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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CASA DE DEUS: ESPAÇO RELACIONAL NOVO

Quem tem sede,
Venha a mim e beba,
Diz Jesus,
E expôs-se sobre a Cruz
Como fonte sempre aberta e disponível.

Quem tem sede,
Alegre-se então por poder beber,
Mas não se entristeça
Por não ser capaz de esgotar a fonte.

Convém que a fonte permaneça
E abasteça o horizonte
De paz e de alegria.

A água escorre deste santuário,
E, como um rio,
Percorre e irriga a terra inteira,
Coração a coração,
Sementeira a sementeira.

E não há fio que meça esta torrente,
Que cresce desde a nascente até ao estuário.
E nas suas margens 
tanta vida nova e bela nasce e cresce,
Tanto trigo floresce,
Tanto coração amadurece,
Tanto amor.

Dá-me sempre dessa água viva, Senhor!

D. António Couto

TERTÚLIA DOS CATEQUISTAS

O próximo encontro será no sábado, 10 de Novembro, pelas 16h00, no Centro Paroquial. O texto seleccionado é a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15, 11-32).
A tertúlia é um ambiente informal mas de crucial importância para reflexão dos textos apresentados e partilha de ideias que, sem em dúvida,  nos ajuda na missão de catequistas. 
É sempre importante a presença de todos pelo que fica o CONVITE. 

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE LATRÃO

Muitas pessoas pensam que a basílica de São Pedro é a principal igreja do Papa, mas na verdade é a de S. João de Latrão, a catedral da diocese de Roma, cuja dedicação os católicos evocam a 9 de novembro.

A primeira basílica edificada no local foi erguida no século IV, quando o imperador Constantino doou o terreno que havia recebido da rica família Latrão. Apesar dos incêndios, terramotos e guerras, permaneceu, até ao séc. XIV, o templo em que os papas eram consagrados

A origem da atual basílica remonta a 1646, durante o pontificado de Inocêncio X.

Inicialmente, a evocação do templo ocorria exclusivamente da cidade de Roma; mais tarde, estendeu se à Igreja de rito romano, com o fim de honrar a basílica que é chamada «a igreja mãe de todas as igrejas da Urbe [cidade, isto é, Roma] e do Orbe [globo, mundo, universo]».

Na linguagem litúrgica, a dedicação de uma igreja é, para os seus paroquianos, uma “Festa”, termo que se situa logo depois de “Solenidade”, a celebração mais importante do calendário católico. S. João de Latrão é a sede da “paróquia” de todos os católicos, dado ser a catedral do Papa.

Texto e imagens em 

“ENCONTRAR MODALIDADES LOCAIS PARA QUE O ESPÍRITO DO SÍNODO PERMANEÇA”

D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal para as Vocações e Ministérios esteve na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Juntamente com D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, D. António Augusto representou a Conferência Episcopal Portuguesa e viveu intensamente o Sínodo sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional, pela primeira vez como padre sinodal.

Em entrevista à VP faz uma leitura do andamento dos trabalhos e das conclusões deste grande acontecimento eclesial ocorrido no passado mês de outubro no Vaticano.


P: Que significado teve para si ser pela primeira vez padre sinodal?

R: Um Sínodo é uma experiência única e eu tive a graça, em nome da Conferência Episcopal, de participar deste Sínodo. E é uma graça, desde logo, porque se tem a oportunidade de experimentar uma dimensão importante inerente ao ministério episcopal que é a dimensão da colegialidade: esta proximidade com o Papa Francisco e esta consciência de pertencer a um colégio episcopal. Ou seja, aquilo que nós acreditamos e dizemos em teoria e que num Sínodo pode-se experimentar de maneira muito real e concreta, na proximidade com o Papa e com os bispos de todo o mundo. Em segundo lugar, é uma experiência importante porque nos debruçamos sobre uma temática sobre a qual o Papa quer ouvir a Igreja e concretamente os bispos. Portanto, essa reflexão com toda a Igreja sobre algo que é importante para a sua missão permitiu levar o nosso contributo em comunhão com os contributos das igrejas de todo o mundo.

