CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA A SUBSTITUIÇÃO DO TELHADO DO CENTRO PAROQUIAL. CONTRIBUA PARA ESTA CAUSA PEDINDO EM QUALQUER CENTRO DE CULTO OU NO CENTRO PAROQUIAL O ENVELOPE DISPONIBILIZADO PARA O EFEITO. PODE AINDA FAZER POR DONATIVO À PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO. IBAN PT50 0018 000010163256001 75 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso). OBRIGADO!

terça-feira, 15 de setembro de 2020

NOSSA SENHORA DAS DORES

Mãe dolorosa, Senhora das dores, 
mãe de piedade, senhora das lágrimas,
uma espada te rasga o coração, 
uma dor te esmaga a alma. 
Em teu regaço nos acolhemos, 
ao teu olhar nos confiamos,
no teu amor de mãe 
colocamos toda a nossa vida, 
toda a nossa fé 
e toda a nossa esperança.

MISSA DE 7º DIA

Em memória de  
JOSÉ ANICETO PEREIRA DE CASTRO
Missa de 7º Dia  
Em Valadares, dia 16, às 18h30.
Em Vilar do Paraíso, dia 17, às 19h00.

VIRGEM SANTA MARIA DAS DORES

EVANGELHO Jo 19, 25-27
Naquele tempo, estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Ao ver sua Mãe e o discípulo predileto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.
(...)
rezar a palavra
Nas minhas lágrimas te recebo como mãe, Maria, Senhora de ao pé da cruz. Na minha cruz oiço as palavras do teu filho: “eis a tua mãe”. Na minha vida entendo o mistério guardado nas palavras: “Eis o teu filho”. Sou teu filho, Senhora, na dor das tuas e das minhas lágrimas, sou teu filho, minha mãe.

compromisso
Rezo os mistérios dolorosos.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

PARA QUE O NOSSO CORAÇÃO NÃO SEJA UM NINHO DE VÍBORAS

Irei também, Senhor,
Em procissão de amor,
Beijar a tua Cruz.

E quando eu olhar para ti,
Para o teu rosto ferido e desfigurado,
Para as tuas muitas chagas a sangrar,
Dá-me a graça de aí ver bem o meu pecado.

E quando Tu, Senhor, olhares para mim,
Com esse meigo olhar de serena compaixão,
Dá-me a graça de aí ver o teu perdão nunca poupado,
E de sair com o coração transfigurado.

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - Festa

Missa

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Gal 6, 14
Toda a nossa glória está na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
N’Ele está a nossa salvação, vida e ressurreição.
Por Ele fomos salvos e livres.

domingo, 13 de setembro de 2020

XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

Eclo 27,33-28,9
Sl 102(103)
Rm 14, 7-8
Mt 18, 21-35

PARA AMAR DE VERDADE TEMOS QUE APRENDER A PERDOAR SEMPRE

Na Bíblia há dois atributos básicos de Deus que são a justiça e a misericórdia. Na Bíblia Deus usa muito mais a misericórdia do que a justiça. Por isso, o Papa Bento XVI escreveu na sua encíclica: 

“O amor apaixonado de Deus pelo seu povo – pelo homem – é ao mesmo tempo um amor que perdoa. E é tão grande, que chega a virar Deus contra Si próprio, o seu amor contra a sua justiça. Nisto, o cristão vê já esboçar-se veladamente o mistério da Cruz: Deus ama tanto o homem que, tendo-Se feito Ele próprio homem, segue-o até à morte e, deste modo, reconcilia justiça e amor” (Deus Caritas Est, nº10). “Agora o amor já não é apenas um ‘mandamento’, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro” (Idem nº1b).

