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Responsáveis pela Educação Cristã, querem encontrar formas de comunicação mais eficazes junto dos mais novos. Se não acompanhar a evolução e não souber interpretar correctamente os desafios que uma sociedade cada vez mais global e tecnológica coloca aos mais novos, a Catequese corre o risco de perder a sua importância e de se diluir, no meio da vertigem do dia a dia.
Esta questão marcou decisivamente a ordem dos trabalhos nas Jornadas Nacionais de Catequistas, que se realizaram em Fátima, entre 8 e 10 de Outubro.
Uma iniciativa que teve como tema “A Catequese de Adolescentes” e que foi o destaque final da Semana Nacional da Educação Cristã.
Para Cristina Sá Carvalho, do Departamento responsável por aquela área dentro do Secretariado Nacional da Educação Cristã, «a Catequese não tem conseguido acompanhar os novos desafios que se colocam aos adolescentes, tudo acontece a uma velocidade que não se conseguia imaginar, e portanto os instrumentos do passado já não são suficientes».
Apesar de tudo, sublinha ainda que «há uma sensibilidade ou honestidade catequética, extensível a todos os países da Europa, onde se procura compreender essas problemáticas importantes na transformação da fé, algo que poderá ser a chave da transformação da própria Igreja e da sua adaptação às novas realidades».
Para aquela responsável, todo o ser humano tem «uma fome de transcendente, de sentido da vida, de construção da realidade e isso é muito observável por exemplo nas crianças pequenas, em idade pré-escolar, como elas se abrem ao religioso e o vivem com enorme encantamento».






Nós caminhamos, Senhor, guiados como peregrinos, com a confiança que a Tua presença nos dá e a Tua força superior aos perigos da estrada. Quando caminhamos, Senhor, sabemos que cumpres a Tua promessa, que uma réstea de Esperança foi semeada no interior de pessoas sem destino. Nós caminhamos, Senhor, com as nossas mãos vazias, esperando que se encham com a Tua presença. Vamos cheios de pobreza para ser enriquecidos por Ti.
O evangelista da misericórdia, apresenta-nos, neste domingo, a resposta pronta de Jesus à lepra de quem vive longe do encontro, longe da salvação, marginalizado à sua existência pobre. Na misericórdia de Jesus encontramos uma forma de compreender e de amar que supera o limite da indiferença e que chega ao dom da entrega de si ao ponto de os curar. Mas apenas um é agradecido e volta para apresentar a Jesus o seu reconhecimento, prostrando-se. Era samaritano: duplamente marginalizado, mas agora elevado à resposta mais admirável – a resposta da sua fé. Porque é a fé que nos salva também a nós. Uma fé que nasce da ternura de Jesus que nos acolhe, que nos ama, que nos salva. Samaritanos ou não desta vida, vivamos dessa fé que salva.
Lectio Divina: Pe. David Teixeira, sdb

Lc 17, 5-10
A fé é a raiz de toda a vida do cristão. A fé é que nos há-de predispor a fazer, com simplicidade e generosidade, tudo o que o Senhor nos mandar. Por isso, no cristão, todo o serviço do reino de Deus é exercício da fé, e, no fim de tudo, realização da sua própria vocação cristã.
Secretariado Nacional da Liturgia
SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS
1 de Outubro
Padroeira das Missões
"Compreendi que o Amor englobava todas as vocações, que o Amor era tudo..."
"... Compreendi que meu amor não se devia traduzir somente por palavras."
"Não é bastante amar, é preciso prová-lo!"
"Um só acto de amor nos fará conhecer melhor Jesus..."
Santa Teresinha do Menino Jesus