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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

IGREJA/DEFUNTOS - Vaticano recorda proibição de espalhar cinzas cremadas.


A Congregação para a Doutrina da Fé (Santa Sé) publicou uma instrução sobre a sepultura, recordando a proibição de espalhar as cinzas da cremação e a necessidade de conservá-las nos cemitérios ou locais sagrados.

A Igreja Católica deixa aos fiéis, desde 1963, a liberdade de escolher a cremação do seu próprio corpo, embora prefira “a antiga tradição cristã” da sepultação.

Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica”, insiste a Santa Sé.

quinta-feira, 12 de março de 2015

terça-feira, 27 de maio de 2014

A PROPÓSITO DO SER IGREJA E DO CONSELHO PASTORAL


O Conselho Pastoral Paroquial tem como principais objectivos unir e integrar todos os cristãos e todos os grupos duma dada área numa mesma comunidade paroquial e fomentar a participação e corresponsabilidade de todos. Exigem, certamente, uma nova mentalidade e uma conversão no modo de ser Igreja.
É importante que ele seja representativo de toda a paróquia na diversidade dos seus membros,serviços e grupos.
Constitui um órgão principal de reflexão e de diálogo, com o fim específico de ajudar o Pároco:
a) a despertar todos os membros para a missão comum;
b) a unir e a integrar na comunidade os vários centros de culto e de vida cristã, assim como os diversos serviços, movimentos e grupos que compõem a paróquia;
c) a elaborar o plano pastoral da paróquia e a fomentar uma actuação coordenada
de todos os sectores;
d) a informar o Bispo da Diocese sobre a real situação da comunidade;
e) a formar e escolher os elementos mais competentes para os serviços pastorais;
f) a ver as realidades pastorais da vida paroquial ou zonal;
g) a rever periodicamente a acção pastoral, em renovação permanente.
Algumas condições, requisitos ou circunstâncias para participar no CPP:
1. As pessoas que, cumulativamente:
a) estejam em plena comunhão com a Igreja;
b) dêem testemunho de vida cristã;
c) residam na paróquia ou nela tenham algum trabalho pastoral há, pelo menos, um ano;
d) tenham completado 16 anos de idade.
2. Na escolha dos membros do mesmo Conselho devem ser tidos em consideração
ainda os seguintes critérios:
- a equilibrada participação de ambos os sexos e de diversos escalões etários;
- representação dos vários sectores sócio-profissionais.
3. A mesma pessoa não poderá representar mais do que um organismo, movimento, serviço, sector, zona ou lugar.

FD 909

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Urgências e soluções para a «crise» da Igreja Católica em Portugal

O bispo do Porto considera que há 19 “pontos críticos” da Igreja Católica em Portugal, a começar pelo “divórcio entre fé e vida”, a perda do “ardor evangelizador” e a “falência” dos modelos de iniciação cristã.
A lista pessoal, baseada num documento de trabalho da Conferência Episcopal com vista à renovação da ação pastoral da Igreja em Portugal, foi apresentada por D. Manuel Clemente a 31 de agosto em Fátima, durante a 34.ª Semana Bíblica Nacional.
“A não concretização duma Igreja onde todos tenham uma missão insubstituível a desempenhar”, a “falta de alegria, entusiasmo e esperança” e as “celebrações distantes da vida”, acompanhadas por “homilias extensas e tristes”, constituem os três problemas seguintes.
O elenco das “sombras” inclui uma “Igreja envelhecida, muito clerical e sacramentalista”, onde “diminui a prática e os jovens se afastam”, prosseguindo com a referência ao “individualismo nas expressões da fé, sem responsabilização”.
D. Manuel Clemente salienta as dificuldades de comunicação da Igreja, causadas por uma “linguagem hermética” e “ausência” nos novos media, e constata “a desagregação do ambiente familiar”, com a consequente perda do seu papel na transmissão da mensagem cristã.
Além do enfraquecimento “do sentido do Domingo”, o responsável pela pasta da cultura e comunicações sociais dos bispos de Portugal menciona a falta de consagrados e agentes pastorais, a “fé tradicionalista e pouco esclarecida”, o “esquecimento da Doutrina Social da Igreja” e as “romarias meramente turísticas”.A “autenticidade de muitos cristãos comprometidos” no mundo e na Igreja, a “redescoberta” da Bíblia e “a valorização de momentos de verdadeiro encontro orante e sacramental com Cristo” encabeçam as 20 “luzes de esperança”.