CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA A SUBSTITUIÇÃO DO TELHADO DO CENTRO PAROQUIAL. CONTRIBUA PARA ESTA CAUSA PEDINDO EM QUALQUER CENTRO DE CULTO OU NO CENTRO PAROQUIAL O ENVELOPE DISPONIBILIZADO PARA O EFEITO. PODE AINDA FAZER POR DONATIVO À PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO. IBAN PT50 0018 000010163256001 75 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso). OBRIGADO!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

DOMINGO V DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 111 (112), 4-5.6-7.8a e 9
Refrão: Para o homem recto nascerá uma luz no meio das trevas. 

Brilha aos homens rectos, como luz nas trevas,
o homem misericordioso, compassivo e justo.
Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça. 

Este jamais será abalado;
o justo deixará memória eterna.
Ele não receia más notícias:
seu coração está firme, confiado no Senhor. 

O seu coração é inabalável, nada teme;
reparte com largueza pelos pobres,
a sua generosidade permanece para sempre
e pode levantar a cabeça com altivez.

ILUMINA E SERÁS ILUMINADO, CURA E SERÁS CURADO

Meditação sobre o Evangelho do V Domingo
«Vós sois o sal da terra ... Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa. Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens.» (Mateus 5, 13-16)

Ler em

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

FAMÍLIA

ACTUAL, PERTINENTE E IMPORTANTE...
Casais que vivem juntos antes do casamento: As dúvidas de um pároco
...
Mesmo «entre os “próximos” – os regularmente praticantes, que fazem parte dos grupos ou associações católicas, as pessoas comprometidas como catequistas, animadores ou ao serviço da caridade – não faltam casais que escolhem a convivência pré-matrimonial».
...
A realidade dos casais que vivem em comum antes do casamento está também bem presente no relatório enviado pelos bispos alemães ao Vaticano, em resposta ao questionário do secretariado do Sínodo dos Bispos sobre a Família, que decorrerá em outubro.
Nos comentários das dioceses é «unanimemente constatado que a “convivência pré-matrimonial”» é quase «uma realidade pastoral capilar». A maioria dos casais que pedem o matrimónio religioso convivem há vários anos (as estimativas situam-se entre os 90 e os 100%).
«Creio que faltou da nossa parte, nestes anos, uma atenção à difusão do fenómeno, às suas motivações e, num sentido mais amplo, à evolução/involução de ser casal e fazer família no nosso tempo: matrimónios celebrados quase sempre após os 30 anos, diferidos por motivações psicológicas (a adolescência prolongada), mas também pela crescente precariedade laboral e dificuldades habitacionais», escreve o padre Cecconi.

Ler em

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

ENCERRAMENTO DO 3º CCA 2014

“Da fragilidade rumo à esperança” 
Este ciclo de conversas sobre histórias de vidas e vida de histórias desaguou no palco do belo cine teatro Eduardo Brasão, em Valadares, à semelhança do que aconteceu nos anos anteriores, com um espetáculo cheio de colorido e de alegria, protagonizado por jovens que cantam e encantam, que contam histórias, que se divertem e divertem quem os vê e ouve.
Rumando à esperança, porque a esperança é a grande alavanca ou o ponto de partida de qualquer caminhante - dificilmente alguém caminha sem esperar, quem não espera desiste do caminho – foi encontrado um palco de jovens que encheram a sala (que também estava cheia) de música e de ritmo, envolvendo e entusiasmando a plateia.
Um obrigado a todos quanto se envolveram de forma a tornar possível este evento, aberto a toda a comunidade, envolvendo a paróquia e as organizações civis, proporcionando com elevado nível e de forma abrangente a cooperação entre pessoas e instituições, formando e informando.    
Valeu a pena esperar… para partir rumo ao próximo ciclo de conversas amplas, falando sempre de pessoas e para pessoas, pois ”a falar é que a gente se entende”.

CR

3º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS, fechado com chave de ouro!

PARABÉNS E AGRADECIMENTOS
À Pastoral da Família e ao Rev. Padre Zé José M Costa Lima;
Aos apoiantes/patrocinadores e público em geral;
A todos os oradores;
Ao Coro Infantil do Menino Jesus da Paróquia de Gulpilhares;
À Tunifíca-Tuna Católica de Mafamude;
À FotoMartinho Valadares - pela gentileza da partilha das fotos;
À CR pelos belíssimos textos que também partilhou.
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

FOLHA DOMINICAL - Informações e Reflexões Importantes para a Comunidade



A NOSSA ORAÇÃO POR TODOS OS CONSAGRADOS


DOMINGO IV DO TEMPO COMUM - Festa da Apresentação do Senhor

 
SALMO RESPONSORIAL Salmo 23 (24), 7.8.9.10 (R. 10b)
Refrão: O Senhor do Universo é o Rei da glória.