O Evangelho deste Domingo é a segunda parte do Sermão sobre a Igreja (Discurso sobre a vida comunitária). Um dos maiores desafios para quem vive em comunidade ou em qualquer tipo de convivência, como também na comunidade de Mt, é o perdão. A sobrevivência de qualquer comunidade humana ou de qualquer convivência depende da capacidade que os seus membros têm de perdoar. Sem isto, não há comunidade ou convivência que possa subsistir por muito tempo. O perdão refaz as pontes, encurta as distâncias e desarma os espíritos. Quando a pessoa deixa de perdoar, ela se torna refém do próprio ódio ou rancor, e consequentemente perde a liberdade. O perdão é que possibilita a própria existência e a continuação da comunidade ou de uma convivência. Sem perdão não existe vida fraterna, vida conjugal, vida familiar ou vida comunitária. E de modo especial, devemos estar sempre conscientes de que a comunidade cristã (ou qualquer convivência humana) é constituída de homens que são ao mesmo tempo santos e pecadores e que só continuam vivos porque Deus renuncia à vingança. Se Deus respondesse às ofensas humanas, às nossas ofensas, eliminando o pecador, sem dúvida nenhuma, boa parte da humanidade desapareceria. Por que nós, seres humanos pecadores temos tanta dificuldade de perdoar, enquanto Deus que é santo tem a facilidade de perdoar? Será possível que consigamos chegar um pouco à santidade de Deus à qual todos somos chamados? (Cf. Mt 5,48). Isto nos leva a perguntar ou a questionar sobre a autenticidade da nossa vida espiritual. Os exercícios da vida espiritual: as orações, as leituras e as meditações sobre a Palavra de Deus, as missas celebradas ou participadas, têm transformado nossa convivência para uma convivência mais fraterna?

Quem perdoa e é perdoado hoje, sempre tem possibilidade de voltar a pecar amanhã, porque nossa fidelidade a Deus pode não ser definitiva. No entanto, sempre que nos convertemos e voltamos arrependidos, encontraremos um Pai bondoso e misericordioso para nos acolher e perdoar. A simples consciência da grandeza do perdão recebido de Deus devia ser o suficiente para motivar cada um de nós a perdoar.

Um homem escreveu: “Quereis ser felizes por um instante? Vingai-vos! Quereis ser felizes para sempre? Perdoai!” (Tertuliano). 

Será que somos felizes para sempre? Ou será que tem ainda alguém que ainda não perdoamos? Se for assim, escutemos novamente o que disse Jesus no Sermão da Montanha: “...se estiveres para trazer a tua oferta ao altar e ali te lembrares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão; e depois virás apresentar a tua oferta” (Mt 5,23-24). 

Deixemos hoje as seguintes interrogações que podem complementar a interrogação de Pedro no Evangelho: 

1). Eu em relação aos outros no perdão: 

Quantas vezes eu tenho que perdoar os outros? O que é que eu tenho que perdoar nos outros? Eu devo colocar um limite para o perdão que eu devo dar aos outros?

2). Os outros em relação a mim no perdão: 

Quantas vezes os outros me devem perdoar? O que eles me devem perdoar? Os outros devem colocar um limite para o perdão que eles me devem dar?

Pe. Carlos Correia

Foto: Internet

sábado, 12 de setembro de 2020

SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Peregrinação Aniversária 12 e 13 de Setembro 

A comunidade surda participa hoje, pela primeira vez, numa Peregrinação Internacional Aniversária, integrando-se no programa oficial. O terceiro mistério do Rosário, às 21h30, será rezado em Língua Gestual Portuguesa e interpretado também em Língua Gestual Internacional.

Siga em directo em https://www.fatima.pt/pt/pages/transmissoes-online

DOMINGO XXIV DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL 
Salmo 102 (103), 1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8)
Refrão: O Senhor é clemente e compassivo,
cheio de misericórdia para com todos.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e não esqueças nenhum dos seus benefícios. 

Ele perdoa todos os teus pecados
e cura as tuas enfermidades.
Salva da morte a tua vida
e coroa-te de graça e misericórdia. 

Não está sempre a repreender,
nem guarda ressentimento.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas. 

SÁBADO DA SEMANA XXIII DO TEMPO COMUM

Leitura I 1Cor 10, 14-22

Irmãos: Evitai adorar os falsos deuses. Falo-vos como a pessoas sensatas: ajuizai por vós o que vou dizer. Não é o cálice de bênção que abençoamos a comunhão com o Sangue de Cristo? Não é o pão que partimos a comunhão com o Corpo de Cristo? Visto que há um só pão, nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo, porque participamos do único pão. Olhai para o povo de Israel: Não estão os que comem as vítimas em comunhão com o altar? Que quero dizer com isto? Que a carne imolada aos ídolos é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa? Pelo contrário, afirmo que as vítimas que os gentios sacrificam são imoladas aos demónios e não a Deus. E eu não quero que entreis em comunhão com os demónios. Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demónios, não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demónios. Ou queremos desafiar o Senhor? Seremos nós mais fortes do que Ele?
(...)

