quinta-feira, 13 de junho de 2019

PEREGRINAÇÃO DAS CRIANÇAS A FÁTIMA: EUCARISTIA

Cerca de 25 mil crianças encheram de cor o Recinto de Oração do Santuário de Fátima, na Peregrinação das Crianças, no dia 10 de Junho. A eucaristia foi presidida pelo Bispo auxiliar do Porto, D. Armando Esteves Domingues.
A moldura humana que preenchia todo o Recinto do Santuário, e que quis acompanhar estas crianças e jovens, tornou este  muito especial. 
E tivemos o grato prazer de rever o Bispo auxiliar do Porto, D. Armando Esteves Domingues, que esteve entre nós recentemente em visita pastoral. Presente também o Sr. Diácono Celestino que acompanhou a nossa peregrinação.
As celebrações do dia 10 de Junho foram interpretadas em língua gestual portuguesa, e na Eucaristia uma das interpretes era a Nita Silva, que desta bela maneira também esteve connosco. 
Momento especial em que, para estar de acordo com a dinâmica proposta pelo Santuário, duas crianças levaram ao altar o Pão e o Vinho, dentro das suas mochilas.
Passaram 100 anos e, como os três pequenos pastores vieram em caminhada a este lugar, também nós cá estamos, vindos de longe e de todos os lugares, para escutar esta mesma frase, como se a Mãe do Céu estivesse a repetir a cada um de nós ‘quero pedir que faças uma capela em minha honra”(...“Não são precisas pedras, nem telhas, nem ferro. Basta os quatro pilares: aprender, ser amigos e partilhar, assíduos à comunhão do pão e do vinho, do Corpo e Sangue de Cristo, e à oração. Pilares fáceis para esse cantinho, para que lembre sempre esta vossa bela peregrinação, 100 anos após o pedido para que se construísse esta capela”. Palavras de D. Armando na homilia.  
“Trouxestes muito encanto, muita beleza e muita alegria, que só vós sois capazes de trazer”, disse o cardeal, dirigindo-se a cada uma das crianças ali presentes, a quem pediu para “rezar pela paz no mundo, nas famílias e entre todos os povos”. “Rezem pelos doentes, por todos aqueles que mais sofrem, os portadores de deficiência, os que vivem sós e abandonados, os presos, os refugiados”. D. António Marto 
Apesar do bulício próprio das crianças e jovens, a fé que aqui se "respira" é sentida de outra forma e faz-nos sentir vontade de voltar e estar no meio desta multidão. 
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