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sábado, 11 de maio de 2019

SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

A coragem de arriscar 
pela promessa de Deus 
Oração:
Pai Santo, Vós que nos chamais para ser santos,
Assim como Vós sois santo,
Nós vos pedimos que na Vossa Igreja
Jamais faltem santos servidores e apóstolos
Que, através da Palavra e dos Sacramentos,
Abram o caminho para o encontro Convosco.
Pai misericordioso,
Dai à humanidade extraviada
Homens e mulheres,
Que através do testemunho da sua vida iluminada
Sejam teus verdadeiros instrumentos 
e anunciadores da verdade.
Pai nosso, com a voz do Vosso Espírito Santo
E confiando na intercessão materna de Maria,
Nós vos imploramos:
Enviai sacerdotes à Vossa Igreja,
Que sejam corajosas testemunhas da vossa infinita bondade.
Ámen.

São João Paulo II

DOMINGO IV DA PÁSCOA - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 99 (100), 2.4.5.6.11.12.13b (R. 3c) 
Refrão: Nós somos o povo de Deus, 
somos as ovelhas do seu rebanho. 

Aclamai o Senhor, terra inteira, 
servi o Senhor com alegria, 
vinde a Ele com cânticos de júbilo. 

Sabei que o Senhor é Deus, 
Ele nos fez, a Ele pertencemos, 
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. 

O Senhor é bom, 
eterna é a sua misericórdia, 
a sua fidelidade estende-se de geração em geração. 

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

D. ANTÓNIO AUGUSTO AZEVEDO NOMEADO BISPO DE VILA REAL

SAUDAÇÃO À DIOCESE

Neste dia em que é anunciada a minha nomeação como novo Bispo da Diocese de Vila Real, quero manifestar a minha profunda gratidão e comunhão para com o Santo Padre, o Papa Francisco, por este sinal de confiança na minha pessoa e pela sua solicitude para com a diocese.

Saúdo com afeto o meu antecessor, Dom Amândio Tomás, por quem nutro, há muito anos, profunda estima e amizade. Saúdo com alegria todos os sacerdotes que servem dedicadamente a diocese, bem como os diáconos, os religiosos, as religiosas e os seminaristas. Conto com todos vós porque sois colaboradores próximos do bispo.

Saúdo todos os leigos da diocese, os que exercem os vários serviços e ministérios, os membros das várias associações, grupos ou movimentos laicais. O vosso compromisso no exercício da corresponsabilidade será indipensável para todos construirmos uma Igreja mais viva e missionária.

Saúdo todas as autoridades autárquicas, académicas, civis e militares, presentes na área da diocese de Vila Real, bem como as Misericórdias e todas as instituições de caráter social, cultural, recreativo ou desportivo. Manifesto o meu apreço pela vossa atividade específica e a disponibilidade para estabelecer laços de cooperação.

Saúdo as famílias, os casais, as crianças, os mais velhos e os doentes a quem apresento todo o meu carinho. Saúdo também os jovens, por quem terei uma especial deferência porque são o «agora» de Deus e o futuro da diocese. Saúdo ainda todos aqueles e aquelas que não são católicos, pertencem a outra confissão cristã ou professam outra religião.

Para mim será uma grande honra e motivo de alegria servir a diocese de Vila Real como Bispo. Tenho um grande respeito pela sua história de diocese quase centenária, cujas raízes cristãs mergulham bem fundo na história. Reitero a minha admiração pelo caráter e a cultura das gentes de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Para mim e para vós, para toda a diocese, este é um dia que marca o futuro com o sinal da esperança. Vou chegar com total disponibilidade para caminhar convosco e assim construirmos em conjunto uma Igreja que responda aos grandes, difíceis mas belos desafios do nosso tempo; uma Igreja reunida à volta de Jesus Cristo, convertida à novidade do seu Evangelho e animada pelo seu Espírito.

Conto com todos e cada um de vós, com a força da vossa fé, a lealdade da vossa colaboração e com o alento das vossas orações.

Que Maria, Nossa Senhora da Conceição, nossa padroeira, continue a ser a grande intercessora para que Deus nos encha das suas graças e bênçãos.