P: Falou no Papa… Como é que o viu, como é que o sentiu? Como é que ele esteve durante este mês?

R: Bom, este mês correspondeu à fase de celebração do Sínodo, tinha havido uma fase preparatória e haverá agora uma fase de aplicação. Nesta fase em que estivemos reunidos em Roma o Papa Francisco surpreendeu pela proximidade. Foi muito afável, muito próximo, com sinais muito bonitos. Desde logo, por estar a receber todas as pessoas, por estar disponível para conversar com toda a gente. Essa proximidade, de que o Papa tantas vezes tem falado, nós podemos testemunhar que ele próprio a vive. E também impressionou pela sua capacidade de escuta. Durante grande parte dos dias, pelo menos na assembleia plenária, o Papa esteve quase sempre presente e numa atitude de escuta. Escuta atenta e interessada.

P: Foi um ambiente muito participado entre os padres sinodais? Como sentiu o ambiente durante estas semanas?

R: O ambiente foi sempre muito bom. De grande comunhão e também de grande alegria. Sem tensões ou crispações. Pelo contrário de grande diálogo, proximidade e sobretudo de interesse. Interesse em partilhar experiências e em sentir melhor outras realidades de outras igrejas que vivem, de facto, momentos mais difíceis. Este Sínodo teve também a graça de coincidir com a canonização de S. Paulo VI e de S. Óscar Romero. E esse foi um momento de grande vivência de todos os presentes.

P: Depois no trabalho concreto, os círculos menores, como é que correu esse trabalho que desta vez também teve língua oficial portuguesa?

R: Os círculos menores são um momento muito interessante do Sínodo. Pela primeira vez tivemos um círculo de língua portuguesa que, para além de nós, representantes de Portugal, reuniu vários bispos do Brasil, também de Cabo Verde, de Moçambique e Angola. E foi muito interessante porque foi quase um espaço de lusofonia, com todas as diferenças que existem de umas igrejas para as outras, mas foi bom o encontro, o conhecimento pessoal, conhecer as diferenças e perceber o interesse comum de se encontrar pontos de comunhão, princípios que nos unissem a todos sobre a temática dos jovens, da fé e do discernimento vocacional.

P: Como é que nos pode descrever a participação dos jovens?

R: Eu acho que foi uma presença muito positiva. Não só pelo tom de alegria, de manifestação, de presença na sala mas também pelos testemunhos que levaram, pois cada um teve a oportunidade de falar sobre a sua experiência pessoal e da sua experiência enquanto cristão empenhado nas várias realidades, movimentos e países. E foi importante essa presença que permitiu em todos os momentos ir aferindo a sensibilidade dos jovens que não tem que ser igual à sensibilidade dos bispos, mas foi bom ir percebendo em cada momento o feedback e sensibilidade que eles tinham para os diversos problemas.

P: No fim do Sínodo temos um documento final na mão. O que dizer deste documento? Como é que poderá ser aplicado?

R: O documento final é um documento que reproduz o produto do trabalho que é feito, da reflexão que é feita, dos contributos que são apresentados, sempre tendo como guião o instrumentum laboris. Portanto, não é um trabalho feito sem qualquer rumo, pelo contrário é um trabalho orientado a partir do instrumentum laboris. Neste documento final, quem esteve no Sínodo, percebe que estão aí a grande maioria das ideias e dos contributos e isso é importante. Evidentemente que não se pode esperar tudo de um documento final, sobretudo aquilo que ele não pretende nem pode dar. Ou seja, o que ele não pretende nem pode dar são receitas muito concretas, muito determinadas, porque essa parte do trabalho corresponde agora à terceira fase que é a fase da aplicação e sobre variadíssimos pontos o documento remete para o trabalho das igrejas locais. Recomenda sínodos, encontros e decisões das igrejas locais.

P: O documento final fala sobretudo de um manter a escuta aos jovens. Podemos dizer em síntese que esta é uma primeira linha de orientação para aquilo que as igrejas locais possam vir a desenvolver?