Levantai, ó portas, os vossos umbrais,
alteai-vos, pórticos antigos,
e entrará o Rei da glória.

Quem é esse Rei da glória?
O Senhor forte e poderoso,
o Senhor poderoso nas batalhas.

Levantai, ó portas, os vossos umbrais,
alteai-vos, pórticos antigos,
e entrará o Rei da glória.

Quem é esse Rei da glória?
O Senhor dos Exércitos,
é Ele o Rei da glória.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR: história e espiritualidade

Sobre a festa da Apresentação do Senhor, escreveu o bispo S. Sofrónio (séc. VI-VII):

«Todos nós que celebramos e veneramos com tanta piedade o mistério do Encontro do Senhor, corramos para Ele com todo o fervor do nosso espírito. Ninguém deixe de participar neste Encontro, ninguém se recuse a levar a sua luz.
Levemos em nossas mãos o brilho das velas, para significar o esplendor divino daquele que se aproxima e ilumina todas as coisas, dissipando as trevas do mal com a sua luz eterna, e também para manifestar o esplendor da alma, com o qual devemos correr ao encontro de Cristo.

Assim como a Virgem Mãe de Deus levou ao colo a luz verdadeira e a comunicou àqueles que jaziam nas trevas, assim também nós, iluminados pelo seu fulgor e trazendo na mão uma luz que brilha diante de todos, devemos acorrer pressurosos ao encontro daquele que é a verdadeira luz.

Na verdade a luz veio ao mundo e, dispersando as trevas que o envolviam, encheu-o de esplendor; visitou-nos do alto o Sol nascente e derramou a sua luz sobre os que se encontravam nas trevas: este é o significado do mistério que hoje celebramos.

Caminhemos empunhando as lâmpadas, acorramos trazendo as luzes, não só para indicar que a luz refulge já em nós, mas também para anunciar o esplendor maior que dela nos há de vir. Por isso, vamos todos juntos, corramos ao encontro de Deus.

Eis que veio a luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Todos nós, portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar, para que brilhe em nós esta luz verdadeira.

Nenhum fique excluído deste esplendor, nenhum persista em continuar imerso na noite, mas avancemos todos resplandecentes; iluminados por este fulgor, vamos todos juntos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara e eterna; associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de ação de graças ao Pai da luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor.

A salvação de Deus, com efeito, preparada diante de todos os povos, manifestou a glória que nos pertence a nós, que somos o novo Israel; e nós próprios, graças a Ele, vimos essa salvação e fomos absolvidos da antiga e tenebrosa culpa, tal como Simeão, depois de ver a Cristo, foi libertado dos laços da vida presente.

Também nós, abraçando pela fé a Cristo Jesus que vem de Belém, nos convertemos de pagãos em povo de Deus (Jesus é com efeito a Salvação de Deus Pai) e vemos com os nossos próprios olhos Deus feito carne; e porque vimos a presença de Deus e a recebemos, por assim dizer, nos braços do nosso espírito, nos chamamos novo Israel. Com esta festa celebramos cada ano de novo essa presença, que nunca esquecemos.»

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CCA - 5ª E ÚLTIMA CONFERÊNCIA - AMÉRICO AZEVEDO