 +António Augusto de Oliveira Azevedo

11 de maio de 2019

sexta-feira, 10 de maio de 2019

MAIO, COM MARIA, NA SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Consagração:
Ave, oh Maria, Senhora toda vestida de branco,
Menina-mulher de Nazaré e Senhora do Rosário de Fátima.
Colocamos hoje sob a tua proteção maternal,
As famílias do nosso humilde país.
Consagramos-te as mães, como tu, os pais e os avós.
Consagramos-te em especial as crianças,
Simples e singelas como os três pastorinhos de Fátima.
Guarda, oh Mãe, sob o teu manto, também os jovens.
Faz das nossas famílias berço de muitas e santas vocações.
Hoje te pedimos, Mestra do Anúncio, que acolhas no teu Imaculado Coração
Particularmente aqueles que respondem «sim» à vocação religiosa,
Contemplativa ou ativa.
E faz também de nós instrumentos nas mãos de Deus,
Verdadeiros e vigorosos evangelizadores,
Sobretudo para os que ainda não conhecem
O verdadeiro rosto misericordioso de vosso Filho.

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

É amanhã, sábado, 11 de Maio, às 16h00, na Capela de S. Martinho, que a catequese se reúne para a Eucaristia deste mês de Nossa Senhora.
A organização e dinamização é do 3º ano de catequese, com a colaboração do coro ANIMA.
Toda a catequese é CONVIDADA a participar.

D. ANTÓNIO AUGUSTO FALA DA SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

A Semana de Oração pelas Vocações, que a Igreja Católica em Portugal promove até este domingo, foi o mote para uma conversa com o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM), sobre os desafios atuais do setor.
(...)
Para o presidente da CEVM, são sobretudo duas as interpelações que se apresentam à Igreja Católica neste tempo, no que diz respeito à pastoral vocacional.

Renovar métodos e linguagens, de modo a comunicar de forma mais efetiva com as culturas de hoje; e alargar o raio de ação na sociedade, indo além dos âmbitos mais tradicionais.

“A linguagem da pastoral vocacional deve ser mais aberta e atrativa, para que a própria palavra não assuste. Deve ser uma palavra ampla, que abra horizontes, que leve jovens e adultos a refletir e a pensar”, defende D. António Augusto Azevedo.

Para aquele responsável, é essencial que a Igreja Católica consiga “semear” a proposta vocacional “com alegria”, potenciando os “testemunhos” dos que vivem essa realidade de forma “feliz”, não só “na vida consagrada” mas “no matrimónio, numa determinada profissão e até junto de pessoas solteiras, outra dimensão muito referida no Sínodo”.

“Culmina tudo com o assumir da vida, na variedade das vocações, como um dom e como um compromisso, que é também uma dificuldade grande hoje e sempre, que é depois assumir esse compromisso”, reconhece o presidente da CEVM.
(...)
“A primeira coisa que tem de mudar, e que me parece que está a mudar, é a atitude. Não numa perspetiva isolada, de cada um por si, mas numa perspetiva de colaboração, de interação”, adianta o também bispo auxiliar do Porto, que alerta para o facto de a família não ser já o único berço de florescimento de vocações.

“Cada vez mais pessoas fazem essas escolhas a partir de outros âmbitos, da escola, da universidade, de grupos e movimentos de jovens, por outras vias. A família continua a ser um âmbito essencial, mas cada vez mais é nestes outros âmbitos que a questão vocacional cresce e se desenvolve, o que é também um dado novo que vale a pena ter presente”, diz D. António Augusto Azevedo.

No horizonte da Igreja Católica em Portugal está a próxima Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar no nosso país em 2022, e que é encarada pela Pastoral Vocacional como um evento propício para o desenvolvimento de mais iniciativas e projetos.

“Um dado que foi comentado no Sínodo é que em todos os locais onde a JMJ se realizou, esse acontecimento teve sempre um impacto, um reflexo em termos de vocações, em todos os âmbitos e também no do ministério ordenado”, assinalou o presidente da CEVM.

O presidente da CEVM acredita que, “para Portugal e para as dioceses portuguesas, a JMJ será uma ocasião para os jovens olharem a vida e a vida cristã na perspetiva da vocação”.

“Estou convencido que terá também um grande impacto desse ponto de vista”, observou.
(...)
“Pais, catequistas, animadores, professores, todas estas pessoas têm de ser preparadas para serem bons acompanhadores dos mais jovens, nas suas decisões de cariz vocacional, para que sejam decisões com condições para serem bem-sucedidas. Formar pessoas para esse trabalho de acompanhamento parece-me uma prioridade”, salienta o presidente da CEVM.

