CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA A SUBSTITUIÇÃO DO TELHADO DO CENTRO PAROQUIAL. CONTRIBUA PARA ESTA CAUSA PEDINDO EM QUALQUER CENTRO DE CULTO OU NO CENTRO PAROQUIAL O ENVELOPE DISPONIBILIZADO PARA O EFEITO. PODE AINDA FAZER POR DONATIVO À PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO. IBAN PT50 0018 000010163256001 75 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso). OBRIGADO!

sábado, 8 de julho de 2017

DIA DA COMUNIDADE - 9 de Julho

Recordamos, Senhor, a vossa misericórdia 
no meio do vosso templo. 
Toda a terra proclama o louvor do vosso nome, 
porque sois justo e santo, Senhor nosso Deus. 

Salmo 47, 10-11 

DOMINGO XIV DO TEMPO COMUM - Ano A


SALMO RESPONSORIAL Salmo 144 (145), 1-2.8-9.10-11.13cd-14 (R. 1 ou Aleluia) 
Refrão: Louvarei para sempre o vosso nome, 
Senhor, meu Deus e meu Rei. 

Quero exaltar-Vos, meu Deus e meu Rei, 
e bendizer o vosso nome para sempre. 
Quero bendizer-Vos, dia após dia, 
e louvar o vosso nome para sempre. 

O Senhor é clemente e compassivo, 
paciente e cheio de bondade. 
O Senhor é bom para com todos 
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas. 

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas 
e bendigam-Vos os vossos fiéis. 
Proclamem a glória do vosso reino 
e anunciem os vossos feitos gloriosos. 

O Senhor é fiel à sua palavra 
e perfeito em todas as suas obras. 
O Senhor ampara os que vacilam 
e levanta todos os oprimidos.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO - 1ª SEXTA FEIRA

7 de Julho, 18h00, seguida de missa às 19h00 
Adoração ao Santíssimo Sacramento

Eu vos adoro devotamente, oh! 
Divindade escondida, 
que verdadeiramente Se oculta sob estas aparências, 
a Vós, meu coração submete-se todo inteiro, 
porque, vos contemplando, tudo desfalece.
A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós
mas, somente em vos ouvir em tudo creio. 
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus, 
nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
Na Cruz, estava oculta somente a vossa Divindade, 
mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas, 
peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
Não vejo, como Tomé, as vossas chagas, entretanto, 
vos confesso meu Senhor e meu Deus.
Faça que eu sempre creia mais em Vós, 
em vós esperar e vos amar. 
Oh! memorial da morte do Senhor, 
Pão vivo que dá vida aos homens, 
faça que minha alma viva de Vós, 
e que à ela seja sempre doce este saber.
Senhor Jesus, bondoso pelicano, 
lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue, 
pois que uma única gota faz salvar todo o mundo 
e apagar todo pecado. 
Oh! Jesus, que velado agora vejo, 
peço que se realize aquilo que tanto desejo: 
Que eu veja claramente vossa face revelada; 
 que eu seja feliz contemplando a vossa glória. 
Ámen.

 S. Tomás de Aquino

PASSEIO/CONVÍVIO A PENICHE


Organizam os amigos de Pedro
Domingo, dia 16 de Julho 
Inscrições no Bar dos Pedros

Foto: Internet

"MOVIDOS PELO AMOR DE DEUS"


Plano Diocesano de Pastoral para o ano 2017-2018, integrado na planificação diocesana para o quinquénio 2015-2020.
Será apresentado nesta sexta feira, 7 de julho, às 21h30 na Casa Diocesana de Vilar.

Aberta à participação de toda a Igreja Diocesana e dos seu agentes de pastoral este convite destina-se a todos os sacerdotes, diáconos, consagrados(as) e leigos.

A vossa presença é um testemunho e um estímulo para percorrermos com alegria o caminho sinodal que a todos nos motiva e mobiliza para fazermos da “Alegria do Evangelho é a nossa Missão / Movidos pelo amor de Deus” a marca de Deus na Diocese do Porto.

BISPO CONVOCA DIOCESE a participar na ordenação de novos diáconos e presbíteros

O bispo do Porto convoca “toda a Diocese” para a celebração de ordenação de sete sacerdotes e cinco diáconos, que vai presidir este domingo, às 16h00, e a “dar graças a Deus por tão grande dom para a Igreja”.

“Valorizar e celebrar este acontecimento eclesial é dar graças a Deus pelas vocações que surgem neste terreno vocacionalmente fecundo e que vão sendo acompanhadas em diversas instâncias”, escreve D. António Francisco dos Santos.
(...)
A nota pastoral ‘Sentinelas da madrugada onde brilha o rosto de Jesus e da Igreja’ foi publicada no contexto das ordenações sacerdotais que o prelado vai presidir este domingo, na Catedral do Porto.