R: Continuar à escuta e continuar o processo de discernimento e de acompanhamento, obviamente que tudo isso remete para lógicas de percurso e não para lógicas acabadas ou fechadas. Isto é, seria um erro de perspetiva estar a encarar tudo isto como um fechar de um ciclo ou de uma fase. É apenas o passar para uma nova fase com estas mesmas atitudes, de continuar à escuta, de continuar atento e de continuar a discernir, numa realidade dos jovens que está sempre em mutação. Portanto, a escuta é sempre indispensável.

P: No Angelus no final do Sínodo o Santo Padre diz que mais importante do que o documento final é o estilo sinodal. O que é que o Papa Francisco quis dizer com isto?

R: O Papa quis significar o que disse na palavra de encerramento do Sínodo quando disse que o importante é este estilo sinodal. Um estilo que passa pela escuta e pela capacidade das pessoas, grupos e igrejas locais se reunirem, estarem juntas e juntos encontrarem caminhos de futuro. Importa aqui que ao conteúdo se associe também a forma. Só é possível apanhar o estilo deste Sínodo estando permanentemente com os jovens. Os jovens estiveram presentes na primeira fase, marcaram presença na segunda e eu acho que é indispensável que continuem a estar presentes no resto do processo. Isto é, é preciso encontrar modalidades locais para que o espírito do Sínodo permaneça. Ou seja, e o Papa também no Angelus referiu: os frutos e esta colheita será tanto mais fecunda, mais positiva e o vinho será tanto melhor, quanto também os jovens participem deste processo. Eu diria: um estilo sinodal, proposto aos pastores, proposto às comunidades, às estruturas, mas sempre com a presença dos jovens.

D. António Augusto Azevedo participou na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos que decorreu no Vaticano de 3 a 28 de outubro sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional e partilhou com a VP a sua leitura sobre o andamento dos trabalhos e as conclusões apresentadas. Como o próprio referiu agora é o tempo da aplicação do Sínodo nas igrejas locais sempre com a presença dos jovens.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

CICLO DE CINEMA: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

O Ciclo de Cinema da nossa paróquia, direcionado para catequistas, grupo de jovens, catequizandos da adolescência e pais que desejem acompanhar os filhos, leva a efeito a segunda sessão no próximo dia 9 de Novembro, às 21h30, no Centro Paroquial. Desta vez a escolha recaiu sobre o filme  "A rapariga que roubava livros",  com a duração de 120 minutos. 
INÍCIO: 
21h30-21h40: acolhimento e introdução
21h40-23h40: projeção
23h40-23h50: reflexão e oração

IGREJA PRESENTE NA WEB SUMMIT

O secretário do Conselho Pontifício da Cultura participou na Web Summit, em Lisboa, e disse que é essencial uma reflexão séria acerca da internet para que ajude a “construir um sentido de unidade” e de pertença à “família humana”.

“A internet pode ser algo que ajuda a construir um sentido de unidade e de uma humanidade comum”, afirmou D. Paul Tighe em entrevista à Renascença, lembrando que a realidade tem sido muitas vezes bem diferente, como por exemplo no uso que é dado às redes sociais no âmbito política e da opinião pública.

O bispo irlandês referiu que é necessário considerar a forma “como as redes sociais possibilitam uma comunicação mais eficaz ou como levam a uma polarização da comunicação” e se a utilização destes recursos está de facto a “ajudar a construir uma ponte de comunicação ou apenas a reforçar a divisão”.

ORAÇÃO PELOS SEMINÁRIOS

Deus Trindade,
sabes o quanto somos mendigos de Ti.
À beira do caminho procuramos a luz
que dá mais sentido aos nossos dias
e cura todas as nossas cegueiras.
Tu passas sempre pela nossa vida
e acendes em cada um de nós
o desejo de sermos Teus discípulos.
Na Tua estrada queremos ser formados.
Nas Tuas palavras e nos Teus gestos,
Ser instrumentos da Tua graça.
Juntos no caminho,
queremos ser comunidade
enviada em missão
Rezamos por todos os que arriscam seguir-Te,
especialmente os seminaristas e pré-seminaristas.
Rezamos ainda por todos aqueles
que se entregam totalmente a Ti
e colocam a sua vida nas Tuas mãos
Pedimos-Te que continues
a despertar os corações adormecidos
para que mais jovens das nossas comunidades
aceitem o desafio de Te seguir.