O tema deste 3.º ciclo de conferências “Da Fragilidade… à Esperança” é sugestivo de um caminho, de um percurso... de um lado para outro…de um modo para outro… de uma atitude para outra. Indica um caminho e um caminhar…
Das conversas havidas ao longo deste mês de janeiro de 2014, todas elas inseridas nesse tema, talvez nenhuma tenha sido de perceção tão evidente como a da noite de quarta- feira, com o Américo Azevedo. Também porque a sua fragilidade física é exposta...
O seu percurso de vida, a sua história, teve o ponto de partida na fragilidade. Nasceu frágil e enfrentou os obstáculos físicos e psicológicos para os quais ninguém nasce preparado…e menos ainda os fragilizados que mais dificuldades têm em preparar-se.
O testemunho que Américo Azevedo deu da sua descoberta de Deus e do encontro com Jesus confirma que Deus tem sempre a iniciativa de nos amar de nos encontrar primeiro. De nós, apenas precisa da disponibilidade para nos deixarmos amar e encontrar. 
E que muitas vezes Deus se nos revela no silêncio, na solidão, na fragilidade, na escuridão…No silêncio de nós mesmos, no silêncio do outro…na nossa solidão e na solidão do outro, na nossa fragilidade e na fragilidade do outro…Mas sempre se revela no caminho, ainda que na berma…E quando se revela… os silêncios, as solidões, as fragilidades, as escuridões… tornam-se caminhos de luz que devem ser testemunhados sobretudo pela nossa forma de caminhar… É forçoso caminhar de forma diferente por caminhos iluminados…
Não podemos impor Deus a ninguém, porque Ele não se impõe. Deus quis precisar de nós e esse é o melhor sinal de quanto nos ama! Existindo sem nós, não o deseja fazer, revela que quer existir connosco…mesmo quando não estamos disponíveis para o aceitar - liberdade que nos concede.
Foi um testemunho de vida que impressionou pela sua objetividade, pelo sentido de humor, pela felicidade e serenidade, que a sua fragilidade não tira, e sobretudo pela esperança e pela alegria. Um tal resultado só pode ser conseguido depois de caminhar muito…E não é pela idade que se pode avaliar o tamanho do percurso, mas pelas “solas” gastas… 
Temos a tentação de nos sentarmos na berma da estrada aos primeiros sinais de cansaço…e de preferência à sombra, para evitar o calor… à espera que Deus nos dê boleia, que Jesus volte atrás e nos leve ao colo…mas somos muitos para Jesus levar. Temos de lembrar que Ele nos mandou que o fizéssemos uns aos outros. Portanto…nada de fazer “fita”… e caminhar com alegria para que outros também queiram caminhar … 
São estes testemunhos fortes que nos fazem questionar os nossos “nadas”, os nossos “se” e os nossos “mas”…É a diferença entre Paulo na estrada de Damasco que nunca mais parou de correr nas estradas que o conduziam a Cristo e o jovem rico a quem os “se” e os “mas” fizeram voltar atrás, não seguindo logo caminho com Jesus …

31.01.2014 
C R
Imagens: Foto Martinho

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CCA - Última Conferência

Quarta-feira, 29 de Janeiro, 21h30, Capela de S. Martinho
Orador: Américo Azevedo

Depois de ideias e lições tão simples de economia, vamos a caminho da última conversa ampla. A não perder. Mas, se não puder estar presente veja em:  www.cca.2you.pt

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CCA - 4ª Conferência - Dr. Carlos Costa

 Mais que uma conferência ou uma ampla conversa, revelou-se um “serão” cultural. A Academia presenteou a assembleia com a execução de duas peças ao piano, a abrir a conferência, e com o belo canto a encerrar, cujos intérpretes pertencem àquele reputado estabelecimento de ensino.
Quanto ao orador da noite, o Dr Carlos Costa que, curiosamente, residiu na nossa freguesia de Vilar do Paraíso, durante 10 anos, surpreendeu com a sua arte de ensinar. De forma simples, clara e serena, falou-nos de uma realidade tão complexa quanto é a economia e as finanças públicas de um país. 
Ficámos a saber que a tão propalada crise de hoje não é “original”; percebemos quais as causas e porque é que a crise de hoje tem tão forte impacto e, ainda, o que falta para ultrapassar a crise.
Se quiséssemos resumir numa pequena frase qual a causa das crises, pois quanto ao efeito todos sabemos, porque o sentimos (à semelhança de estarmos numa sala em que o termostato, que regula a respetiva temperatura, avariou, causando uma elevação ou abaixamento desajustados, com incómodos para todos, independentemente de quem deu causa à avaria – foi uma das últimas imagens simples para explicar o sentimento de injustiça que experienciamos, quando entendemos não ter contribuído para a “avaria”) é a nossa -enquanto coletivo… enquanto país- falta de capacidade de nos disciplinarmos em matéria de finanças públicas e a insuficiência de mecanismos coletivos de controlo. 
É o conhecimento que nos permite fazer opções, logo o conhecimento dá-nos liberdade...
Assim, tanto quanto nos for possível, não devemos perder oportunidades de aprender com quem sabe e se disponibiliza para ensinar, para partilhar conhecimento.
Estes ciclos de conferências que vêm sendo promovidos têm sido uma boa oportunidade. 

C.R

sábado, 25 de janeiro de 2014

3º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS

 Sábado, 25 de Janeiro, 21h30, novo Auditório da AMVP
Orador: Dr. Carlos Silva Costa
Governador do Banco de Portugal
É membro do Conselho de Governadores e do Conselho Geral de Governadores do Banco Central Europeu, membro do Conselho Geral do Comité Europeu de Risco Sistémico e do Grupo Consultivo Regional para a Europa do Conselho de Estabilidade Financeira. Preside ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros.

É vice-presidente honorário do Banco Europeu de Investimento (BEI), professor catedrático convidado da Universidade Católica do Porto e da Universidade de Aveiro e presidente do Conselho Consultivo da Faculdade de Economia da Universidade Católica do Porto.