D. António Francisco dos Santos informa que do Seminário Maior do Porto vão ser apresentados ao ministério de presbítero três diáconos, em número igual são os futuros padres da Companhia de Jesus (Jesuítas) e um da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos).

terça-feira, 4 de julho de 2017

SANTA ISABEL DE PORTUGAL

ANTÍFONA DE ENTRADA Prov 31, 20.26 

Abriu as mãos ao pobre, estendeu os braços ao indigente. 
Nos seus lábios estava a lei do Senhor. 

http://www.liturgia.pt/santos/santo_v.php?cod_santo=102

LECTIO DIVINA - Terça-feira da Semana XIII do Tempo Comum

Evangelho: Mt 8, 23-27
Naquele tempo, Jesus subiu para o barco e os discípulos acompanharam-n’O. Entretanto, levantou-se no mar tão grande tormenta que as ondas cobriam o barco. Jesus dormia. Aproximaram-se os discípulos e acordaram-n’O, dizendo: «Salva-nos, Senhor, que estamos perdidos». Disse-lhes Jesus: «Porque temeis, homens de pouca fé?». Então levantou-Se, falou imperiosamente ao vento e ao mar e fez-se grande bonança. Os homens ficaram admirados e disseram: «Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?».

Rezar a Palavra
Desperta, Senhor, que o mar engole-me com a sua fúria e o vento leva-me para longe de ti. Vem Senhor Jesus para que não nos separemos uns dos outros pela fúria das razões mesquinhas nem pela escuridão do orgulho de quem quer ser primeiro sem dobrar o joelho para servir. Vem Jesus com a tua cruz de amor e faz que se acalmem as tempestades ruidosas da vaidade que nos faz donos da tua barca.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

DIA DA COMUNIDADE - Ensaio para a Missa

Segunda-feira, 3 de Julho, às 21h30, no centro paroquial. 
Os elementos dos grupos corais da paróquia, 
ou de outros grupos que saibam e desejem cantar, 
são convidadas a participar. 😊

FESTA DE S. PEDRO - Procissão

 Procissão da Festa de S. Pedro 
vista pelo olhar da  Daniela Pereira fotografa /Gaia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 1 de julho de 2017

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comundiade

DOMINGO XIII DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 88 (89), 2-3.16-17.18-19 (R. 2a) 
Refrão: Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor. 
Cantarei eternamente.

Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor 
e para sempre proclamarei a sua fidelidade. 
Vós dissestes: 
«A bondade está estabelecida para sempre», 
no céu permanece firme a vossa fidelidade.  

Feliz do povo que sabe aclamar-Vos 
e caminha, Senhor, à luz do vosso rosto. 
Todos os dias aclama o vosso nome 
e se gloria com a vossa justiça. Refrão 

Vós sois a sua força, 
com o vosso favor se exalta a nossa valentia. 
Do Senhor é o nosso escudo 
e do Santo de Israel o nosso rei.

