota.
Que Maria, agora, Mãe Universal, seja amparo, colo e luz para os seus filhos, netos, bisnetos… e que nela possam sentir e rever a Zirinha .
Que a Zirinha, chegada ao Céu, encontre a Paz e o alívio das suas dores, no abraço de Deus.
Que um dia, na eternidade, nos possamos reunir novamente e cantar com alegria a bondade do Senhor.
Sabemos que, sempre que cantarmos em louvor, abriremos portas no céu: todos quantos lá estão sorrirão e com os anjos, entoarão hinos de glória, de amor e de perdão.
Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo,
Para sempre seja louvado com sua Mãe, Maria Santíssima.
🙏
Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso
Entre os esplendores da luz perpétua.
Descanse em paz…

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