"SEMINÁRIO, PASSADO, PRESENTE E FUTURO"

D. António Augusto Azevedo registou algumas notas sobre a história dos Seminários desde o Concilio de Trento (1545-1563) ao Concilio Vaticano II (1962-1965). Sobre o passado, o bispo auxiliar do Porto recordou as dificuldades políticas conjunturais e os problemas financeiros que marcaram as opções sobre a formação do clero.

Como marca do presente, inspirado pelo Concílio Vaticano II, D. António Augusto destacou, por exemplo, a importância dada à formação espiritual e à recomendação sobre novos métodos didáticos a implementar nos seminários. Assinalou que no tempo pós-conciliar, não obstante os muitos abandonos da vida sacerdotal e uma baixa de alunos nos seminários, surgiram novas realidades como o pré-seminário e os seminários de movimentos da Igreja. No presente, muitas vocações revelam-se em idade adulta – disse D. António Augusto tendo apontado que no Porto, num balanço aproximado dos últimos 10 anos, dos 32 padres ordenados cerca de 50% não vieram do Seminário Menor.

Sobre o futuro dos seminários, o bispo auxiliar do Porto assinalou que as orientações da Igreja apontam para uma formação que deverá ser integral, missionária e comunitária. Os Seminários deverão formar padres que sejam discípulos missionários enamorados do Mestre que vivam no meio do mundo na simplicidade, na sobriedade e na autenticidade.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

AO SERVIÇO DA PAZ

EXPOSIÇÃO MISSIONÁRIA ITINERANTE

 
Exposição Missionária Itinerante 
de 18 a 25 de novembro
Passe por lá!

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

A Semana dos Seminários é momento especial para olhar com mais atenção e cuidado para esta importante realidade da vida da Igreja. Um olhar de gratidão pelo imenso e fecundo trabalho que se tem realizado nos vários seminários, de forma discreta mas efetiva, em favor do povo de Deus. Um olhar de realismo, responsabilidade e compromisso diante dos desafios que a situação atual dos seminários do nosso país coloca a todos. Um olhar, acima de tudo, de confiança e esperança no Senhor que não deixa de chamar trabalhadores para a sua messe e no seu Espírito que os prepara e habilita para serem os evangelizadores que o mundo de hoje precisa.

O tema desta semana - «Formar discípulos missionários» - sublinha o objetivo fundamental dos seminários, apontado no mais recente documento da Congregação do Clero, (Ratio fundamentalis institutionis sacerdotalis): «A ideia de fundo é que os seminários possam formar discípulos missionários, “enamorados do Mestre”, pastores com o “cheiro das ovelhas”, que vivam no meio delas para servi-las e conduzi-las à misericórdia de Deus». Todo o batizado chamado à vocação sacerdotal é um discípulo gerado na família e na comunidade cristã que se dispõe a fazer um caminho de discernimento e preparação para participar, como pastor, na missão que Jesus confiou à Igreja. A formação inicial feita no seminário é indispensável para o sacerdócio e representa um caminho belo e exigente de amadurecimento humano, preparação intelectual, aprofundamento espiritual e sobretudo de configuração com Cristo, Bom Pastor.

Confrontada com os desafios colocados pela sociedade e a cultura de hoje, a missão da Igreja exige sacerdotes bem formados, chamados a ser «evangelizadores com espírito» e testemunhas da santidade de Deus. Para isso é fundamental que todos os agentes da formação – bispos diocesanos e seu presbitério, equipas formadoras, professores de teologia, colaboradores dos seminários, bem como as famílias, paróquias e outras realidades eclesiais – cumpram exemplar e dedicadamente a sua missão formativa. Mas é ao próprio seminarista que cabe a atitude decisiva de se dispor a ser um verdadeiro discípulo, capaz de sair de si mesmo, e na docilidade ao Espírito, caminhar em Cristo, em direção ao Pai e aos outros.

