
Capela de S. Martinho, 16h00, uma tarde luminosa e amena a contrastar com a manhã de chuva e vento que se fez sentir, tendo permitido a presença de bastante gente nesta Celebração de Quarta-Feira de Cincas.
Celebração presidida pelo Rev. Pe. Redentorista José Manuel, que deu as boas vindas à numerosa assembleia registando tal facto com agrado e referindo "que, graças a Deus, muita gente ainda sabe a importância deste dia em que iniciamos o Tempo da Quaresma. assinalados com a cinza a lembrar a nossa mortalidade: “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás. Cf. Gn 3, 19 - mas sem esquecer que das cinzas caminhamos para a ressurreição, ou seja, da morte à vida.
Na homilia lembrou que "esta Quaresma é única é a melhor é a nossa! As outras já passaram e só Deus sabe se teremos a próxima. Então temos de viver esta intensamente na Escuta, Jejum, Oração e Caridade lembrando aqui a Mensagem do Papa.

Deixou-nos ainda o simbolismo de cada uma das letras da palavra Quaresma e para compreender ainda melhor este Tempo lembrou a dinâmica da Diocese do Porto: “ABRE-TE! DA QUARESMA À PÁSCOA: UM CAMINHO COM SENTIDO(S)”
Ou seja: "«abre-te» ao domínio dos cinco sentidos. Porque a atrofia dos sentidos, impede-nos, tantas vezes, de ver, de escutar, de tocar, de cheirar a realidade concreta da vida, pela qual Deus Se revela e nos interpela à conversão. Esta conversão implica a abertura a Deus e aos irmãos. (…) É através desta experiência sensível e relacional, pela brecha dos sentidos, que Ele abre caminhos de esperança e conduz à vida nova da Páscoa. Num tempo marcado pela dispersão, pela aceleração e pela superficialidade, este percurso propõe uma verdadeira pedagogia-“



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