Sobre a Semana de Oração pelas Vocações, que está a decorrer até este domingo, subordinada ao tema ‘A coragem de arriscar pela promessa de Deus’, D. António Augusto Azevedo diz que “estas semanas são sempre necessárias, porque dão mais “visibilidade” a este setor e “colocam as comunidades a rezar e a refletir”.

O bispo aproveita a ocasião para “agradecer a todas as pessoas” que participam neste esforço e “a todos quanto ao longo do ano também se preocupam e sobretudo ajudam e vão acompanhando os mais jovens, nas várias iniciativas da Pastoral das Vocações e em outros setores”.

No entanto, por muito importantes que estas iniciativas sejam, elas serão sempre “insuficientes” se não tiverem depois “continuidade e eco ao longo do ano”.

“Esta temática muitas vezes um pouco esquecida vem à superfície durante estes dias e é importante que tenha um lugar próprio, presente em todos os âmbitos e preocupações da vida da Igreja”, reforçou.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

PEREGRINAÇÃO DAS CRIANÇAS A FÁTIMA

Aproxima-se a data da peregrinação das crianças a Fátima, nos dias 9 e 10 de Junho, e a nossa paróquia mais uma vez se fará representar no dia 10.

O Santuário de Fátima, todos os anos se empenha-se na publicação de imagens, cânticos, orações e textos para esta peregrinação, que visam ajudar a despertar as crianças para a mensagem de Fátima, dar-lhes a conhecer a vida e a espiritualidade dos Santos Francisco e Jacinta Marto, e são de grande ajuda para os catequistas.

Para quem desejar os subsídios já se encontram disponíveis  na página do Santuário.

JEAN VANIER E O MISTÉRIO DA FORÇA FRÁGIL

Jean Vanier morreu na noite de anteontem, após vários meses de doença, vivida com um grande desejo de vida, mas também confrontando-se lucidamente na fé com a sombra da morte. Escreveu num texto, pleno de sabedoria existencial: «Nas sociedades atuais é impressionante o nexo existente entre a recusa de olhar a morte nos olhos e um grande medo da fecundidade». O fundador d’A Arca e do movimento Fé e Luz colocou a fragilidade no centro: a amizade com os pobres, os deficientes, os feridos da vida. Escolheu a fragilidade como modalidade de presença nas encruzilhadas do mundo: a fragilidade da sua figura simpática mas despojada; a pobreza e a amizade que o caracterizavam; a fragilidade da palavra, sem retórica mas capaz de tocar o coração.
(...)
Testemunha da compaixão, vivida na relação pessoal, Vanier seguiu preocupado o crescimento dos ódios e dos muros: «Na base de todo o muro, o medo», afirmava. A sua rica experiência da humanidade dos séculos XX e XXI levava-o a dizer quanto o mundo contemporâneo está repleto de medo e, portanto, de violência. Vivia no terreno em relação estreita com os pequenos, mas tinha um olhar amplo sobre o cenário internacional com uma “geopolítica da compaixão”, nunca abstrata ou banal, nunca resignada, mas partícipe das dores na esperança de um mundo mais fraterno. Estava convicto de que era possível construí-lo, partindo do pequeno e da amizade, da “pedra rejeitada” que se torna pedra angular de uma nova construção social.

Após o 11 de setembro sentiu-se desafiado. Vê-se isso num denso livrinho sobre a paz, em que denunciava o crescimento dos preconceitos e dos conflitos entre religiões, culturas e pessoas. Escreveu então com palavras que são como um testemunho de “otimismo” evangélico: «O futuro do mundo está nas nossas mãos. Depende do nosso empenho em trabalhar juntos com os outros pela paz. Construir a paz é redescobrir uma visão, um caminho de esperança para toda a humanidade». Não se está condenado à impotência perante os grandes cenários do mundo ou forças esmagadoras: do pequeno, do marginalizado, da opção diária de cada um, parte uma força imparável de paz e transformação, da parte dos pobres e dos humildes.