No contexto deste Ano Missionário importa sublinhar que os seminários formam discípulos para a missão da Igreja de hoje. Uma missão que é impressionante pela amplitude da sua dimensão, e sedutora porque arranca da experiência profunda e alegre da descoberta do Ressuscitado. «Do encontro com a pessoa de Jesus Cristo nasce a missão que não se baseia em ideias nem em territórios mas parte do coração e dirige-se ao coração» (Nota da CEP para o Ano Missionário). Esta missão é de tal modo apaixonante que continua a levar jovens e adultos a responder ao chamamento de Deus e a entrar no seminário. Nesta semana rezemos especialmente pelos nossos seminários.

Demos graças a Deus pelos seminaristas e pelas equipas formadoras. Peçamos que Ele os ilumine no caminho de um discernimento sério e uma entrega plena. Roguemos ainda ao Senhor que converta o coração de todos os batizados ao verdadeiro sentido de missão e àqueles que Ele chama ao ministério ordenado dê coragem para responderem com coragem e generosidade.

+António Augusto de Oliveira Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

terça-feira, 6 de novembro de 2018

OLIVEIRA DE AZEMÉIS: novo pároco foi acolhido em festa

Foi com uma igreja matriz de Oliveira de Azeméis repleta de fiéis e com a presença de quase duas dezenas de sacerdotes que deu entrada ao serviço desta paróquia o Padre José Manuel, da Sociedade Missionária Boa Nova. A cerimónia começou com a presidência do vigário da vara (P. Álvaro Rocha) que, ao chegar ao altar e após uma breve reflexão sobre a figura de pároco, leu a carta de nomeação. Nela o pastor da diocese lembra ao novo pároco os seus deveres como pastor – o ensino, a santificação e o múnus pastoral -, pedindo também aos fiéis que o recebam como pastor e o auxiliem no bom desempenho da sua missão. Finda a leitura da carta de nomeação, o vigário cedeu a presidência da celebração ao novo pároco, P. José Manuel, procedendo-se à entrega das chaves da igreja.

Na homilia, o Padre José Manuel comentou as leituras, fazendo a aplicação prática do episódio do cego Bartimeu, que encontrou Jesus a caminho de Jerusalém: “vamos colocando o coração de Bartimeu no nosso coração”. A terminar, pediu a todos os paroquianos: “ajudem-me a ser missionário…vamos ser missionários todos”; “eu quero ser convosco representante do bispo, pastor missionário também, a tempo inteiro, de coração aberto”.

Logo após a homilia, de joelhos diante do altar, o novo pároco foi convidado a fazer a profissão de fé e a renovar os propósitos da sua ordenação sacerdotal. No fim da comunhão, foi entregue ao celebrante a chave do sacrário, lembrando-lhe que a “Eucaristia é o cume de toda vida cristã”; por isso, ela deve ser o centro de toda a ação pastoral.

No momento da ação de graças, o diácono Djalma usou da palavra para lhe manifestar a imensa alegria da comunidade ao recebê-lo como pároco: ”aqui estamos para o abraçar e receber com amor”. Ainda antes da bênção final, o Padre José Manuel fez alguns avisos e entregou simbolicamente a algumas pessoas da assembleia folhetos relacionados com a sua atividade missionária.

Seguiu-se, no salão paroquial, um lanche-convívio, que o novo pároco aproveitou para ir conhecendo melhor aqueles que vai pastorear.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

FESTA DE S. MARTINHO

Domingo dia 11 de Novembro
11h00: Missa Solene, na Capela de S. Martinho
Seguida de almoço de festa, onde não vão faltar as tradicionais castanhas, 
Na Escola Secundária de Valadares

INSCREVA-SE quanto antes para poder participar!

sábado, 3 de novembro de 2018

UM AMOR ENTRELAÇADO

Um Deus fiel, seguro, firme como «rocha», que não oscila nem engana, atento e próximo do homem, sobretudo dos mais fragilizados e em dificuldade, eis o fluxo poético que nos oferece o grande Te Deum que é o Salmo 18, que tem muitas afinidades com o «Cântico de David», registado em 2 Samuel 22. Deixemo-lo tomar conta de nós. Este Deus e este fluxo poético. E cantemos com o orante e como ele, com todo o coração, alma, mente, energia, arte: «Eu te amo, Senhor, minha força!» (Salmo 18,2).