Rezar a Palavra 

Tu, Senhor, és a pedra que dá firmeza à minha vida e à minha fé. Sem ti as minhas reflexões são pensamentos vazios, as minhas orações palavreado barato, os meus sentimentos emoções passageiras e a minha fé uma teimosia. No mistério da Eucaristia está a forma e o conteúdo de toda a minha existência. Purifica o meu olhar para que veja o fundamental cristão no meio de tantas manifestações religiosas que o mundo oferece, para que não me sente à mesa dos pagãos, eu que participo no pão da vida.

https://aliturgia.com/sabado-da-semana-xxiii-do-tempo-comum/

SANTÍSSIMO NOME DE MARIA


Salvé, Ó Virgem Maria, Santa Mãe do Rei,
Que rege o céu e a terra, pelos séculos dos séculos,
Que rege o céu e a terra, pelos séculos dos séculos.

PROTEGER-SE E PROTEGER OS OUTROS

 É um dever de todos e porque estamos perante um acentuado crescimento de contágios da COVID-19.

Como cristãos, e porque desejamos a continuidade das celebrações, lembramos a importância do cumprimento das regras de uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento em todas celebrações comunitárias, ensaios, ou reuniões de grupos.

É recomendável que, para além da higienização das mãos, cantores e leitores não retirem a máscara no momento que leem ou cantam, pela quantidade de gotículas e aerossóis expelidos para a atmosfera por alguém que esteja infetado sem o saber. E, olhando a que o mesmo micro – sem desinfeção - é usado por 4 ou 5 pessoas… o resultado pode não ser o melhor. 

O momento da comunhão continua a suscitar sérias apreensões pelo incumprimento das regras definidas e que no cartaz são bastante claras.

1 - Distanciamento (ter 2 pessoas à frente);

2 – Retirar a máscara - puxando-a ligeiramente para o queixo - e desinfetar as mãos; 

3 - Comungar; 

4 - Colocar de imediato a máscara e desinfetar as mãos.

Celebrantes, Diáconos e Ministros Extraordinários da Comunhão, após comungarem e colocarem a máscara, devem proceder à correta higienização das mãos e só depois darem a comunhão aos fiéis. 

As equipas que no momento da comunhão se posicionam para ajudar os fiéis, devem ter em atenção o distanciamento referido no cartaz, colocar o gel desinfectante nas mãos de quem vai comungar e chamar a atenção para a colocação da máscara após a comunhão e a desinfeção das mãos. 

Juntos, com amor e paciência, cuidados acrescidos e a boa compreensão será possível minimizar os riscos, enfrentar esta pandemia que mudou a nossa a vida pessoal, familiar e comunitária na celebração da fé.

Que Deus Nosso Senhor esteja com todos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

RECORDANDO D. ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS

“Onde nos plantamos é que temos de florir e frutificar”

Assim recordamos D. António Francisco dos Santos na sua participação no Ciclo de Conversas Amplas, em 2016.
Rezemos hoje em sua memória, se possível, aceitando o convite de D. Manuel Linda, ou participando numa Eucaristia que seja mais conveniente a cada um. 
Também podemos fazer como disse D. António, nesse dia 29 de Janeiro de 2016, no CCA, em que recordava a importância de rezar todos os dias, como ele fazia e a pequena oração da sua mãe a Nossa Senhora  “Mãe Tu tudo podes porque és mãe de Deus e tudo deves porque és minha mãe”. 

D. ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS


CONVITE de D. Manuel Linda  

De acordo com uma piedosa tradição, no dia do falecimento do último bispo, neste caso, no terceiro aniversário da morte de D. António Francisco, celebrarei, na Sé, hoje, às 19 horas, pelos meus antecessores, padres e diáconos desta Diocese. Convido todos a participarem.