DIGAMO-LO COM FORÇA E SEM MEDO: TEMOS FOME, SENHOR

Estamos cheios de uma vida de conformismo, indiferença e insensibilidade, de distração, fechamento e solidão, alimentados pela «mesquinhez dos nossos cálculos, a mediocridade das nossas expetativas e a superficialidade dos nossos intelectualismos». E ao mesmo tempo famintos estamos de uma vida que procuramos e não encontramos, a não ser em Deus; do seu pão não queremos fazer reserva nem engordar, apenas dele saciar-nos e distribui-lo aos mendigos de compaixão e fraternidade.
(...)
«Digamo-lo com força e sem medo: temos fome, Senhor... Temos fome, Senhor, do pão da vossa Palavra capaz de abrir os nossos fechamentos e as nossas solidões; temos fome, Senhor, de fraternidade, onde a indiferença, o descrédito, a infâmia não encham as nossas mesas nem ocupem o primeiro lugar em nossa casa. Temos fome, Senhor, de encontros onde a vossa Palavra seja capaz de elevar a esperança, despertar a ternura, sensibilizar o coração abrindo caminhos de transformação e conversão».
(...)
A Igreja gasta por vezes energias e recursos «para manter abordagens, ritmos, perspetivas que não só não entusiasmam ninguém, como não conseguem sequer levar um pouco daquela fragância evangélica capaz de confortar e abrir caminhos de esperança», além de privarem os cristãos «do encontro pessoal com os outros».

«Como são justas estas palavras de Madre Teresa, “aquilo de que não preciso, pesa-me”. Deixemos de lado todos os pesos que nos separam da missão e impedem que o perfume da misericórdia alcance o rosto dos nossos irmãos».

Papa Francisco

quarta-feira, 8 de maio de 2019

REZAR PELO EMPENHO DA IGREJA EM ÁFRICA

Maio de 2019. O Vídeo do Papa: A África é cheia de contrastes que são parte essencial da sua identidade. No rico continente africano, a Igreja se esforça, respeitando as divisões étnicas e linguísticas, para trabalhar pela unidade dentro da diversidade.

“As divisões étnicas, linguísticas e tribais da África podem ser superadas promovendo a unidade na diversidade.

Quero agradecer às religiosas, aos sacerdotes, aos leigos e missionários por seu trabalho em favor do diálogo e da reconciliação entre os diversos setores da sociedade africana.

Rezemos neste mês para que, por meio do empenho dos próprios membros, a Igreja na África seja fermento de unidade entre os povos e sinal de esperança para este continente."

O Vídeo do Papa difunde todo mês as intenções de oração do Santo Padre pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja.

VIAGEM DO PAPA AO LESTE DA EUROPA

O Papa elogiou hoje a Macedónia do Norte, país que visitou esta terça-feira, pelo seu acolhimento aos refugiados e a sua capacidade de integrar na sociedade a diversidade étnica e religiosa.
(...)
O Papa agradeceu a “fé e o afeto” da minoria católica (menos de 1% da população nos dois países do Leste europeu).

A intervenção assinalou, em seguida, que a visita à Macedónia do Norte foi acompanhada pela “forte presença espiritual” de Madre Teresa, que nasceu em Skopje em 1910.

Nesta mulher, pequena mas cheia de força, graças à ação do Espírito Santo, vemos a imagem da Igreja naquele país e noutras periferias do mundo: pequena uma comunidade que, com a graça de Cristo, se torna um lar acolhedor onde muitos encontram alívio para a sua vida”

Francisco partilhou com os peregrinos a sua admiração pela “ternura evangélica” das irmãs de Santa Teresa de Calcutá, que apresentou como “um belo exemplo”.

“Nós, cristãos, às vezes perdemos a dimensão da ternura e quando não há ternura, tornamo-nos demasiados sérios, ácidos. Estas mulheres são doces na ternura, fazem caridade como deve ser feita”, disse.

domingo, 5 de maio de 2019

FELIZ DIA DA MÃE, com Nossa Senhora, nossa SANTA MÃE


SAUDAÇÃO A MARIA 

Nós Te saudamos Maria. 
O nosso olhar está em Ti!
Fixa o Teu também em nós. 
Abençoa-nos ó Mãe!

Envolve a nossa vida 
com o teu manto de luz
Somos teus filhos também. 
Roga por nós a Jesus!

Nós te saudamos Maria, 
Nós te saudamos Maria,
Nós te saudamos ó Mãe!

Fala de nós a Jesus 
do nosso anseio de amar
Seja Ele a nossa luz
e de paz o nosso olhar!

Nós te saudamos Maria, 
cheia de graça e ternura
Mãe dos pobres, Mãe de Deus, 
nossa esperança doçura!

sábado, 4 de maio de 2019

DOMINGO III DA PÁSCOA - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Sal. 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a) 
Refrão: Eu vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. 