D. António Couto

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

RANCHO FOLCLÓRICO DE VILAR DO PARAÍSO


Esta noite na recriação da desfolhada
Aqui no Dia da Comunidade

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

A FORÇA DA SUA RESSURREIÇÃO

Senhor,
Tu firmaste a terra há muito tempo,
O céu é obra das tuas mãos.
Eles perecem, mas Tu permaneces.
Eles ficam gastos como a roupa.

Sim,
Tu os mudarás como um vestido,
E eles ficarão mudados.
Mas tu permaneces sempre o mesmo,
E os teus anos jamais findarão.

O homem é como a erva,
E toda a sua glória como a flor do campo.
Seca a erva e murcha a flor,
Mas a tua Palavra, Senhor, 
permanece para sempre.

Neste mês em que a paisagem muda,
As folhas caem,
As árvores choram,
E nós verificamos 
que a nossa vida é breve e frágil,
Como a lançadeira no tear,
Assiste-nos, Senhor, mais de perto, 
com a tua bondade,
Sustém os nossos passos vacilantes,
Alumia os olhos do nosso coração titubeante,
Faz-nos sentir a alegria da tua presença carinhosa,
Senta-nos à mesa da certeza da tua salvação.

D. António Couto 

FIÉIS DEFUNTOS

"Tradição da Igreja é manter restos mortais nos cemitérios ou locais sagrados"

A Santa Sé publicou em 2016 uma instrução sobre a sepultura, recordando a proibição de espalhar as cinzas da cremação e a necessidade de conservá-las nos cemitérios ou locais sagrados.

“Para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não seja permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar”, refere a instrução ‘Ad resurgendum cum Christo’ (Para ressuscitar com Cristo), da Congregação para a Doutrina da Fé.

“Mediante a sepultura dos corpos nos cemitérios, nas igrejas ou em lugares específicos para tal, a tradição cristã conservou a comunhão entre os vivos e os mortos e opõe-se à tendência a esconder ou privatizar o acontecimento da morte e o significado que ela tem para os cristãos”, explica a nota.

Àqueles que tiverem optado pela cremação, concede-se a possibilidade de celebrarem as exéquias cristãs, evitando práticas como as de espalhar as cinzas ou conservá-las fora do cemitério ou de uma igreja.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

ORAÇÃO POR TODOS OS DEFUNTOS

“Deus de infinita misericórdia, confiamos à tua imensa bondade aqueles que deixaram este mundo para a eternidade, onde Tu aguardas toda a humanidade redimida pelo sangue precioso de Cristo Teu Filho, morto para nos libertar dos nossos pecados. Não olhes, Senhor, para as tantas pobrezas e misérias e fraquezas humanas quando nos apresentarmos diante do Teu tribunal, para sermos julgados, para a felicidade ou a condenação. Dirige para nós o teu olhar misericordioso que nasce da ternura do teu coração, e ajuda-nos a caminhar em direcção a uma completa purificação. Não se perca nenhum dos teus filhos no fogo eterno do inferno onde já não poderá haver arrependimento. 

Confiamos-Te, Senhor, as almas dos nossos entes queridos, das pessoas que morreram sem o conforto sacramental, ou não tiveram ocasião de se arrepender nem mesmo no fim da sua vida. Que ninguém tenha receio de te encontrar depois da peregrinação terrena, na esperança de sermos recebidos nos braços da tua infinita misericórdia. Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e carregados de todo o bem realizado ao longo da nossa breve ou longa existência. Senhor, nada nos afaste de Ti nesta terra, mas tudo e todos nos apoiem no ardente desejo de repousar serena e eternamente em Ti. Ámen.”

Papa Francisco 

COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

EUCARISTIAS

8h00, S. Martinho; 
9h30, Igreja Paroquial,  
(seguida de oração no cemitério)
19h00, S. Martinho

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. 1 Tess 4, 14; 1 Cor 15, 22
Assim como Jesus morreu e ressuscitou,
também aos que morrem em Jesus, Deus os levará com Ele à sua glória.
Se em Adão todos morreram, em Cristo todos voltarão à vida.