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domingo, 3 de janeiro de 2021

ANÚCIO DA PÁSCOA E DAS FESTAS MÓVEIS

 
Na solenidade da Epifania do Senhor, depois da leitura do Evangelho ou após a oração depois da comunhão, o diácono ou o sacerdote ou mesmo um cantor, pode fazer o anúncio destas celebrações móveis (cf. Missal Romano, p. 1382).

Irmãos caríssimos,
a glória do Senhor manifestou-se
e manifestar-se-á sempre no meio de nós,
até à sua vinda no fim dos tempos.
Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo
recordamos e vivemos os mistérios da salvação.
O centro de todo o ano litúrgico,
é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado,
que culminará no Domingo da Páscoa, este ano a 4 de abril.
Em cada domingo, Páscoa semanal,
a santa Igreja torna presente este grande acontecimento,
no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.
Da Páscoa derivam todos os dias santos:
as Cinzas, início da Quaresma, a 17 de fevereiro;
a Ascensão do Senhor, a 16 de maio;
o Pentecostes, a 23 de maio;
o primeiro Domingo do Advento, a 28 de novembro.
Também nas festas da Santa Mãe de Deus,
dos Apóstolos, dos Santos
e na Comemoração dos Fiéis Defuntos,
a Igreja peregrina sobre a terra
proclama a Páscoa do Senhor.
A Cristo, que era, que é e que há de vir,
Senhor do tempo e da história,
louvor e glória pelos séculos dos séculos.

R. Amen. 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

CELEBRAR E REZAR EM TEMPO DE EPIDEMIA

DOMINGO DE RAMOS 
NA PAIXÃO DO SENHOR

Na liturgia cristã deste Domingo, a Igreja, ao evocar a aclamação de Jesus como Messias pela população de Jerusalém, faz suas, as mesmas palavras de louvor: “Tu, Cristo, és hoje, entre nós, o Filho de Deus Bendito, o Vivo”. Assim entramos na Semana Santa, toda Ela meditação sobre o mistério da nossa salvação. Somos convidados a contemplar o rosto de Jesus que deu a vida por nós encarnando dolorosamente o amor com que Deus nos ama. Ele é o Filho obediente e fiel, o servo que testemunha a Verdade. Ele é o discípulo sofredor, conduzido ao sacrifício, qual cordeiro pascal silencioso e inocente.

(Num espaço preparado pela família onde a mesma se irá reunir para esta Celebração coloca-se no centro uma Cruz com a imagem de Cristo Crucificado. Deve estar florida. Junto dela uma candeia e a Sagrada Escritura aberta no Evangelho Segundo São Mateus 21, 1-11. Também pode colocar-se um ramo de Palmeira junto da Cruz. A Celebração deve ser adaptada consoante a realidade familiar. Cada um deve ter nas suas mãos um ramo de Oliveira).

sábado, 21 de março de 2020

CELEBRAR EM FAMÍLIA O DIA DO SENHOR

Domingo IV da Quaresma
(...)
MEDITAÇÃO
(...) 
A página árdua e dolorosa que estamos a viver por causa do vírus torna-nos a todos um pouco cegos e mendigos, incapazes de ver com lucidez o presente e o futuro, à procura de esperança e segurança.
Cristo, que percorreu até ao fim o caminho da Cruz pede-nos que também assumamos a amargura da derrota para chegar com Ele à luz da Páscoa. Toda a escuridão interior, feita de perguntas, de angústia, de fé que se esfrangalha, é uma forma de morte. Recomeçar a partir de Cristo significa voltar a ver pouco a pouco e renascer para uma vida completamente renovada e remotivada graças ao encontro com Ele.

Disponibilizado pelo Secretariado Nacional da Liturgia em

terça-feira, 24 de julho de 2018