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terça-feira, 5 de setembro de 2017

DIA INTERNACIONAL DA CARIDADE

DIA DE SANTA TERESA DE CALCUTÁ
 Dia Internacional da Caridade, celebrado hoje, é uma proposta e “provocação” para “todo o cidadão de todos os países, crentes ou não crentes”.

“É uma provocação a nós todos, e à Igreja Católica em particular, para não termos a ideia de que temos o exclusivo da caridade, felizmente, mas em prestigiar aquela atitude que é a atenção aos mais frágeis e a opção preferência pelos pobres”, disse o padre José Manuel Pereira de Almeida à Agência ECCLESIA.

O Dia Internacional da Caridade foi instituído pela ONU – Organização das Nações Unidas, em 2012, através da Resolução 67/105, assinalando-se anualmente a 5 de setembro na data da morte de Madre Teresa de Calcutá (1910-1997).

O Papa Francisco recordou hoje a santa, através da rede social Twitter: “Como Madre Teresa, abramos horizontes de alegria e de esperança por tanta humanidade desanimada e necessitada de compreensão e de ternura”.

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/nacional/sociedade-dia-internacional-da-caridade-e-um-desafio-e-uma-provocacao/

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DIA INTERNACIONAL DA CARIDADE

O Dia Internacional da Caridade foi instituído pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2012, através da Resolução 67/105, na data da morte da Beata Madre Teresa de Calcutá, e pretende “reconhecer o papel fundamental das instituições, governos e pessoas que praticam a caridade e aliviam as crises humanitárias e o sofrimento humano”.
A caridade é paciente, 
a caridade é benigna; 
não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; 
não é inconveniente, 
não procura o próprio interesse; 
não se irrita, não guarda ressentimento; 
não se alegra com a injustiça, 
mas alegra-se com a verdade; 
tudo desculpa, tudo crê, 
tudo espera, tudo suporta. 
O dom da profecia acabará, 
o dom das línguas há-de cessar, 
a ciência desaparecerá; 
mas a caridade não acaba nunca. 
De maneira imperfeita conhecemos, 
de maneira imperfeita profetizamos. 
Mas quando vier o que é perfeito, 
o que é imperfeito desaparecerá. 
Quando eu era criança, falava como criança, 
sentia como criança e pensava como criança. 
Mas quando me fiz homem, deixei o que era infantil. 
No presente, nós vemos como num espelho e de maneira confusa; 
então, veremos face a face. 
No presente, conheço de maneira imperfeita; 
então, conhecerei como sou conhecido. 
Agora permanecem estas três coisas: 
a fé, a esperança e a caridade; 
mas a maior de todas é a caridade.

1 Cor 13, 4-13