Nasceu em 3 de Novembro de 1949. É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (1973).

Fonte:
http://www.bportugal.pt/PT-PT/OBANCOEOEUROSISTEMA/ORGANIZACAOEESTRUTURA/Paginas/Governador.aspx

DOMINGO III DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.4.13-14 (R. 1a)
Refrão: O Senhor é minha luz e salvação. 
Ou: O Senhor me ilumina e me salva. 

O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:
habitar na casa do Senhor
todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor
e visitar o seu santuário. 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem confiança e confia no Senhor.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ENCERRAMENTO DO CCA

BILHETES EM DISTRIBUIÇÃO
- Cartório da paróquia de Vilar do Paraíso 
- Foto Martinho
- Final das missas sábado e domingo 
- Casais da equipa da pastoral da família

PRONTOS PARA A PRÓXIMA?

Naturalmente que a presença física de cada um de nós no CCA é sempre muito importante, mas se por algum motivo  não for possível, este ano, pode ver em directo na web em www.CCA.2you.pt 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

UMA PARTILHA IMPORTANTE SOBRE O CCA


Como já nos vem habituando, o grupo da Pastoral da Família na nossa paróquia de S. Pedro de Vilar do Paraíso promoveu e organizou ao longo deste mês de Janeiro de 2014 um ciclo de conversas amplas, já bem conhecido de toda a comunidade paroquial e civil e que todos já aguardam com expectativa no início de cada ano, dado o interesse dos temas e dada a craveira dos oradores ou comunicadores convidados. E a prová-lo está a afluência das pessoas, mesmo em noites climatericamente mais inóspitas, compondo uma audiência simpática, disposta a escutar, aprender e refletir. Deste pão também nos devemos alimentar para que, paradoxalmente, não definhem o espírito e a alma num corpo nutrido.
Sendo o tema deste ano “Da Fragilidade à Esperança”, a primeira conversa ampla foi com a Dra Ana Jorge, médica pediátrica, com longo e empenhado percurso de vida, que partilhou muito do seu conhecimento connosco. 
Deu-nos uma pequena resenha da evolução dos cuidados de saúde no nosso país desde os anos 80 até aos nossos dias, incluindo a reflexão sobre indesejáveis desvios que a crise e austeridade podem trazer. Falou-nos da impressionante evolução nestes últimos cerca de 30 anos com a demonstração de números e percentagens que nos devem fazer sentir satisfeitos, resultados esses devidos, sobretudo, à excelente qualidade dos recursos humanos da área, de reconhecido mérito na comunidade médica e científica internacional, mais do que aos recursos técnicos e financeiros. 
Abordou o impacto que uma doença crónica produz numa família, principalmente ao nível pediátrico, desde o diagnóstico, a notícia a dar, o luto do filho idealizado, impacto nos pais nos irmãos e na família mais alargada. A doença crónica exige o trabalho da reorganização da família.
Não podendo nem pretendendo ser-se exaustivo sobre tanta coisa partilhada, dir-se-á apenas que a conversa foi ampla e desaguou no verbo “humanizar”. E não é para admirar! Se falamos de pessoas e para pessoas, fragilizadas pelo impacto da doença, parece que não poderia ser outra a “palavra-chave”, a palavra que deve acompanhar toda e qualquer ação, mas neste âmbito com uma vocação acrescida. É até um pleonasmo! Mas os pleonasmos são mesmo usados para reforçar uma ideia, principalmente quando ela anda arredada…Ficou esta ideia de que é necessário humanizar os serviços para o que é necessário formação: saber ouvir, disponibilidade e vontade de entender, respeito pelo outro como pessoa – Eu poderia facilmente ser tu e eu quero ajudar-te.
Nós, os cristãos não deveríamos precisar de grandes compêndios nesta arte de viver! Temos o Mestre Jesus para aprender Dele e fazer como Ele! 
É sempre muito bom terminar o dia a partilhar ideias, a aprender e a refletir! Afasta-nos o sentimento de vazio ou de banalidade de cada dia passado na correria da rotina e de perda daquilo que nos é dado e é tão precioso – o TEMPO.

C.R.

CCA - 3ª Conferência - Elísio Pinto

PALAVRAS e imagens, IMAGENS e palavras... um jogo de vida com testemunho edificante. Hora e meia de momentos intensos de partilha e diálogo familiar e cultural. E nem faltou a "maçã" no Paraíso, pois todos solidários na fragilidade e na esperança. Obrigado ao nosso Elísio Pinto.
 
 

Texto: Pe Zé Manel
Imagens: Foto Martinho