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes 
e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos. 
Tirastes a minha alma da mansão dos mortos, 
vivificastes-me para não descer à cova.

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis, 
e dai graças ao seu nome santo. 
A sua ira dura apenas um momento 
e a sua benevolência a vida inteira. 
Ao cair da noite vêm as lágrimas 
e ao amanhecer volta a alegria.

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim, 
Senhor, sede Vós o meu auxílio. 
Vós convertestes em júbilo o meu pranto: 
Senhor meu Deus, eu Vos louvarei eternamente.

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

CATEQUESE: CELEBRAÇÃO DA LUZ

As crianças do primeiro ano da catequese fizeram a hoje a Celebração da Luz - essa Luz que é Cristo, recebido e acolhido como a Luz do Mundo.
Iniciando a celebração
com o Sinal da Cruz
- a cruz da paixão de Cristo,
que é também a cruz das nossas vidas.
Mas com Cristo
essa cruz torna-se
num sinal mais (+),
dando sentido à vida.
Atentos à Palavra
- essa palavra que vem de Deus
e que nos leva à verdade.
Tão perto de mim, tão perto de mim
Que até eu lhe posso tocar, Jesus está aqui.
Não procuro Cristo nas alturas
Nem o encontrarei na solidão
Sinto que Jesus está juntinho a mim
Dentro do meu ser, no coração.
Vou contar-lhe toda a minha vida
Como a um amigo falarei
Eu não sei se é ele que habita em mim
Ou se sou eu já que habito n'Ele.
Olha que Jesus vai a teu lado
Entre as alegrias e as dores
A teu lado vai, sempre a caminhar
Ele nunca te abandonará.
Acompanhadas dos pais
- eles que são as primeiras testemunhas
de Cristo
e que ajudam os seus filhos
a descobrir o amor de Deus.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Tendo lugar em pleno tempo da Páscoa, quando trazemos no coração e nos lábios, de modo particularmente mais intenso, o anúncio festivo da Ressurreição de Jesus, esta Semana, realizada entre os III e IV domingos deste tempo e culminando naquele que é conhecido como o domingo do Bom Pastor, Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o que este ano corresponde ao intervalo de dias entre 5 e 12 de maio, recorda-nos que as vocações na Igreja têm uma marca profundamente pascal, porque todas nos interpelam para o serviço aos outros, para o amor sem medida, para a entrega da vida, para o risco de procurarmos a alegria inédita e indiscritível que se ergue e se descobre na manhã perfumada e luminosa da Ressurreição.


quarta-feira, 1 de maio de 2019

CATEQUESE: CELEBRAÇÃO DA LUZ

Esta luz pequenina vou deixá-la brilhar 
Esta luz pequenina vou deixá-la brilhar 
Esta luz pequenina vou deixá-la brilhar 
Vou deixá-la, vou deixá-la brilhar 

Bem dentro de mim vou deixá-la brilhar 
Bem dentro de mim vou deixá-la brilhar 
Bem dentro de mim vou deixá-la brilhar 
Vou deixá-la, vou deixá-la brilhar 

Onde quer que eu vá vou deixá-la brilhar 
Onde quer que eu vá vou deixá-la brilhar 
Onde quer que eu vá vou deixá-la brilhar 
Vou deixá-la, vou deixá-la brilhar

S. JOSÉ OPERÁRIO

Nota Histórica

O primeiro de Maio, considerado hoje na Europa o dia da «Festa do trabalho», foi, durante muitos anos, nos fins do século XIX e princípios do século XX, um dia de reivindicações e mesmo de lutas violentas pela promoção da classe operária. 
A Igreja que se mostrou sempre sensível aos problemas do mundo do trabalho, quis dar uma dimensão cristã a este dia. Nesse sentido, Pio XII, em 1955, colocava a «Festa do trabalho» sob a protecção de S. José, na certeza de que ninguém melhor do que este trabalhador poderia ensinar aos outros trabalhadores a dignidade sublime do trabalho. 
Operário durante toda a sua vida, S. José teve como companheiro de trabalho, na oficina de Nazaré, o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. 
E foi, na verdade, Jesus que lhe ensinou que o trabalho nos associa ao Criador, dando-nos a possibilidade de aperfeiçoar a natureza, de acabar a criação divina. O trabalho é um serviço prestado aos irmãos. O trabalho é um meio de nos associarmos à obra redentora de Cristo. (Gaudium et Spes, 67).