RECORDANDO O JIM - MISSÃO JOVEM’16

LEMA: DO CORAÇÃO DE CRISTO AO CORAÇÃO DO MUNDO
Ainda que a distância nos vá separando daquele primeiro fim de semana de julho, dificilmente se apagará da memória de quem quis fazer comunhão: rindo, cantando, dançando, rezando, celebrando, conversando, interagindo, aprendendo, conhecendo, escutando, meditando…tudo num só fim de semana. É intenso, certo? Por isso marca!
Depois de instalados entre o arvoredo, com o céu por limite…logo tivemos oportunidade de receber um kit que nos iria acompanhar e fornecer orientação para o tempo que se seguia.
Entre a música, uma constante do encontro, e as orientações dos animadores, foram criados grupos com um team leader, integrando jovens oriundos dos mais diversos pontos do país, do Algarve ao Minho, com uma dinâmica de interação para refletir sobre uma das obras de misericórdia atribuída ao grupo e descobrir, no espaço da quinta, as diversas peças com que formariam um puzzle e, posteriormente, todos os grupos juntos construiriam o muro da misericórdia, o qual nos acompanharia ao longo de todos os momentos de oração do encontro, culminando com a eucaristia no domingo.
Em pleno clima de verão, a tarde destinou-se, após almoço partilhado, a caminhar pela cidade da Maia em busca dos sítios onde se dá rosto às obras de misericórdia. Cada grupo percorria a cidade em função da respetiva obra e, assim, todos de t-shirt amarela na qual se identificava a missão jovem, encheu-se a cidade de um colorido e juventude que animou as suas principais ruas.
Em cada lugar havia alguém à espera para acolher, disposto a ouvir e a responder – uma catequese em movimento e em campo, fora do contexto de sala, talvez mais propícia à escuta e mais eficaz quanto à experiência de vida.
Depois, todos os grupos, após visitarem os locais respetivos e de realizarem as atividades que lhes tinham sido distribuídas para o percurso do pedypaper, juntaram-se na grande Praça do Município, numa mole humana de amarelo vestida que tornava mais quente ainda o sol daquela tarde, numa animação contagiante. Cada grupo apresentou o seu cartaz com a frase que resumiria a sua obra de misericórdia e o seu “grito de guerra” onde se anunciava a paz e a bondade a que conduzem todas as obras de misericórdia. Ao som das músicas, já bem conhecidas, tocadas e cantadas pelo grupo de jovens da paróquia de Vagos, que animaram todo o encontro, e coreografadas pelos animadores, estes “puxavam” e convidavam a dançar, em verdadeiro clima de festa!
E ainda houve tempo para, na Praça, os jovens sentados formarem a palavra “JIM” que seria fotografada por um drone, a 30 m de altura (com a colaboração da Câmara Municipal) e que integrará o logotipo do próximo Missão Jovem.
De regresso às instalações dos Combonianos, estafados - uns mais que outros- os jovens não pararam de se “manifestar” em grande alegria, entoando os seus “gritos de guerra”, erguendo os seus cartazes, cantando… enfim, com todo aquele entusiasmo manifestado por megafone, “convocando” todos os moradores daquelas artérias urbanas a abeirarem-se da janela ou da porta para ver que alegria movia toda aquela onda amarela em movimento.
Finalmente, era a hora da higiene pessoal e do jantar. A energia gasta, logo foi reposta com uma bela de uma feijoada e os correspondentes acompanhamentos. Hora da refeição sempre momento de convívio e agora também já com interação com outros jovens que se conheceram durante todo o dia. 
E para quem pensasse que o dia tinha chegado ao fim…desengane-se, porque iniciavam-se dois pontos altos daquele sábado! - o concerto da Banda Missio e a vigília. 
A Banda pôs tudo a mexer… foi cantar, dançar e pular até à meia- noite e meia…
Bem cansados, creio eu, havia que passar da euforia ao momento da reflexão, para transitar para o sono até o dia amanhecer!
Magnífica aquela vigília! E que bela “catedral” com o céu estrelado por abóbada e a lua por candelabro e ainda alcatifa de relva. Até perto da 1h30, na “claridade” da noite, agora já fresca, numa ténua luz para permitir ler os textos, sentados na relva ou nas cadeiras, escutámos a Palavra, meditámo-La, pedimos perdão, agradecemos, orámos, reunidos como irmãos em volta do Pai.
Estávamos preparados agora para dormir, deixando Deus “descansar” também…pois deverá ser mais “fácil” para Ele cuidar de nós quando dormimos…
Domingo, Ele acendeu a luz logo cedinho, que entrou pelos nossos “quartos” sem persianas! Um doce acordar… com os raios do sol por entre o arvoredo e o cantar dos pássaros por embalo. Creio que alguns…não deram descanso ao seu Deus que teve de os velar acordados….
No domingo esperava-nos, bem cedo, o pequeno-almoço e de seguida a oração da manhã em comunhão com toda a Natureza! E mais dois momentos altos nos esperavam neste dia do Senhor.
Se no sábado fomos ao encontro das instituições, verdadeiras forças vivas da cidade, onde se operam no terreno as obras de misericórdia, naquela manhã vinham ao nosso encontro a Matilde, chegada de Évora, e o Rui, chegado de Penafiel.
Ambos nos vieram falar da sua vivência das obras de misericórdia. 
Matilde, de 22 anos, com ar de menina franzina, cheia de ternura na voz, de uma angelical sensibilidade, e com seu jeito natural e genuíno de comunicar e de contar histórias, a sua vontade de ajudar os outros, levou-nos às lágrimas. A partilha generosa da sua vivência como voluntária foi, certamente, uma referência e uma inspiração para todos quantos a escutaram atentamente. E creio que ouviram atentamente, porque ela cativa pela sua atitude, pela sua palavra, pela intensidade da sua vida, apesar de ainda tão jovem, pela sua fé e pela forma como fala do seu (nosso) Deus!
Não resisto, entre tantas vivências partilhadas, a deixar alguns apontamentos sobre algumas delas, passadas como voluntária na Ilha de Lesbos, na Grécia, onde morreu afogada aquela criança, cujas imagens correram mundo e se tornaram o ícone para alertar consciências na Europa, quanto ao drama dos refugiados, vindos da Síria e de outros países devastados pela violência.   