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XXIII DO TEMPO COMUM

Leitura I 1Cor 9, 16-19.22b-27

Irmãos: Anunciar o Evangelho não é para mim um título de glória, é uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não anunciar o Evangelho! Se o fizesse por minha iniciativa, teria direito a recompensa. Mas, como não o faço por minha iniciativa, desempenho apenas um cargo que me está confiado. Em que consiste, então, a minha recompensa? Em anunciar gratuitamente o Evangelho, sem fazer valer os direitos que o Evangelho me confere. Livre como sou em relação a todos, de todos me fiz escravo, para ganhar o maior número possível. Fiz-me tudo para todos, a fim de ganhar alguns a todo o custo. E tudo faço por causa do Evangelho, para me tornar participante dos seus bens. Não sabeis que na corrida dos estádios correm todos, mas só um recebe o prémio? Correi de modo que o alcanceis. Todo o atleta impõe a si mesmo rigorosas privações, para obter uma coroa corruptível; nós, porém, para recebermos uma coroa incorruptível. Eu corro, não como quem corre às cegas; eu luto, não como quem açoita o ar; mas castigo o meu corpo e reduzo-o à escravidão, não aconteça que, tendo pregado aos outros, venha eu a ser eliminado.
(...)
rezar a palavra
A tua palavra Senhor seja a força dos meus passos na paixão de vos servir e a minha alegria se renove no anúncio do evangelho, apesar da pobreza com que se reveste a minha vida.

compromisso
Ai de mim se não anunciar o evangelho!

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

FALECEU: JOSÉ ANICETO PEREIRA DE CASTRO


"Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé."
II Timóteo, 4



NOTA DE PESAR

Sem palavras que possam expressar toda a tristeza e consternação que sentimos pela perda deste irmão, sempre tão activo na nossa comunidade, ficamos em oração e apresentamos sentimentos de profundo pesar a toda a sua família.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

LECTIO DIVINA

Rezar a palavra
Quero ser bem-aventurado, Senhor. Este meu desejo não é estranho, pois todos os homens desejam a bem-aventurança. Assusta-me saber da possibilidade de trocar os critérios e os valores com que me oriento na vida e acabar por pensar que a bem-aventurança está onde tu vês a maldição. Mostra ao meu coração, Senhor, o verdadeiro sentido e valor das realidades do mundo e dos homens para não desejar perder-me nelas ao ponto de lhes entregar toda a minha vida.

EVANGELHO Lc 6, 20-26


Naquele tempo, Jesus, erguendo os olhos para os discípulos, disse: «Bem-aventurados vós, os pobres, porque é vosso o reino de Deus. Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir. Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, quando vos rejeitarem e insultarem e proscreverem o vosso nome como infame, por causa do Filho do homem. Alegrai-vos e exultai nesse dia, porque é grande no Céu a vossa recompensa. Era assim que os seus antepassados tratavam os profetas. Mas ai de vós, os ricos, porque já recebestes a vossa consolação! Ai de vós, que agora estais saciados, porque haveis de ter fome! Ai de vós, que rides agora, porque haveis de entristecer-vos e chorar! Ai de vós, quando todos os homens vos elogiarem! Era assim que os seus antepassados tratavam os falsos profetas».

QUARTA-FEIRA da Semana XXIII do Tempo Comum

Que o meu coração não fique preso às coisas deste mundo, mas de todas as coisas tenha consciência que são dom maravilhoso do teu amor, Senhor. Que a beleza deste mundo e as riquezas com que o adornaste sejam para mim motivo de louvor ao vosso nome e caminho para desejar habitar junto de ti, autor de todas as coisas.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

BOA NOITE, MARIA

Boa noite, boa noite Maria.
Boa noite minha mãe. 

O dia foi lindo p’ra mim, 
foi lindo p’ra ti.
Harmonia.

Vivemos na mesma cruz, 
juntos com Jesus,
na alegria.

As horas de contemplação
 foram oração
em festa.

Agora, ao fim deste dia,
rezo a teu Jesus,
Maria.

A bênção p’ra todos os meus, 
para os pecadores
que são teus.

A paz para os que sofrerem
para os que morrerem
sem Deus.

CATEQUESE EM CASA

Natividade de Nossa Senhora

Um bom dia para falar às crianças do Aniversário de Nascimento de Nossa Senhora, pois é como na vida de todos nós, um dia muito especial, e, com o tal, uma ocasião propícia para lhes falar da importância de Maria, estar hoje com ela de forma mais íntima, por exemplo rezando o terço, ou outras orações, lendo textos ou poemas a ela dedicados. Também podemos rezar uma oração feita só com palavras nossas, ou até fazer-lhe um poema!

No final da oração que idealizarmos podemos cantar os parabéns!

Proposta para todas as famílias, também como forma de preparar o tempo de catequese que se aproxima.