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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

CRISTÃOS UNIDOS CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Oração sobre a Violência Doméstica 
Na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Dentro da semana em que rezamos pela unidade de todos os cristãos, pedimos ao nosso Deus que proteja todas as famílias da violência doméstica e ampare aquelas que vivem este sofrimento dentro de suas portas.

É a família que nos sustenta, nos orgulha e nos realiza. Normalmente, amamos a nossa família com o mesmo amor com que nos amamos a nós próprios…

Hoje, rezamos por uma família que se define, se constrói e se une pelo Dom que Deus faz de Si próprio no nosso amor. Assim:
Rezamos por um amor livre, mas comprometido;
Amor gratuito e que também sabe receber;
Amor intenso, mas equilibrado;
Amor apaixonado e ao mesmo tempo consciente…
Rezamos por um amor mais forte do que a fraqueza,
Mais entregue do que pedido,
Mais doado do que um direito.
O Filho de Deus encarnado ensina-nos que todos merecemos ser amados assim. E os outros também merecem ser assim amados por nós.

Hoje pedimos a Deus, Pai de todos nós, pelo seu Filho jesus Cristo, no Amor do Espírito Santo, que a violência não entre nas nossas casas e todos vivam em paz.

Ámen.

Imagem: Internet

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - Igreja mobiliza-se para dar resposta

A violência doméstica marca a atualidade. Só no mês de janeiro foram assassinadas nove mulheres por atos de violência doméstica em Portugal. Em novembro de 2018, estavam contabilizados mais de vinte casos que, em 2018, acabaram com a morte da vítima.

Muitos escrevem sobre este crime. A Assembleia da República discute o que se pode fazer para combatê-lo. 

A Igreja toma posição: «O padre Pedro Leitão, de Santa Comba Dão, diocese de Viseu, é sacerdote há dez anos e já perdeu a conta ao número de casos de violência doméstica que acompanhou e ajudou a denunciar. Para ele, o mal reside na comunidade que se aliena desta problemática e diz que entre homem e mulher deve meter-se a colher.»

«O bispo José Traquina pensa mesmo na possibilidade de o episcopado publicar uma nota sobre o tema. “Todos os anos temos este problema e eu já tenho falado sobre o assunto em diferentes circunstâncias.” As estruturas católicas são chamadas a dar uma resposta, diz o responsável pelo trabalho social da Igreja, admitindo que poderia haver mais instituições católicas a dar apoio.