Contava-nos Matilde que, à semelhança de muitos, bombardeada com notícias e opinion makers, começava nela a crescer um sentimento de que não gostava e que a inquietava, relativamente aos refugiados. Aquelas perguntas: porque não procuram eles outros países mais próximos; vêm tirar postos de trabalho; vêm terroristas, etc., etc…
A Matilde estuda enfermagem e decidiu, no seu eu mais profundo, que teria de se confrontar com essa realidade dos refugiados para, cara a cara, conhecer, afinal, quem são os refugiados. 
Procurando saber de que forma poderia ajudar, defrontou-se com pedidos de ajuda monetária ou de bens. Não era, porém, essa a ajuda que ela poderia dar. Então contactou organizações estrangeiras e logo se inscreveu para integrar uma missão. Surpreendeu a sua mãe (o pai já faleceu e Matilde é uma de 9 irmãos) que não aceitou logo de bom grado tal decisão, mas que veio a respeitar e apoiar. 
Assim, foi parar a Lesbos, onde embateu de frente com a realidade. Fez de tudo o que era necessário, desde carregar sacos a, apenas, sorrir ou abraçar. Pequenas grandes histórias de gente em sofrimento, como a daquele pai que, após o desembarque e depois de ter perdido a mulher, carregava pela praia dois grandes sacos com os pertences que ainda lhe restavam, e os seus dois filhos pequenos, em total exaustão. Matilde, atenta ao que em seu redor acontecia, correu ao seu encontro, pegando num dos sacos, maior e mais pesado do que ela, e, assim, aliviando o sofrimento daquele pai que, em face da atitude de Matilde, se desfez em lágrimas e lhe agradeceu e confidenciou alguma da sua história de vida. 
Também lá fez a experiência de ser igreja. 
Porque a maioria dos refugiados são de religião muçulmana, havia indicação de uma mesquita para rezar. Mas Matilde começava a sentir o desgaste e a falta de energia. Faltava-lhe um sítio para rezar ao seu Jesus… uma igreja, os símbolos... Sentia-se a angustiar e ligou para um padre amigo em Portugal, dando conta disso mesmo. Ele pediu-lhe calma e disse que iria resolver o “caso” dela, mas eis que naquele mesmo dia um jovem refugiado lhe perguntou por um sítio para rezar, pergunta a que ela respondeu indicando-lhe a mesquita. Mas ele disse-lhe:” Eu sou católico”. Então, Matilde abraçou-o e disse-lhe: “A igreja está aqui”. 
Na verdade, nós somos as pedras vivas do templo do Senhor!
Mas muitas são as histórias de humanidade que Matilde teve para contar naquela manhã, as suas experiências de vida e, particularmente, a missão de voluntariado. As amizades que fez, os contactos que ainda mantém, o seu regresso a Portugal no dia em que tinha um exame na faculdade e para o qual não estudou, mas que apesar disso realizou com muito êxito e as várias mensagens que tinha nesse dia, vindas de muitas das pessoas que ali tinha deixado e com quem ainda mantém contacto. 
Afinal, ali encontrou pessoas em sofrimento que perderam ou deixaram todo o seu conforto, as suas coisas, as suas ocupações, a maior parte da história das suas vidas, que arriscaram a vida com o único propósito de a salvar. Esses são os refugiados.
Tivemos também o Diogo, psicólogo, que nos falou das diversas experiências de voluntariado. A mais extensa e dura, no México, com crianças e jovens sem esperança - efetivamente, o fim da linha de qualquer vida. Trabalha atualmente com jovens que, como ele mesmo diz, fizeram más escolhas na vida. Não fizeram as opções certas. Todos com histórias de vida perdida, a bater no fundo, que o Digo tem missão de reencontrar e de reerguer. E que felicidade sente, confidenciou-nos ele, quando, reconstruindo peça sobre peça, ajuda a recontar uma história que tem tempo e caminho para continuar a ser escrita, mas agora com tinta de esperança, para muitos capítulos que lhe faltam. E como dizer “DEUS” a estes “desesperançados”. O Diogo, que antes de cursar Psicologia, também andou pelos estudos da Teologia, tem ganho experiência nos caminhos sinuosos destes jovens, tem aprendido deles como fazê-lo. E como ele ama todos estes “seus meninos”! 
E o domingo culminou com a celebração da eucaristia e com o envio de todos os presentes para a missão. Desde aqueles que iam partir para longe, do Chade ao Sudão e ao Brasil, mas também todos os que iam regressar às suas paróquias, passaram através da porta do coração. Todos partiram mais fortes, mais reconfortados, mais disponíveis para partir e mais irmanados. Com certeza, melhores pessoas! Mais cheios de Deus!
Experimenta não perguntar o que Deus pode fazer por ti, mas antes o que deves fazer por Deus! Dirás: Deus não precisa que faças nada por Ele. E tens razão… Mas se compreenderes o quanto Deus te ama, terás uma vontade infinita de o louvar e bendizer e de amar todos quanto Ele ama e, assim, terás descoberto a tua própria essência! Terás descoberto um tesouro! Ter-te-ás encontrado!Aventura-te! 
CR 2016